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Início Ciência

A cicatriz no fundo do oceano que aparece quando uma placa mergulha sob outra e muda o relevo da Terra

Laila Por Laila
07 junho 2026 21:35
Em Ciência
Fossa oceânica aparece como cicatriz tectônica no fundo do mar

Fossa oceânica aparece como cicatriz tectônica no fundo do mar

No fundo do oceano, algumas marcas parecem cortes abertos na crosta da Terra. As fossas oceânicas surgem quando placas tectônicas colidem, uma delas afunda no manto e deixa um abismo capaz de reorganizar vulcões, terremotos, ilhas e montanhas.

Como essa cicatriz se forma no fundo do oceano?

A superfície da Terra é dividida em cerca de 12 a 14 placas rígidas, que se deslocam lentamente sobre o manto. Segundo o registro sobre fossa oceânica, essas depressões profundas aparecem principalmente em zonas onde uma placa mergulha sob outra.

Esse processo recebe o nome de subducção. Quando uma crosta oceânica antiga, fria e mais densa encontra outra placa, ela desce em direção ao interior do planeta e abre uma depressão estreita no assoalho marinho.

Placa oceânica mergulha e cria uma fossa profunda no assoalho

Leia também: Estudo desmonta teoria antiga sobre cânions submarinos e revela o papel decisivo da gravidade no fundo do oceano

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Por que placas tectônicas criam abismos no oceano?

A história começa longe da fossa. Nas dorsais mesoceânicas, o magma sobe, esfria e forma nova crosta oceânica. Essa crosta se afasta lentamente, em ritmos de poucos centímetros por ano, enquanto envelhece, perde calor e acumula sedimentos.

A sequência que transforma o assoalho marinho em uma grande depressão segue etapas bem definidas:

  • O calor do manto empurra material quente para cima nas dorsais oceânicas.
  • O magma extrusado forma nova crosta no fundo do mar.
  • A crosta se afasta da dorsal, esfria, contrai e fica mais densa.
  • Ao encontrar outra placa, a parte mais densa afunda e forma a fossa.
Crosta oceânica esfria, afunda e abre um abismo no oceano

Por que a Fossa das Marianas é o maior exemplo desse processo?

A Fossa das Marianas, no oeste do Oceano Pacífico, é o caso mais extremo conhecido. De acordo com a Britannica, ela se formou pela subducção da Placa do Pacífico sob a microplaca das Marianas.

Seu ponto mais profundo é o Challenger Deep, com cerca de 10.994 metros. Se o Monte Everest, com 8.848,86 metros, fosse colocado ali, ainda ficaria coberto por mais de 2 quilômetros de água.

O que acontece quando uma placa mergulha sob outra?

A subducção não cria apenas uma depressão no fundo marinho. Quando a placa desce, ela acumula tensão, aquece e altera a composição das rochas em profundidade, criando condições para terremotos e formação de magma.

Por isso, fossas, vulcões e ilhas costumam aparecer em conjunto. A conexão entre esses fenômenos pode ser entendida assim:

  • A placa que mergulha acumula tensão tectônica e pode gerar terremotos intensos.
  • O calor e a pressão provocam derretimento parcial de rochas em profundidade.
  • O magma que sobe pode formar vulcões e arcos de ilhas.
  • No Pacífico, muitas ilhas vulcânicas surgem em faixas paralelas às fossas.

Como fossas no oceano também ajudam a erguer montanhas?

O mesmo mecanismo que abre abismos no mar pode levantar cadeias montanhosas em terra firme. Na América do Sul, a Placa de Nazca mergulha sob a Placa Sul-Americana, formando a Fossa Peru-Chile e ajudando a erguer a Cordilheira dos Andes.

Para visualizar a escala extrema dessas regiões, o canal Você Sabia?, com 47,2 milhões de inscritos, publicou um vídeo com 1.280.249 visualizações sobre a Fossa das Marianas, o Challenger Deep, as explorações humanas e as formas de vida encontradas no ponto mais profundo do oceano:

Por que explorar o ponto mais profundo do oceano é tão difícil?

A profundidade da Fossa das Marianas impõe pressão extrema, escuridão total e grandes desafios de comunicação e engenharia. Em 1960, Jacques Picard e Don Walsh chegaram ao fundo com o submersível Trieste.

Décadas depois, em 2012, James Cameron desceu ao Challenger Deep em expedição registrada pela National Geographic. Mesmo nesse ambiente hostil, há organismos adaptados à pressão, à falta de luz e à escassez de alimento.

Por que essas fossas revelam a força escondida da Terra?

Uma fossa no fundo do oceano é a marca visível de um processo que começa no calor do manto e termina em terremotos, vulcões, ilhas e montanhas. O que parece apenas um abismo submerso é uma zona ativa de reciclagem da crosta terrestre.

A Fossa das Marianas, a Fossa Peru-Chile e os Andes mostram que o relevo do planeta está em movimento contínuo. Em escala geológica, um mergulho silencioso de uma placa sob outra pode redesenhar tanto o fundo marinho quanto a superfície dos continentes.

Tags: Ciênciageologiaoceano

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