Sem resultado
Veja todos os resultados
Pesquisar
Oeste Geral
Entrar Assine
  • A Oeste
    • Por que Oeste
    • Nosso pacto
    • Nossa equipe
    • Perguntas frequentes
    • Fale conosco
    • Rádio
  • Colunistas
    • J. R. Guzzo
    • Augusto Nunes
    • Alexandre Garcia
    • Ana Paula Henkel
    • Rodrigo Constantino
    • Guilherme Fiuza
    • Evaristo de Miranda
    • Flávio Gordon
    • Dagomir Marquezi
    • Deonísio da Silva
    • Ubiratan Jorge Iorio
    • Roberto Motta
    • Adalberto Piotto
    • Flavio Morgenstern
    • Salim Mattar
    • Frank Furedi
    • Jeffrey A. Tucker
    • Theodore Dalrymple
    • Spiked
      • Andrew Doyle
      • Brendan O’Neill
      • Sean Collins
      • Shaun Cammack
      • Tim Black
      • Tom Slater
  • Política
  • Economia
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Brasil
  • Mundo
  • No Ponto
  • Vídeos
    • Oeste Sem Filtro
    • Faroeste à Brasileira
    • Jornal da Oeste
    • Oeste Negócios
    • Estúdio Oeste
    • A Força do Agro
    • Outra Coisa
    • As Liberais
    • OesteCast
  • Edições Oeste
Sem resultado
Veja todos os resultados
Pesquisar
Oeste Geral
Entrar Assine
Oeste Geral
Entrar
Sem resultado
Veja todos os resultados
Início Ciência

Paleontólogos analisam 33 mil anos de tártaro humano e fazem descoberta surpreendente sobre os insetos

Gessika Cristiny Santos de Oliveira Por Gessika Cristiny Santos de Oliveira
12 junho 2026 17:05
Em Ciência
Paleontólogos analisam 33 mil anos de tártaro humano e fazem descoberta surpreendente sobre os insetos

Fatores climáticos e evolutivos moldaram a dieta e reduziram enzimas digestivas europeias.

A descoberta feita por cientistas ao analisar 33 mil anos de tártaro humano está mudando a forma como entendemos a relação dos europeus com o consumo de insetos. Durante décadas, acreditou-se que a rejeição ao consumo desses animais era apenas uma questão cultural. No entanto, um estudo recente revelou evidências de que fatores biológicos e evolutivos podem ter desempenhado um papel importante nessa aversão, trazendo novas respostas sobre hábitos alimentares que acompanham a humanidade há milhares de anos.

Como o tártaro dentário pode revelar hábitos alimentares antigos?

O tártaro dentário funciona como um registro biológico capaz de preservar vestígios microscópicos de alimentos consumidos ao longo da vida. Quando endurece, ele protege fragmentos de DNA que permanecem preservados por milhares de anos.

Ao analisar centenas de amostras de indivíduos que viveram na Eurásia, os pesquisadores conseguiram identificar quais alimentos faziam parte da dieta dessas populações. Os resultados mostraram uma ausência quase completa de sinais genéticos relacionados ao consumo frequente de insetos durante os últimos nove milênios.

Paleontólogos analisam 33 mil anos de tártaro humano e fazem descoberta surpreendente sobre os insetos
A análise do tártaro dentário de indivíduos antigos revelou uma ausência quase total do consumo de insetos na Eurásia nos últimos nove milênios.

Leia também: Como o Homo sapiens aprendeu a sobreviver em desertos, florestas e savanas antes de conquistar o mundo

Leia Também

Cientistas descobrem por que os primeiros animais da Terra demoraram milhões de anos para evoluir

Cientistas descobrem por que os primeiros animais da Terra demoraram milhões de anos para evoluir

12/06/2026
A descoberta de um único osso levou cientistas a identificar um predador “estranho” perdido há 120 milhões de anos

A descoberta de um único osso levou cientistas a identificar um predador “estranho” perdido há 120 milhões de anos

12/06/2026
Cientistas descobrem espécie de uma rara tartaruga-cornuda que viveu na Patagônia entre 72 e 67 milhões de anos atrás

Cientistas descobrem espécie de uma rara tartaruga-cornuda que viveu na Patagônia entre 72 e 67 milhões de anos atrás

12/06/2026
Os “dragões galeses” finalmente revelam seu segredo após 200 milhões de anos

Os “dragões galeses” finalmente revelam seu segredo após 200 milhões de anos

11/06/2026

Por que os europeus desenvolveram aversão ao consumo de insetos?

Os cientistas acreditam que o clima teve papel fundamental nesse processo. Em regiões frias, os insetos eram menos abundantes e exigiam mais energia para serem encontrados e consumidos. Com isso, outras fontes de alimento passaram a oferecer uma vantagem maior para a sobrevivência.

Essa mudança ocorreu de forma gradual ao longo de milhares de anos. Alguns dos fatores apontados pelos pesquisadores incluem:

  • Baixa disponibilidade de insetos durante os períodos frios.
  • Maior dependência da caça de grandes animais.
  • Expansão da agricultura e da pecuária.
  • Busca por alimentos com melhor retorno energético.

O que a descoberta sobre o consumo de insetos revela sobre a evolução humana?

Além dos hábitos alimentares, o estudo identificou mudanças em genes relacionados à digestão da quitina, substância presente no exoesqueleto dos insetos. Essas alterações sugerem que o organismo humano se adaptou às condições alimentares predominantes em determinadas regiões.

Os pesquisadores destacam que a redução da atividade de enzimas digestivas específicas ocorreu porque o consumo de insetos se tornou cada vez menos comum. Entre os principais achados estão:

  • Diminuição da eficiência de enzimas que processam quitina.
  • Adaptação gradual às dietas predominantes na Europa.
  • Influência da seleção natural ao longo de milhares de anos.
  • Possível impacto biológico nas preferências alimentares atuais.
Paleontólogos analisam 33 mil anos de tártaro humano e fazem descoberta surpreendente sobre os insetos
A evolução reduziu enzimas que digerem insetos devido à adaptação humana a dietas sem a quitina.

Leia também: Microrganismo recém-descoberto cresce, vira gigante e começa a caçar seus próprios clones

Os europeus podem consumir insetos atualmente?

A pesquisa não indica que os europeus sejam incapazes de comer insetos. O estudo apenas mostra que houve uma redução na capacidade de digerir grandes quantidades de quitina presente em insetos inteiros. Isso não impede o consumo de produtos processados derivados desses animais.

Atualmente, a indústria alimentícia utiliza tecnologias que transformam insetos em farinhas e proteínas altamente processadas. Nesse formato, a quitina é reduzida ou modificada, tornando o alimento mais fácil de ser incorporado à dieta. A descoberta reforça que a aversão aos insetos pode ter raízes biológicas, mas também mostra que avanços tecnológicos podem superar limitações desenvolvidas ao longo da evolução humana.

Tags: evolução humanahábitos alimentaresinsetospaleontologia

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Últimas notícias

Esta mistura natural ajuda a devolver brilho aos fios e reduzir o contraste dos cabelos brancos sem produtos químicos

Esta mistura natural ajuda a devolver brilho aos fios e reduzir o contraste dos cabelos brancos sem produtos químicos

12/06/2026
Homem com aparência de filósofo antigo escreve uma carta à luz de vela em um ambiente de pedra.

A carta de Sêneca a Lucílio que explica a ansiedade moderna: “sofremos mais na imaginação do que na realidade”

12/06/2026
O que significa a placa de trânsito com borda verde e número no centro que pode aparecer nas estradas?

O que significa a placa de trânsito circular com borda verde, fundo branco e um número no centro?

12/06/2026
Eclipse solar total com a Lua cobrindo o Sol e a coroa solar brilhando ao redor em um céu escuro.

O eclipse solar total de 2027 pode deixar o dia escuro por 6 minutos e 23 segundos

12/06/2026
Cinco praias entre as melhores do Brasil: a cidade nordestina com mar de águas calmas para banho

Cinco praias entre as melhores do Brasil: a cidade nordestina com mar de águas calmas para banho

12/06/2026

A primeira plataforma de conteúdo cem por cento comprometida com a defesa do capitalismo e do livre mercado. Jornalismo de excelência, focado no que é relevante, com clareza e objetividade.

  • INSTITUCIONAL
    • Nosso pacto
    • Nossa equipe
    • Perguntas frequentes
    • Anuncie conosco
    • Fale conosco
    • Política de privacidade e termos de uso
  • EDITORIAS
    • Colunistas
    • Política
    • Economia
    • Brasil
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Agronegócio
  • FAQ
    • Crie uma conta
    • Assine a revista

Copyright © 2024 Revista Oeste. Todos os direitos reservados. CNPJ 19.608.677/0001-35

Sem resultado
Veja todos os resultados
Assine
  • A Oeste
    • Por que Oeste
    • Nosso pacto
    • Nossa equipe
    • Perguntas frequentes
    • Fale conosco
    • Rádio
  • Colunistas
    • J. R. Guzzo
    • Augusto Nunes
    • Alexandre Garcia
    • Ana Paula Henkel
    • Rodrigo Constantino
    • Guilherme Fiuza
    • Evaristo de Miranda
    • Flávio Gordon
    • Dagomir Marquezi
    • Deonísio da Silva
    • Ubiratan Jorge Iorio
    • Roberto Motta
    • Adalberto Piotto
    • Flavio Morgenstern
    • Salim Mattar
    • Frank Furedi
    • Jeffrey A. Tucker
    • Theodore Dalrymple
    • Spiked
      • Andrew Doyle
      • Brendan O’Neill
      • Sean Collins
      • Shaun Cammack
      • Tim Black
      • Tom Slater
  • Política
  • Economia
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Brasil
  • Mundo
  • No Ponto
  • Vídeos
    • Oeste Sem Filtro
    • Faroeste à Brasileira
    • Jornal da Oeste
    • Oeste Negócios
    • Estúdio Oeste
    • A Força do Agro
    • Outra Coisa
    • As Liberais
    • OesteCast
  • Edições Oeste

Copyright © 2024 Revista Oeste. Todos os direitos reservados. CNPJ 19.608.677/0001-35