Sem resultado
Veja todos os resultados
Pesquisar
Oeste Geral
Entrar Assine
  • A Oeste
    • Por que Oeste
    • Nosso pacto
    • Nossa equipe
    • Perguntas frequentes
    • Fale conosco
    • Rádio
  • Colunistas
    • J. R. Guzzo
    • Augusto Nunes
    • Alexandre Garcia
    • Ana Paula Henkel
    • Rodrigo Constantino
    • Guilherme Fiuza
    • Evaristo de Miranda
    • Flávio Gordon
    • Dagomir Marquezi
    • Deonísio da Silva
    • Ubiratan Jorge Iorio
    • Roberto Motta
    • Adalberto Piotto
    • Flavio Morgenstern
    • Salim Mattar
    • Frank Furedi
    • Jeffrey A. Tucker
    • Theodore Dalrymple
    • Spiked
      • Andrew Doyle
      • Brendan O’Neill
      • Sean Collins
      • Shaun Cammack
      • Tim Black
      • Tom Slater
  • Política
  • Economia
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Brasil
  • Mundo
  • No Ponto
  • Vídeos
    • Oeste Sem Filtro
    • Faroeste à Brasileira
    • Jornal da Oeste
    • Oeste Negócios
    • Estúdio Oeste
    • A Força do Agro
    • Outra Coisa
    • As Liberais
    • OesteCast
  • Edições Oeste
Sem resultado
Veja todos os resultados
Pesquisar
Oeste Geral
Entrar Assine
Oeste Geral
Entrar
Sem resultado
Veja todos os resultados
Início Ciência

Esse réptil viveu há 289 milhões de anos e revelou a origem de uma habilidade que você usa todos os dias: respirar

Gessika Cristiny Santos de Oliveira Por Gessika Cristiny Santos de Oliveira
05 junho 2026 22:05
Em Ciência
Esse réptil viveu há 289 milhões de anos e revelou a origem de uma habilidade que você usa todos os dias: respirar

Descoberta de fóssil revela origem da respiração costal há duzentos e oitenta e nove milhões de anos

Respirar é uma ação tão automática que raramente pensamos em sua origem evolutiva. No entanto, uma descoberta extraordinária sobre a respiração costal está ajudando os cientistas a entender quando surgiu o mecanismo respiratório utilizado pela maioria dos vertebrados terrestres modernos. Graças a fósseis excepcionalmente preservados de um pequeno réptil chamado Captorhinus aguti, pesquisadores reconstruíram pela primeira vez um sistema respiratório completo de um amniota primitivo, revelando que a respiração baseada nos movimentos da caixa torácica já existia há cerca de 289 milhões de anos.

Por que essa descoberta sobre a respiração costal é tão importante?

Os amniotas formam um grupo que inclui répteis, aves e mamíferos, representando a grande maioria dos vertebrados terrestres atuais. Durante décadas, os cientistas sabiam que a respiração costal desempenhou um papel fundamental na conquista dos ambientes terrestres, mas não conheciam exatamente sua origem.

O novo estudo oferece uma das evidências mais antigas já encontradas desse mecanismo respiratório, aproximando os pesquisadores da compreensão de como nossos ancestrais passaram a respirar de forma mais eficiente fora da água.

Esse réptil viveu há 289 milhões de anos e revelou a origem de uma habilidade que você usa todos os dias: respirar
O novo estudo traz a evidência mais antiga da respiração costal, essencial para os amniotas na Terra.

Como os primeiros vertebrados respiravam?

Antes do surgimento da respiração costal, os ancestrais dos amniotas utilizavam um sistema semelhante ao observado em muitos anfíbios modernos. Nesse modelo, o ar era impulsionado para os pulmões por movimentos da boca e da garganta.

Leia Também

Múmias congeladas por 30 mil anos revelam um segredo inesperado dos leões da Era do Gelo

Múmias congeladas por 30 mil anos revelam um segredo inesperado dos leões da Era do Gelo

06/06/2026
Fósseis de 520 milhões de anos encontrados na China estão reescrevendo a história dos primeiros animais

Fósseis de 520 milhões de anos encontrados na China estão reescrevendo a história dos primeiros animais

06/06/2026
Um escorpião gigante e aterrorizante, medindo 1 metro de comprimento, vagava pela Grã-Bretanha há 415 milhões de anos atrás

Um escorpião gigante e aterrorizante, medindo 1 metro de comprimento, vagava pela Grã-Bretanha há 415 milhões de anos atrás

06/06/2026
Pesquisadores analisam grande osso fossilizado em escavação arqueológica no semiárido, com equipe de campo ao fundo.

Morador acha fóssil de gigante de 5 toneladas no interior do RN, e cientistas confirmam: viveu aqui há milhares de anos

06/06/2026

Embora eficiente para animais que vivem em ambientes úmidos, esse método possui limitações para sustentar atividades prolongadas e estilos de vida mais ativos em terra firme.

As principais diferenças entre os sistemas respiratórios incluem:

  • Respiração por bombeamento da garganta nos anfíbios.
  • Expansão da caixa torácica nos amniotas.
  • Maior eficiência na absorção de oxigênio.
  • Melhor eliminação de dióxido de carbono.

Leia também: Micróbios descobertos a 1.250 metros de profundidade podem transformar CO₂ em rocha em poucas semanas

O que os cientistas encontraram no fóssil?

Os fósseis analisados foram descobertos em Richards Spur, no estado de Oklahoma, nos Estados Unidos. As condições geológicas do local permitiram uma preservação excepcional de estruturas anatômicas raramente encontradas em espécimes tão antigos.

Utilizando tomografia de nêutrons, uma técnica avançada de imagem tridimensional, os pesquisadores identificaram um conjunto completo de estruturas relacionadas à respiração, incluindo costelas, esterno segmentado e conexões musculares associadas ao movimento torácico.

Esse réptil viveu há 289 milhões de anos e revelou a origem de uma habilidade que você usa todos os dias: respirar
Tomografia de nêutrons em fósseis de Oklahoma revelou estruturas completas da respiração torácica antiga.

Por que a respiração costal foi uma inovação tão importante?

A capacidade de expandir a caixa torácica permitiu que esses animais movimentassem maiores volumes de ar para os pulmões. Isso aumentou significativamente a eficiência respiratória e favoreceu níveis mais elevados de atividade física.

Com maior disponibilidade de oxigênio, os amniotas puderam explorar ambientes mais secos e diversificados, reduzindo sua dependência de habitats aquáticos ou extremamente úmidos.

Os benefícios dessa adaptação incluíam:

  • Maior resistência física.
  • Melhor desempenho metabólico.
  • Capacidade de ocupar novos habitats.
  • Expansão da diversidade dos vertebrados terrestres.

Leia também: Descoberta de um ganso de 14 milhões de anos desafia teorias sobre a origem das aves neozelandesas

Que outra surpresa os fósseis revelaram?

Além da anatomia respiratória, os pesquisadores identificaram vestígios de proteínas fossilizadas preservadas no espécime. Esse achado é particularmente impressionante porque essas moléculas normalmente se degradam rapidamente após a morte do organismo.

De acordo com um estudo publicado na revista Nature, esses restos moleculares são quase 100 milhões de anos mais antigos do que qualquer exemplo semelhante conhecido anteriormente. A descoberta abre novas possibilidades para investigar aspectos biológicos de animais extintos com um nível de detalhe que até recentemente parecia impossível. Mais do que revelar a história de um antigo réptil, o fóssil mostra como uma inovação evolutiva surgida há quase 300 milhões de anos continua presente em cada respiração que damos atualmente.

Tags: evolução animalfóssilpaleontologiavertebrados

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Últimas notícias

Onda gigante no oceano vista do alto, com navio cargueiro próximo e mar agitado em cenário de risco marítimo.

Um satélite flagrou no Pacífico uma onda do tamanho de um prédio de 6 andares, e a energia dela cruzou o planeta

06/06/2026
As chaminés hidrotermais que transformam o fundo do oceano em laboratório vivo de pressão, calor e química

As chaminés hidrotermais no fundo do oceano que jorram água acima de 400 graus Celsius e sustentam vida sem precisar de luz solar

06/06/2026
Mulher segura peça de artesanato em rua de cidade catarinense com casas coloridas em estilo enxaimel e calçamento de pedra.

A cidade catarinense do setor têxtil que virou a nº 1 em segurança no Brasil e preserva raízes europeias

06/06/2026
Após 45 anos de descobertas, um novo gigante da astronomia está começando a ganhar vida

Após 45 anos de descobertas, um novo gigante da astronomia está começando a ganhar vida

06/06/2026
Ilustração mostra corte da Terra com núcleo brilhante em destaque, cercado por camadas internas incandescentes e superfície do planeta ao fundo.

O centro da Terra pode esconder hidrogênio equivalente a dezenas de oceanos, e isso muda a história do nosso planeta

06/06/2026

A primeira plataforma de conteúdo cem por cento comprometida com a defesa do capitalismo e do livre mercado. Jornalismo de excelência, focado no que é relevante, com clareza e objetividade.

  • INSTITUCIONAL
    • Nosso pacto
    • Nossa equipe
    • Perguntas frequentes
    • Anuncie conosco
    • Fale conosco
    • Política de privacidade e termos de uso
  • EDITORIAS
    • Colunistas
    • Política
    • Economia
    • Brasil
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Agronegócio
  • FAQ
    • Crie uma conta
    • Assine a revista

Copyright © 2024 Revista Oeste. Todos os direitos reservados. CNPJ 19.608.677/0001-35

Sem resultado
Veja todos os resultados
Assine
  • A Oeste
    • Por que Oeste
    • Nosso pacto
    • Nossa equipe
    • Perguntas frequentes
    • Fale conosco
    • Rádio
  • Colunistas
    • J. R. Guzzo
    • Augusto Nunes
    • Alexandre Garcia
    • Ana Paula Henkel
    • Rodrigo Constantino
    • Guilherme Fiuza
    • Evaristo de Miranda
    • Flávio Gordon
    • Dagomir Marquezi
    • Deonísio da Silva
    • Ubiratan Jorge Iorio
    • Roberto Motta
    • Adalberto Piotto
    • Flavio Morgenstern
    • Salim Mattar
    • Frank Furedi
    • Jeffrey A. Tucker
    • Theodore Dalrymple
    • Spiked
      • Andrew Doyle
      • Brendan O’Neill
      • Sean Collins
      • Shaun Cammack
      • Tim Black
      • Tom Slater
  • Política
  • Economia
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Brasil
  • Mundo
  • No Ponto
  • Vídeos
    • Oeste Sem Filtro
    • Faroeste à Brasileira
    • Jornal da Oeste
    • Oeste Negócios
    • Estúdio Oeste
    • A Força do Agro
    • Outra Coisa
    • As Liberais
    • OesteCast
  • Edições Oeste

Copyright © 2024 Revista Oeste. Todos os direitos reservados. CNPJ 19.608.677/0001-35