A onicofagia, conhecida como o hábito de roer as unhas, é um comportamento comum que pode ocorrer devido a nervosismo, tédio ou automaticamente, manifestando-se em crianças e adultos. Esse comportamento repetitivo e inconsciente pode trazer consequências físicas e emocionais, comprometendo dedos, dentes, autoestima e até provocando complicações de saúde.
- Causas e fatores associados à onicofagia
- Consequências físicas e psicológicas do hábito
- Riscos de infecções e problemas odontológicos
- Eficácia de estratégias para interromper o comportamento
- Importância da intervenção profissional
O que pode causar a onicofagia?
Além de ser uma resposta a emoções como ansiedade e estresse, a onicofagia pode estar associada a condições como déficit de atenção com hiperatividade (TDAH) e, em casos mais graves, à depressão. Muitas vezes, o hábito está enraizado em distúrbios de ansiedade e pode exigir uma abordagem interdisciplinar para o tratamento.
Nesse sentido, psicólogos, psiquiatras, dentistas e dermatologistas podem contribuir para compreender e tratar os fatores por trás da onicofagia, favorecendo o bem-estar do paciente.

Quais complicações de saúde podem surgir do hábito de roer as unhas?
Roer as unhas não se limita a ser um problema estético ou psicológico. As lesões nos dedos facilitam infecções bacterianas e fúngicas, e o hábito pode causar desgaste dental e alterações na mordida ao longo do tempo.
Esse comportamento pode acarretar diversas consequências, como:
- Infecções nas cutículas e ao redor dos dedos
- Desgaste e fraturas nos dentes
- Problemas de autoestima devido à aparência das mãos
- Possível transmissão de vírus e bactérias

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Quais estratégias são eficazes para combater o hábito de roer as unhas?
Superar o hábito pode ser um desafio, mas existem estratégias que facilitam esse processo. Métodos caseiros, como aplicação de esmaltes de gosto amargo, criam uma barreira prática contra o impulso de roer as unhas.
Outra alternativa é utilizar luvas ou protetores nos dedos. Em casos persistentes, a busca por suporte psicológico pode ser fundamental para identificar gatilhos e, se necessário, utilizar medicação orientada por profissionais.

Quando considerar a intervenção profissional?
Aqueles que não conseguem controlar a onicofagia sozinhos podem se beneficiar de atendimento especializado. Psicólogos e psiquiatras identificam e tratam causas subjacentes, enquanto dentistas e dermatologistas atuam nas consequências físicas.
Confira as informações do psiquiatra Cesar Vasconcellos, no canal “Dr. Cesas Vasconcellos Psiquiatra” no YouTube, explicando a relação da ansiedade com o hábito de roer unhas:
Ao abordar a onicofagia, o objetivo vai além de eliminar um hábito ruim: trata-se de promover saúde física e emocional e melhorar a qualidade de vida, prevenindo complicações futuras.








