Sem resultado
Veja todos os resultados
Pesquisar
Oeste Geral
Entrar Assine
  • A Oeste
    • Por que Oeste
    • Nosso pacto
    • Nossa equipe
    • Perguntas frequentes
    • Fale conosco
    • Rádio
  • Colunistas
    • J. R. Guzzo
    • Augusto Nunes
    • Alexandre Garcia
    • Ana Paula Henkel
    • Rodrigo Constantino
    • Guilherme Fiuza
    • Evaristo de Miranda
    • Flávio Gordon
    • Dagomir Marquezi
    • Deonísio da Silva
    • Ubiratan Jorge Iorio
    • Roberto Motta
    • Adalberto Piotto
    • Flavio Morgenstern
    • Salim Mattar
    • Frank Furedi
    • Jeffrey A. Tucker
    • Theodore Dalrymple
    • Spiked
      • Andrew Doyle
      • Brendan O’Neill
      • Sean Collins
      • Shaun Cammack
      • Tim Black
      • Tom Slater
  • Política
  • Economia
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Brasil
  • Mundo
  • No Ponto
  • Vídeos
    • Oeste Sem Filtro
    • Faroeste à Brasileira
    • Jornal da Oeste
    • Oeste Negócios
    • Estúdio Oeste
    • A Força do Agro
    • Outra Coisa
    • As Liberais
    • OesteCast
  • Edições Oeste
Sem resultado
Veja todos os resultados
Pesquisar
Oeste Geral
Entrar Assine
Oeste Geral
Entrar
Sem resultado
Veja todos os resultados
Início Ciência

As pistas genéticas no fundo do mar que revelaram a presença de lula-gigante nos cânions da Austrália

Laila Por Laila
18 junho 2026 07:35
Em Ciência
DNA ambiental revela vida oculta em cânion submarino australiano

DNA ambiental revela vida oculta em cânion submarino australiano

No fundo do mar, a água pode guardar sinais de animais que quase nunca aparecem diante de câmeras. Nos cânions submarinos de Nyinggulu, também conhecidos como Ningaloo, cientistas detectaram vestígios de lula-gigante e de centenas de espécies escondidas.

Como a água revelou animais que ninguém viu diretamente?

A investigação usou DNA ambiental, ou eDNA, uma técnica que identifica fragmentos genéticos deixados por pele, muco, fezes e restos microscópicos de tecido. Assim, os pesquisadores conseguem detectar espécies mesmo sem capturá-las ou filmá-las.

O estudo liderado pela Curtin University analisou amostras dos cânions Cape Range e Cloates, na costa da Austrália Ocidental, em uma região profunda e difícil de observar diretamente.

Navio de pesquisa mapeia cânions profundos perto de Ningaloo

O que os pesquisadores encontraram nos cânions da Austrália?

A expedição foi conduzida pelo Western Australian Museum a bordo do navio de pesquisa R/V Falkor, do Schmidt Ocean Institute. Ao todo, a campanha reuniu mais de 1.000 amostras em diferentes profundidades.

Leia Também

Há 60 milhões de anos, a natureza criou uma caverna tão perfeita que até hoje cientistas tentam explicar sua impressionante geometria

Há 60 milhões de anos, a natureza criou uma caverna tão perfeita que até hoje cientistas tentam explicar sua impressionante geometria

13/07/2026
Esta cobra passa a vida inteira no oceano sem nunca tocar em terra e a ciência explica como

Esta cobra passa a vida inteira no oceano sem nunca tocar em terra e a ciência explica como

13/07/2026
A cachoeira submarina que despeja milhões de metros cúbicos de água por segundo e ajuda a regular o clima global

A maior cachoeira da Terra cai 3,5 km sob o oceano e cresce ao arrastar milhões de metros cúbicos de água pelo caminho

12/07/2026
Uma faixa marrom gigantesca de quase 9 mil km está avançando pelo Oceano Atlântico, já pode ser vista do espaço e ameaça cobrir praias inteiras

Uma faixa marrom gigantesca de quase 9 mil km está avançando pelo Oceano Atlântico, já pode ser vista do espaço e ameaça cobrir praias inteiras

12/07/2026

As coletas chegaram a 4.510 metros, em zonas onde a escuridão, a pressão e a distância da superfície tornam a observação direta limitada. Mesmo assim, o material genético revelou uma fauna muito mais ampla do que as imagens sozinhas mostrariam.

Os principais números são:

1
226 espécies identificadas Os vestígios genéticos revelaram animais de 11 grandes grupos.
2
4.510 metros de profundidade As amostras chegaram a áreas raramente observadas de forma direta.
3
Seis sinais de lula-gigante A espécie Architeuthis dux apareceu em amostras dos dois cânions analisados.

Por que a lula-gigante chamou tanta atenção?

A lula-gigante, ou Architeuthis dux, é um dos animais mais difíceis de observar vivos. Ela pode ultrapassar o tamanho de um ônibus escolar, pesar centenas de quilos e ter olhos com até 30 centímetros de diâmetro.

Nos cânions de Nyinggulu, os sinais genéticos indicam o registro mais ao norte da espécie no leste do Oceano Índico. Para os pesquisadores, porém, o achado não é só sobre um animal raro: ele aponta para um ecossistema inteiro pouco conhecido.

Leia também: Os pesquisadores ainda estão surpresos: um estudo confirma que os cânions submarinos não são formados por rios

Que outros animais apareceram nas amostras?

Além da lula-gigante, o levantamento registrou sinais de peixes de águas profundas, cnidários, equinodermos, lulas, mamíferos marinhos e outros grupos. Algumas espécies nunca tinham sido registradas antes em águas da Austrália Ocidental.

Entre os exemplos citados pelos pesquisadores estão o tubarão-dorminhoco, a enguia Typhlonus nasus e o peixe Rhadinesthes decimus. Também apareceram sinais de baleias de mergulho profundo, como Kogia breviceps e Ziphius cavirostris.

A comparação fica assim:

Grupo O que apareceu Importância
Cefalópodes Lulas e parentes Sinais da lula-gigante e de outros organismos raramente vistos. Raro
Peixes profundos Espécies pouco registradas Animais como tubarão-dorminhoco e peixes de águas escuras. Biodiversidade
Mamíferos marinhos Mergulhadores profundos Sinais de baleias capazes de explorar regiões abaixo da zona iluminada. Conexão

Como o DNA ambiental muda a exploração do oceano?

O DNA ambiental permite investigar grandes áreas com menos interferência no habitat. Em vez de retirar animais ou depender apenas de robôs e câmeras, os cientistas analisam sinais deixados naturalmente na água.

Esse método é especialmente útil no fundo do mar, onde a pressão, o custo e a escuridão tornam cada expedição difícil. Uma única amostra pode indicar organismos frágeis, rápidos ou raros que escapariam dos métodos tradicionais.

Entre as vantagens da técnica estão:

  • detectar animais sem captura direta;
  • mapear espécies raras mesmo sem avistamento;
  • comparar profundidades com comunidades diferentes;
  • reduzir perturbações em habitats sensíveis;
  • orientar futuras expedições em áreas pouco conhecidas.
Cânion profundo reúne sinais de lula gigante, peixes e corais

Por que essa descoberta entra no mapa global da vida marinha?

A descoberta australiana se conecta a um esforço maior para revelar espécies ainda desconhecidas nos oceanos. Segundo a ABC News, o projeto Ocean Census anunciou 1.121 novas espécies marinhas identificadas no mundo entre abril de 2025 e março de 2026.

Esse contexto mostra que os cânions de Ningaloo não são exceção isolada. Eles fazem parte de uma fronteira científica em que o oceano profundo ainda guarda espécies sem registro, distribuições mal compreendidas e ecossistemas que podem mudar antes de serem descritos.

O que os cânions da Austrália revelam sobre o fundo do mar?

Os cânions submarinos da Austrália Ocidental mostram que o fundo do mar ainda funciona como um território de informação invisível. Cada frasco de água analisado pode carregar sinais de animais que passaram por ali sem deixar imagem, som ou vestígio fácil de reconhecer.

A presença da lula-gigante chama atenção, mas o achado maior está no método: pistas genéticas transformam a água em arquivo biológico. Com elas, cientistas começam a montar um mapa mais fiel de uma parte do oceano que permaneceu fora do alcance humano por muito tempo.

Tags: animaisBiologiaCiênciaoceanografia

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Últimas notícias

Essa cor é frequentemente associada a pessoas manipuladoras, segundo estudos em psicologia

Essa cor é frequentemente associada a pessoas manipuladoras, segundo estudos em psicologia

13/07/2026
O antigo provérbio árabe que ensina por que desistir cedo pode custar as maiores recompensas: "A paciência é uma árvore com raízes amargas, mas os frutos…”

O antigo provérbio árabe que ensina por que desistir cedo pode custar as maiores recompensas: “A paciência é uma árvore com raízes amargas, mas os frutos…”

13/07/2026
Sinos de 2.600 anos foram quebrados de propósito em túmulo chinês: arqueólogos descobrem ritual misterioso

Sinos de bronze de 2.600 anos foram quebrados de propósito em túmulo chinês: arqueólogos descobrem ritual misterioso

13/07/2026
Você reconhece a placa triangular com uma cruz preta? Veja o significado antes de dirigir

Você reconhece a placa triangular com uma cruz preta? Veja o significado antes de dirigir

13/07/2026
Henry David Thoreau deixou a lição para uma vida mais equilibrada em apenas 3 cadeiras: "Em minha casa havia três cadeiras: uma para a solidão, duas para a amizade e três para..."

Henry David Thoreau deixou a lição para uma vida mais equilibrada em apenas 3 cadeiras: “Em minha casa havia três cadeiras: uma para a solidão, duas para a amizade e três para…”

13/07/2026

A primeira plataforma de conteúdo cem por cento comprometida com a defesa do capitalismo e do livre mercado. Jornalismo de excelência, focado no que é relevante, com clareza e objetividade.

  • INSTITUCIONAL
    • Nosso pacto
    • Nossa equipe
    • Perguntas frequentes
    • Anuncie conosco
    • Fale conosco
    • Política de privacidade e termos de uso
  • EDITORIAS
    • Colunistas
    • Política
    • Economia
    • Brasil
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Agronegócio
  • FAQ
    • Crie uma conta
    • Assine a revista

Copyright © 2024 Revista Oeste. Todos os direitos reservados. CNPJ 19.608.677/0001-35

Sem resultado
Veja todos os resultados
Assine
  • A Oeste
    • Por que Oeste
    • Nosso pacto
    • Nossa equipe
    • Perguntas frequentes
    • Fale conosco
    • Rádio
  • Colunistas
    • J. R. Guzzo
    • Augusto Nunes
    • Alexandre Garcia
    • Ana Paula Henkel
    • Rodrigo Constantino
    • Guilherme Fiuza
    • Evaristo de Miranda
    • Flávio Gordon
    • Dagomir Marquezi
    • Deonísio da Silva
    • Ubiratan Jorge Iorio
    • Roberto Motta
    • Adalberto Piotto
    • Flavio Morgenstern
    • Salim Mattar
    • Frank Furedi
    • Jeffrey A. Tucker
    • Theodore Dalrymple
    • Spiked
      • Andrew Doyle
      • Brendan O’Neill
      • Sean Collins
      • Shaun Cammack
      • Tim Black
      • Tom Slater
  • Política
  • Economia
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Brasil
  • Mundo
  • No Ponto
  • Vídeos
    • Oeste Sem Filtro
    • Faroeste à Brasileira
    • Jornal da Oeste
    • Oeste Negócios
    • Estúdio Oeste
    • A Força do Agro
    • Outra Coisa
    • As Liberais
    • OesteCast
  • Edições Oeste

Copyright © 2024 Revista Oeste. Todos os direitos reservados. CNPJ 19.608.677/0001-35