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Transporte aéreo no Brasil deve ter queda de 40% em 2020

Crise também pode resultar em demissões [caption id="attachment_237024" align="alignnone" width="960"] Avião da Gol | Foto: Divulgação/Facebook[/caption] As companhias aéreas brasileiras devem apresentar declínio de 40% na receita em 2020, em…
Avião da Gol
Foto: Divulgação/Facebook
Avião da Gol Foto: Divulgação/Facebook

Crise também pode resultar em demissões

Avião da Gol | Foto: Divulgação/Facebook

As companhias aéreas brasileiras devem apresentar declínio de 40% na receita em 2020, em comparação com o ano anterior, diante da crise no setor por causa do coronavírus.

Os números foram apresentados nesta quinta-feira, 26, por Peter Cerdá, vice-presidente regional da Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata) para as Américas.

As empresas aéreas do país devem perder US$ 7,7 bilhões em receita no ano.

“Com as restrições, temos algumas aéreas que pararam tudo”, disse ele, durante teleconferência com jornalistas. “Temos visto uma repercussão financeira grande, porque as empresas ainda precisam pagar contas e salários. Liquidez agora está se tornando um desafio”, afirmou.

O cenário de crise também se aplica à Argentina, onde a estimativa da Iata é de que as aéreas sofram queda de 48% na receita em 2020, em comparação com 2019 (ou corte de US$ 2,4 bilhões).

Para o Chile, a estimativa é de queda de 40%, ou US$ 1,8 bilhão.

Segundo projeção da organização internacional, aproximadamente 62 mil empregos diretos no setor no Brasil estão em risco por causa da crise.

Com informações do Estadão Conteúdo

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