Sem resultado
Veja todos os resultados
Pesquisar
Oeste Geral
Entrar Assine
  • A Oeste
    • Por que Oeste
    • Nosso pacto
    • Nossa equipe
    • Perguntas frequentes
    • Fale conosco
    • Rádio
  • Colunistas
    • J. R. Guzzo
    • Augusto Nunes
    • Alexandre Garcia
    • Ana Paula Henkel
    • Rodrigo Constantino
    • Guilherme Fiuza
    • Evaristo de Miranda
    • Flávio Gordon
    • Dagomir Marquezi
    • Deonísio da Silva
    • Ubiratan Jorge Iorio
    • Roberto Motta
    • Adalberto Piotto
    • Flavio Morgenstern
    • Salim Mattar
    • Frank Furedi
    • Jeffrey A. Tucker
    • Theodore Dalrymple
    • Spiked
      • Andrew Doyle
      • Brendan O’Neill
      • Sean Collins
      • Shaun Cammack
      • Tim Black
      • Tom Slater
  • Política
  • Economia
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Brasil
  • Mundo
  • No Ponto
  • Vídeos
    • Oeste Sem Filtro
    • Faroeste à Brasileira
    • Jornal da Oeste
    • Oeste Negócios
    • Estúdio Oeste
    • A Força do Agro
    • Outra Coisa
    • As Liberais
    • OesteCast
  • Edições Oeste
Sem resultado
Veja todos os resultados
Pesquisar
Oeste Geral
Entrar Assine
Oeste Geral
Entrar
Sem resultado
Veja todos os resultados
Início Ciência

O buraco gravitacional no Oceano Índico que não é visível a olho nu, mas muda o nível do mar em 106 metros

Laila Por Laila
03 junho 2026 02:35
Em Ciência
Mapa geofísico mostra a anomalia de gravidade no Oceano Índico

Mapa geofísico mostra a anomalia de gravidade no Oceano Índico

A gravidade parece igual em qualquer ponto do planeta, mas a Terra guarda diferenças que só aparecem em medições científicas. No Oceano Índico, ao sul do Sri Lanka, um buraco gravitacional faz o nível do mar ficar cerca de 106 metros abaixo da média global.

O que é o buraco gravitacional no Oceano Índico?

A região é conhecida como Baixo Geóide do Oceano Índico, ou IOGL na sigla em inglês. Ela marca uma área onde a gravidade é ligeiramente mais fraca porque a massa distribuída sob o fundo oceânico não é uniforme.

Isso não significa que exista um buraco físico no mar. O fenômeno altera o geoide, uma superfície imaginária que mostra como o nível médio dos oceanos seria moldado apenas pela gravidade terrestre.

Segundo o estudo do Instituto Indiano de Ciência, a explicação mais robusta envolve processos profundos do manto terrestre, ligados a movimentos tectônicos iniciados há dezenas de milhões de anos.

Leia Também

O gás raro que subiu pelas fontes termais da Zâmbia e expôs uma falha atravessando a crosta até o manto terrestre

O gás raro que subiu pelas fontes termais da Zâmbia e expôs uma falha atravessando a crosta até o manto terrestre

12/06/2026
O canal de 60 km no fundo do Mar Negro, onde água salgada corre como um rio invisível sob o oceano

O canal de 60 km no fundo do Mar Negro, onde água salgada corre como um rio invisível sob o oceano

12/06/2026
A reserva de 104,5 milhões de toneladas sob a Coreia do Sul que revelou o maior depósito conhecido de argila mineral do mundo

A reserva de 104,5 milhões de toneladas sob a Coreia do Sul que revelou o maior depósito conhecido de argila mineral do mundo

12/06/2026
Por que o Mar de Weddell é considerado uma das regiões mais importantes para o clima da Terra?

Por que o Mar de Weddell é considerado uma das regiões mais importantes para o clima da Terra?

12/06/2026
Diagrama mostra o geoide rebaixado pela gravidade mais fraca

Leia também: Cientistas descobrem grandes anomalias de gravidade nas profundezas da Antártida

Por que o buraco gravitacional muda o nível do mar?

A gravidade depende da quantidade de massa abaixo de uma região. Onde há mais material denso, a atração aumenta; onde há menos massa ou rochas de menor densidade, essa força diminui sutilmente, mas mensurável.

No Baixo Geóide do Oceano Índico, os modelos indicam material quente e menos denso entre cerca de 300 quilômetros e 900 quilômetros de profundidade. Essa diferença ajuda a explicar por que o mar se comporta como se estivesse rebaixado naquela área.

Os principais elementos da anomalia ajudam a dimensionar o fenômeno:

  • A depressão do geoide chega a aproximadamente 106 metros abaixo da média global.
  • A área fica no Oceano Índico, ao sul do Sri Lanka.
  • A origem está ligada a rochas quentes e menos densas no manto terrestre.
  • O fenômeno não é sentido por pessoas ou embarcações, mas aparece em medições científicas.
Corte do manto mostra rochas quentes ligadas à gravidade fraca

Como um oceano extinto ajudou a formar essa anomalia?

A origem da anomalia passa pelo desaparecimento do Oceano Tétis, um antigo mar que existiu entre os blocos continentais de Gondwana e Laurásia. Há cerca de 50 milhões de anos, a placa tectônica indiana avançou para o norte e empurrou partes desse assoalho oceânico para dentro do manto.

Esse material afundado alterou a circulação profunda de rochas quentes e ajudou a deslocar plumas de magma para baixo do norte do Oceano Índico. Com o tempo, essas plumas formaram regiões de menor densidade, reduzindo a força da gravidade na superfície acima delas.

Placas antigas do Tétis alteram o manto sob o Oceano Índico

O que as plumas do manto revelam sobre o buraco gravitacional?

As plumas de magma não são rios de lava no sentido comum. Elas são volumes de rocha quente que sobem lentamente no interior da Terra e, por serem menos densas, interferem no campo de gravidade acima da região.

No IOGL, essas plumas parecem ter relação com a chamada African LLSVP, uma grande estrutura quente sob a África e parte do Oceano Índico. A conexão mostra como eventos antigos, invisíveis na superfície, continuam deixando marcas no planeta.

Para visualizar esse fenômeno de forma mais acessível, o canal INCRÍVEL, que reúne 18,4 milhões de inscritos, apresenta uma explicação sobre o chamado buraco gravitacional do Oceano Índico. O conteúdo soma 5.476 visualizações e mostra como a anomalia se conecta a mistérios geológicos e à estrutura profunda da Terra:

Por que o buraco gravitacional importa para a geologia?

A diferença de gravidade no Oceano Índico é imperceptível para quem passa pela região, seja em um navio, seja em um avião. Ainda assim, ela funciona como uma janela para camadas profundas da Terra.

O processo combina eventos antigos que continuam influenciando a estrutura do planeta:

  • O fechamento do Oceano Tétis, ligado à colisão da placa indiana com a Ásia.
  • O afundamento de placas oceânicas antigas no manto terrestre.
  • A ascensão de plumas quentes associadas ao Superpenacho Africano.
  • A formação da anomalia há cerca de 20 milhões de anos, segundo simulações geofísicas.

O que esse buraco gravitacional revela sobre a Terra?

O Baixo Geóide do Oceano Índico mostra que a superfície terrestre ainda carrega sinais de oceanos extintos, colisões continentais e movimentos lentos do manto. Mesmo sem ser visto a olho nu, o fenômeno altera a forma como o nível do mar se organiza naquela parte do planeta.

O chamado buraco gravitacional não é apenas uma curiosidade do mapa. Ele revela que a Terra continua sendo moldada por forças profundas, capazes de deixar marcas mensuráveis no oceano milhões de anos depois dos eventos que as criaram.

Tags: Ciênciageologiaoceano

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Últimas notícias

A psicologia revela as 3 cores que podem fazer você parecer menos inteligente à primeira vista

A psicologia revela as 3 cores que podem fazer você parecer menos inteligente à primeira vista

12/06/2026
O segredo geológico que faz o Everest crescer lentamente há milhões de anos

O segredo geológico que faz o Everest crescer lentamente há milhões de anos

12/06/2026
O gás raro que subiu pelas fontes termais da Zâmbia e expôs uma falha atravessando a crosta até o manto terrestre

O gás raro que subiu pelas fontes termais da Zâmbia e expôs uma falha atravessando a crosta até o manto terrestre

12/06/2026
O canal de 60 km no fundo do Mar Negro, onde água salgada corre como um rio invisível sob o oceano

O canal de 60 km no fundo do Mar Negro, onde água salgada corre como um rio invisível sob o oceano

12/06/2026
A árvore de flores rosadas que floresce no inverno, cresce em vasos pequenos e cabe em qualquer varanda

A árvore japonesa que cresce devagar em vasos e abre flores delicadas quando quase todas as plantas descansam

12/06/2026

A primeira plataforma de conteúdo cem por cento comprometida com a defesa do capitalismo e do livre mercado. Jornalismo de excelência, focado no que é relevante, com clareza e objetividade.

  • INSTITUCIONAL
    • Nosso pacto
    • Nossa equipe
    • Perguntas frequentes
    • Anuncie conosco
    • Fale conosco
    • Política de privacidade e termos de uso
  • EDITORIAS
    • Colunistas
    • Política
    • Economia
    • Brasil
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Agronegócio
  • FAQ
    • Crie uma conta
    • Assine a revista

Copyright © 2024 Revista Oeste. Todos os direitos reservados. CNPJ 19.608.677/0001-35

Sem resultado
Veja todos os resultados
Assine
  • A Oeste
    • Por que Oeste
    • Nosso pacto
    • Nossa equipe
    • Perguntas frequentes
    • Fale conosco
    • Rádio
  • Colunistas
    • J. R. Guzzo
    • Augusto Nunes
    • Alexandre Garcia
    • Ana Paula Henkel
    • Rodrigo Constantino
    • Guilherme Fiuza
    • Evaristo de Miranda
    • Flávio Gordon
    • Dagomir Marquezi
    • Deonísio da Silva
    • Ubiratan Jorge Iorio
    • Roberto Motta
    • Adalberto Piotto
    • Flavio Morgenstern
    • Salim Mattar
    • Frank Furedi
    • Jeffrey A. Tucker
    • Theodore Dalrymple
    • Spiked
      • Andrew Doyle
      • Brendan O’Neill
      • Sean Collins
      • Shaun Cammack
      • Tim Black
      • Tom Slater
  • Política
  • Economia
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Brasil
  • Mundo
  • No Ponto
  • Vídeos
    • Oeste Sem Filtro
    • Faroeste à Brasileira
    • Jornal da Oeste
    • Oeste Negócios
    • Estúdio Oeste
    • A Força do Agro
    • Outra Coisa
    • As Liberais
    • OesteCast
  • Edições Oeste

Copyright © 2024 Revista Oeste. Todos os direitos reservados. CNPJ 19.608.677/0001-35