Sem resultado
Veja todos os resultados
Pesquisar
Oeste Geral
Entrar Assine
  • A Oeste
    • Por que Oeste
    • Nosso pacto
    • Nossa equipe
    • Perguntas frequentes
    • Fale conosco
    • Rádio
  • Colunistas
    • J. R. Guzzo
    • Augusto Nunes
    • Alexandre Garcia
    • Ana Paula Henkel
    • Rodrigo Constantino
    • Guilherme Fiuza
    • Evaristo de Miranda
    • Flávio Gordon
    • Dagomir Marquezi
    • Deonísio da Silva
    • Ubiratan Jorge Iorio
    • Roberto Motta
    • Adalberto Piotto
    • Flavio Morgenstern
    • Salim Mattar
    • Frank Furedi
    • Jeffrey A. Tucker
    • Theodore Dalrymple
    • Spiked
      • Andrew Doyle
      • Brendan O’Neill
      • Sean Collins
      • Shaun Cammack
      • Tim Black
      • Tom Slater
  • Política
  • Economia
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Brasil
  • Mundo
  • No Ponto
  • Vídeos
    • Oeste Sem Filtro
    • Faroeste à Brasileira
    • Jornal da Oeste
    • Oeste Negócios
    • Estúdio Oeste
    • A Força do Agro
    • Outra Coisa
    • As Liberais
    • OesteCast
  • Edições Oeste
Sem resultado
Veja todos os resultados
Pesquisar
Oeste Geral
Entrar Assine
Oeste Geral
Entrar
Sem resultado
Veja todos os resultados
Início Ciência

A chuva recorde que fez um lago pré-histórico reaparecer no ponto mais baixo da América do Norte

Laila Por Laila
11 junho 2026 12:05
Em Ciência
Lago Manly reaparece raso sobre a planície de sal do Vale da Morte

Lago Manly reaparece raso sobre a planície de sal do Vale da Morte

Um lago surgindo no Vale da Morte parece uma contradição para quem associa a região a calor extremo, sal e aridez. Mas, em 2025, uma sequência incomum de chuvas recriou uma lâmina d’água sobre a Bacia de Badwater, onde existiu o antigo Lago Manly.

Como um lago voltou a aparecer no Vale da Morte?

O retorno do Lago Manly aconteceu porque a água das tempestades escorreu para a parte mais baixa da bacia. A Bacia de Badwater, na Califórnia, fica a 85,9 metros abaixo do nível do mar, o ponto mais baixo da América do Norte.

Segundo a AccuWeather, o parque registrou seu outono mais chuvoso desde o início das medições, em 1911. Entre setembro e novembro de 2025, caíram 61,2 milímetros de chuva, mais do que a média anual de 56 milímetros.

Bacia de Badwater acumula água rasa entre sal e montanhas áridas

Leia também: O mistério das rochas que se movem sozinhas e desafiaram a ciência no Vale da Morte

Leia Também

A placa de trânsito rara que avisa sobre buraco, depressão na pista e risco de perder o controle do carro

O que significa a placa de trânsito em losango amarelo com a palavra DIP no meio?

11/06/2026
A cachoeira submarina que despeja milhões de metros cúbicos de água por segundo e ajuda a regular o clima global

A queda d’água de 3,5 km no Estreito da Dinamarca que supera todas as cachoeiras visíveis do planeta

11/06/2026
A 100 anos-luz da Terra, este planeta pode ter 30% de sua massa formada por água e nenhum continente visível

O planeta a 100 anos-luz que pode ter um oceano global muito mais profundo que todos os mares da Terra

11/06/2026
O campo magnético da Terra se moveu mais de 2.250 km e agora obriga sistemas de navegação a recalcular rotas no mundo inteiro

O campo magnético invisível que mudou de ritmo e obrigou aviões, navios e celulares a recalcular o norte

11/06/2026

Por que esse lago pré-histórico existia antes do deserto?

Antes de virar a paisagem seca conhecida hoje, o Vale da Morte teve fases muito mais úmidas. Entre 128 mil e 186 mil anos atrás, o antigo Lago Manly ocupava grande parte da bacia e podia chegar a quase 160 quilômetros de comprimento.

Esse corpo d’água atingia cerca de 180 metros de profundidade em períodos climáticos favoráveis. Depois, com mudanças naturais no clima, recuo de geleiras e evaporação prolongada, a água desapareceu e deixou para trás a planície branca de sal.

A história da bacia pode ser entendida em etapas:

  • Fase úmida antiga, quando a bacia acumulava um grande volume de água.
  • Redução das entradas de água, ligada a mudanças climáticas e glaciais.
  • Evaporação intensa, que concentrou sais e sedimentos no fundo.
  • Retornos temporários, quando chuvas extremas recriam um espelho raso.
Ilustração compara o antigo Lago Manly profundo com a salina atual

O que tornou a chuva de 2025 tão fora do padrão?

O dado mais incomum foi a concentração de chuva em poucos meses. Só em novembro de 2025, o Vale da Morte acumulou 44,7 milímetros, superando o recorde anterior de 43,2 milímetros, registrado em 1923.

De acordo com o Los Angeles Times, o retorno da água atraiu visitantes interessados em ver a paisagem rara. Em 2025, porém, o espelho d’água era raso demais para atividades como caiaque.

Por que o lago de 2025 foi mais raso que o anterior?

O lago que reapareceu em 2025 formou mais uma lâmina rasa sobre o sal do que um corpo d’água profundo. Em muitos pontos, a água mal passava da sola dos sapatos, suficiente para criar reflexos, mas não para navegação recreativa.

A diferença fica clara quando comparada ao ressurgimento anterior, causado por chuvas ligadas aos remanescentes do furacão Hilary e a um rio atmosférico:

EventoComo o lago apareceuResultado visível
2024Chuvas intensas após o furacão Hilary e rio atmosféricoÁgua mais profunda, com áreas usadas por caiaques
2025Outono recorde e novembro excepcionalmente chuvosoEspelho raso sobre a planície de sal
Em comumAcúmulo temporário em uma bacia fechadaEvaporação rápida e duração limitada

Como o calor extremo apaga o lago em pouco tempo?

O Vale da Morte é conhecido por temperaturas extremas e ar muito seco. A região já registrou 54,4 °C em agosto de 2020, uma das maiores temperaturas medidas oficialmente no planeta.

Esse calor acelera a evaporação e faz o lago temporário perder volume rapidamente. Mesmo quando a chuva recria o Lago Manly, a permanência depende da profundidade inicial, de novas precipitações, do vento e da temperatura nas semanas seguintes.

Para visualizar a escala do Vale da Morte e suas condições extremas, o canal Viajo Porque Preciso, com 182 mil inscritos, mostra uma passagem pela região em meio a mudanças bruscas de temperatura, estradas fechadas, dunas, cratera vulcânica e pontos clássicos do parque:

O lago temporário aponta para mudanças no clima?

Um episódio isolado não basta para explicar sozinho o futuro climático do deserto. Ainda assim, chuvas tão intensas em uma região marcada pela aridez chamam atenção porque mostram como eventos extremos podem transformar rapidamente uma paisagem conhecida.

O contraste é o elemento principal: uma área que costuma receber pouquíssima chuva pode, em poucos meses, acumular água suficiente para revelar a antiga forma de um lago. Depois, o mesmo calor que define o lugar começa a apagar a cena.

O que esse lago revela sobre a memória do deserto?

O retorno do Lago Manly não muda a identidade árida do Vale da Morte, mas expõe uma camada antiga da paisagem. A planície de sal é o vestígio de um ambiente que já acumulou muita água e que ainda responde a chuvas excepcionais.

Por isso, o lago de 2025 funciona como uma lembrança geológica visível por pouco tempo. Ele mostra que até os desertos mais extremos guardam marcas de outros climas, outros ciclos de água e outras versões da própria Terra.

Tags: CiênciaCuriosidadesdeserto

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Últimas notícias

A placa de trânsito rara que avisa sobre buraco, depressão na pista e risco de perder o controle do carro

O que significa a placa de trânsito em losango amarelo com a palavra DIP no meio?

11/06/2026
Bilhões de pessoas podem estar respirando um poluente tóxico pouco conhecido

Bilhões de pessoas podem estar respirando um poluente tóxico pouco conhecido

11/06/2026
Jeff Bezos, fundador da Amazon e um dos empresários mais influentes do mundo: “As pessoas que estão certas na maioria das vezes são aquelas que mudam de ideia com frequência”

Jeff Bezos, fundador da Amazon e um dos empresários mais influentes do mundo: “As pessoas que estão certas na maioria das vezes são aquelas que mudam de ideia com frequência”

11/06/2026
Como podar um limoeiro para obter uma planta viçosa e muitos frutos

A técnica caseira de poda no limoeiro que deixa a copa mais aberta e reduz o risco de fungos nos galhos

11/06/2026
Após milênios seco, antigo lago do Vale da Morte volta a aparecer com chuva acima da média anual do parque

A chuva recorde que fez um lago pré-histórico reaparecer no ponto mais baixo da América do Norte

11/06/2026

A primeira plataforma de conteúdo cem por cento comprometida com a defesa do capitalismo e do livre mercado. Jornalismo de excelência, focado no que é relevante, com clareza e objetividade.

  • INSTITUCIONAL
    • Nosso pacto
    • Nossa equipe
    • Perguntas frequentes
    • Anuncie conosco
    • Fale conosco
    • Política de privacidade e termos de uso
  • EDITORIAS
    • Colunistas
    • Política
    • Economia
    • Brasil
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Agronegócio
  • FAQ
    • Crie uma conta
    • Assine a revista

Copyright © 2024 Revista Oeste. Todos os direitos reservados. CNPJ 19.608.677/0001-35

Sem resultado
Veja todos os resultados
Assine
  • A Oeste
    • Por que Oeste
    • Nosso pacto
    • Nossa equipe
    • Perguntas frequentes
    • Fale conosco
    • Rádio
  • Colunistas
    • J. R. Guzzo
    • Augusto Nunes
    • Alexandre Garcia
    • Ana Paula Henkel
    • Rodrigo Constantino
    • Guilherme Fiuza
    • Evaristo de Miranda
    • Flávio Gordon
    • Dagomir Marquezi
    • Deonísio da Silva
    • Ubiratan Jorge Iorio
    • Roberto Motta
    • Adalberto Piotto
    • Flavio Morgenstern
    • Salim Mattar
    • Frank Furedi
    • Jeffrey A. Tucker
    • Theodore Dalrymple
    • Spiked
      • Andrew Doyle
      • Brendan O’Neill
      • Sean Collins
      • Shaun Cammack
      • Tim Black
      • Tom Slater
  • Política
  • Economia
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Brasil
  • Mundo
  • No Ponto
  • Vídeos
    • Oeste Sem Filtro
    • Faroeste à Brasileira
    • Jornal da Oeste
    • Oeste Negócios
    • Estúdio Oeste
    • A Força do Agro
    • Outra Coisa
    • As Liberais
    • OesteCast
  • Edições Oeste

Copyright © 2024 Revista Oeste. Todos os direitos reservados. CNPJ 19.608.677/0001-35