Sem resultado
Veja todos os resultados
Pesquisar
Oeste Geral
Entrar Assine
  • A Oeste
    • Por que Oeste
    • Nosso pacto
    • Nossa equipe
    • Perguntas frequentes
    • Fale conosco
    • Rádio
  • Colunistas
    • J. R. Guzzo
    • Augusto Nunes
    • Alexandre Garcia
    • Ana Paula Henkel
    • Rodrigo Constantino
    • Guilherme Fiuza
    • Evaristo de Miranda
    • Flávio Gordon
    • Dagomir Marquezi
    • Deonísio da Silva
    • Ubiratan Jorge Iorio
    • Roberto Motta
    • Adalberto Piotto
    • Flavio Morgenstern
    • Salim Mattar
    • Frank Furedi
    • Jeffrey A. Tucker
    • Theodore Dalrymple
    • Spiked
      • Andrew Doyle
      • Brendan O’Neill
      • Sean Collins
      • Shaun Cammack
      • Tim Black
      • Tom Slater
  • Política
  • Economia
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Brasil
  • Mundo
  • No Ponto
  • Vídeos
    • Oeste Sem Filtro
    • Faroeste à Brasileira
    • Jornal da Oeste
    • Oeste Negócios
    • Estúdio Oeste
    • A Força do Agro
    • Outra Coisa
    • As Liberais
    • OesteCast
  • Edições Oeste
Sem resultado
Veja todos os resultados
Pesquisar
Oeste Geral
Entrar Assine
Oeste Geral
Entrar
Sem resultado
Veja todos os resultados
Início Animais de Estimação

Avestruzes do altiplano boliviano desafiam o frio extremo e provam que dá para viver bem acima dos 4.000 metros de altitude

Laila Por Laila
23 abril 2026 17:15
Em Animais de Estimação
Avestruzes desafiam biologia e se adaptam ao frio do altiplano boliviano

Avestruzes desafiam biologia e se adaptam ao frio do altiplano boliviano

Você consegue imaginar avestruzes de dois metros de altura vivendo tranquilamente a mais de 4.000 metros de altitude? Na Bolívia, isso é real. Seis dessas aves gigantes, pesando mais de 100 quilos cada uma, foram levadas ainda filhotes para El Alto e hoje comem alfafa fresca, respondem à voz dos tratadores e já até botaram o primeiro ovo no meio do altiplano.

Como os avestruzes chegaram a uma região tão alta e fria na Bolívia?

O projeto audacioso teve início em outubro de 2015, quando 12 filhotes deixaram a região quente de Santa Cruz rumo ao rigoroso altiplano boliviano. A nova moradia escolhida para as aves foi a Estação Experimental de Kallutaca, uma ampla base de estudos administrada de perto pelo curso de medicina veterinária da Universidade Pública de El Alto (UPEA).

Na época da chegada, as pequenas aves mediam cerca de 50 centímetros e enfrentaram um período intenso de aclimatação térmica. Hoje, o grupo conta com seis exemplares adultos da espécie Struthio camelus, que impressionam os universitários com mais de dois metros de altura e peso superior a 100 quilos.

De acordo com a reportagem publicada sobre o projeto, o convívio diário transformou o comportamento do grupo de forma incrível. Os animais se tornaram bastante dóceis, respondem à voz humana e interagem tranquilamente com os tratadores e visitantes locais.

Leia Também

As araras amazônicas que cruzavam mais de 500 quilômetros até o Peru séculos antes das estradas incas

As araras amazônicas que cruzavam mais de 500 quilômetros até o Peru séculos antes das estradas incas

21/05/2026
Diga adeus ao calor: o truque alemão para refrescar o quarto com apenas uma garrafa PET

A lontra-gigante que desapareceu dos pântanos argentinos em 1986 e voltou a nadar livremente no Iberá

21/05/2026
Ave rara e bela, considerada extinta, é redescoberta após 100 anos sem avistamentos

A ave considerada extinta por 100 anos que voltou a ser detectada no deserto australiano por sons parecidos com telefone

21/05/2026
Não desmonte a porta do forno para limpar o vidro duplo, um cabide e uma toalha resolvem

O bonobo, visto como pacífico por décadas que, agora aparece tão agressivo quanto o chimpanzé em novo estudo

21/05/2026
Você já imaginou encontrar uma ave gigante originária do deserto vivendo confortavelmente no frio extremo das montanhas?

Leia também: Cientistas desvendaram 11 novas espécies escondidas nas cavernas do Camboja que evoluíram separadas do mundo por milênios

A dieta rigorosa que garante a sobrevivência das aves gigantes no clima extremo

Manter a energia desses enormes corredores no frio exige um cardápio planejado milimetricamente pela equipe de pesquisadores bolivianos. Cada exemplar consome um quilo de ração diária, quantidade estrategicamente dividida em 500 gramas de manhã e 500 gramas à tarde para manter o metabolismo sempre em atividade.

O banquete servido no telhado do mundo inclui ingredientes ricos em calorias e de fácil digestão, complementados com nutrientes frescos da horta:

  • Mistura de grãos: uma ração balanceada feita de farelo de trigo, sorgo, milho e soja triturada.
  • Complemento úmido: cascas de vegetais limpos e diversas hortaliças colhidas na região.
  • Alimento favorito: fartas porções de alfafa fresca, o item predileto que os animais devoram rapidamente.

Por que a incubação dos ovos de avestruzes se tornou o maior desafio do projeto?

No ano de 2019, os veterinários celebraram um marco histórico extraordinário quando uma fêmea do grupo botou o primeiro ovo documentado naquelas montanhas. Cada unidade gerada pesa aproximadamente um quilo (o peso equivalente a uma dúzia de ovos de galinha caipira), trazendo grande esperança reprodutiva para os pesquisadores.

O grande obstáculo atual é conseguir manter os filhotes aquecidos até o nascimento no frio do altiplano. Para driblar a instabilidade elétrica da região, a universidade instalou um sistema trifásico e projetou uma chocadeira artesanal construída com placas de isopor, aquecedor de água e ventiladores. O objetivo mecânico é manter a temperatura interna cravada em 35 °C por exatos 40 dias.

O resgate de animais exóticos fortalece a pesquisa científica na universidade

O espaço preparado pela faculdade se tornou uma referência tão positiva em cuidado animal que passou a acolher outras aves retidas em cativeiro doméstico irregular. O ganho de espaço físico adequado permite que esses indivíduos resgatados recuperem a força muscular perdida em locais apertados das cidades urbanas.

Para entender como funciona a rigorosa fiscalização ambiental boliviana, selecionamos o conteúdo do canal Bolivia TV Oficial, que conta com mais de 80 mil inscritos. Na reportagem a seguir, você acompanha visualmente o processo de transferência desses animais exóticos para a estação de pesquisa e as exigências legais cobradas pelo governo:

Quais são as vantagens econômicas de criar avestruzes nas altitudes andinas?

O sucesso do modelo montado pela UPEA possui um potencial enorme para revolucionar a forma como o trabalhador rural gera renda nas montanhas geladas de La Paz. Se os nascimentos nas chocadeiras térmicas se confirmarem, essa mesma técnica poderá ser ensinada e replicada por pequenos produtores espalhados por todo o altiplano.

O principal atrativo para as famílias agricultoras é o aproveitamento comercial total da ave. O investimento se paga rapidamente através da venda de carnes extremamente magras, ovos cobiçados pelo baixíssimo nível de colesterol e penas finíssimas absorvidas instantaneamente pelo mercado de vestuário.

Tags: animais exóticosAvesvida animal

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Últimas notícias

Quando a neve derrete, uma fortaleza monumental de 2.500 metros de altitude reaparece e reacende um antigo mistério

Quando a neve derrete, uma fortaleza monumental de 2.500 metros de altitude reaparece e reacende um antigo mistério

04/06/2026
Placas tectônicas sob Portugal e Espanha se movem milímetros por ano e redesenham lentamente a geologia da Europa

Placas tectônicas movem Portugal e Espanha lentamente enquanto África empurra a Europa por baixo do Mediterrâneo

04/06/2026
O que a psicologia revela sobre a personalidade e a autoestima de quem escolhe não usar maquiagem no dia a dia

Segundo a psicologia, pessoas que não gostam de usar maquiagem podem revelar estes traços no dia a dia

04/06/2026
Há 13 milhões de anos, vulcões no Oriente Médio seguem em fase intermitente e revelam que a Terra ainda se move por dentro

Os vulcões do Oriente Médio que parecem adormecidos, mas revelam uma Terra ainda em movimento por dentro

04/06/2026
O berço das montadoras do Brasil abriga o primeiro parque temático do país e metade do território coberto por Mata Atlântica

O berço das montadoras do Brasil abriga o primeiro parque temático do país e metade do território coberto por Mata Atlântica

04/06/2026

A primeira plataforma de conteúdo cem por cento comprometida com a defesa do capitalismo e do livre mercado. Jornalismo de excelência, focado no que é relevante, com clareza e objetividade.

  • INSTITUCIONAL
    • Nosso pacto
    • Nossa equipe
    • Perguntas frequentes
    • Anuncie conosco
    • Fale conosco
    • Política de privacidade e termos de uso
  • EDITORIAS
    • Colunistas
    • Política
    • Economia
    • Brasil
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Agronegócio
  • FAQ
    • Crie uma conta
    • Assine a revista

Copyright © 2024 Revista Oeste. Todos os direitos reservados. CNPJ 19.608.677/0001-35

Sem resultado
Veja todos os resultados
Assine
  • A Oeste
    • Por que Oeste
    • Nosso pacto
    • Nossa equipe
    • Perguntas frequentes
    • Fale conosco
    • Rádio
  • Colunistas
    • J. R. Guzzo
    • Augusto Nunes
    • Alexandre Garcia
    • Ana Paula Henkel
    • Rodrigo Constantino
    • Guilherme Fiuza
    • Evaristo de Miranda
    • Flávio Gordon
    • Dagomir Marquezi
    • Deonísio da Silva
    • Ubiratan Jorge Iorio
    • Roberto Motta
    • Adalberto Piotto
    • Flavio Morgenstern
    • Salim Mattar
    • Frank Furedi
    • Jeffrey A. Tucker
    • Theodore Dalrymple
    • Spiked
      • Andrew Doyle
      • Brendan O’Neill
      • Sean Collins
      • Shaun Cammack
      • Tim Black
      • Tom Slater
  • Política
  • Economia
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Brasil
  • Mundo
  • No Ponto
  • Vídeos
    • Oeste Sem Filtro
    • Faroeste à Brasileira
    • Jornal da Oeste
    • Oeste Negócios
    • Estúdio Oeste
    • A Força do Agro
    • Outra Coisa
    • As Liberais
    • OesteCast
  • Edições Oeste

Copyright © 2024 Revista Oeste. Todos os direitos reservados. CNPJ 19.608.677/0001-35