O governo Lula e o Supremo Tribunal Federal (STF) fazem nesta quinta-feira, 8, atos para lembrar os três anos das manifestações de 8 de janeiro de 2023.
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Lula, que chamou membros do governo a militância para cerimônia no Palácio do Planalto, deve marcar o ato com o veto ao Projeto da Dosimetria, aprovado no Congresso no fim do ano passado, e que reduziria as penas de todos os condenados pelo 8 de janeiro e pela suposta tentativa de golpe, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Primeiramente, o governo Lula faz uma solenidade interna com representantes dos Três Poderes e convidados; em seguida, deve ser realizada uma mobilização externa liderada por militantes do PT e movimentos sociais alinhados com o partido.
Na capital federal, a mobilização é coordenada pelo PT Nacional, diretório do Distrito Federal, frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, com apoio da Secretaria-Geral da Presidência. A lista completa de entidades participantes não foi divulgada.
Lula convocou todos os ministros para o ato, mas alguns não vão comparecer, e outros não confirmaram presença. A ministra do Planejamento, Simone Tebet, por exemplo, está de férias, e Fernando Haddad, ministro da Fazenda, será representado por Dario Durigan.
O presidente da Corte, Edson Fachin, e o decano, Gilmar Mendes, confirmaram presença no evento de Lula. Alexandre de Moraes, relator dos processos do 8 de janeiro e dos processos do “golpe”, não participará da cerimônia do Planalto.
Presidentes da Câmara e do Senado não vão a evento de Lula
Os presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), não vão comparecer ao ato. Motta, mesmo em Brasília, preferiu não participar, enquanto Alcolumbre está em compromisso no Amapá. A ausência dos chefes do Legislativo repete o que ocorreu em 2025, quando Rodrigo Pacheco (PSD-MG) e Arthur Lira (PP-AL) também não estiveram presentes.

Programação do STF no 8 de janeiro
O STF começa a programação do 8 de janeiro às 14h30, com eventos que incluem exposições, documentários e debates. Às 15h, o STF exibe o documentário “Democracia Inabalada: mãos da reconstrução”, produzido pela TV Justiça. O filme reúne relatos de servidores do STF que presenciaram os atos de 8 de janeiro.
Às 15h30, a Corte organiza um debate entre jornalistas que acompanharam os eventos de 8 de janeiro. Participam Weslley Galzo, Marina Dias e Gabriela Biló, sob mediação de Gabriela Guerreiro, ex-coordenadora de Imprensa do STF.
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A última atividade do dia é a mesa-redonda “Um dia para não esquecer” e terá participação de Ronilso Pacheco, Carlos Fico, Juliana Maia Victoriano da Silva e Felipe Recondo.
Segundo o STF, as atividades desta quinta-feira integram a campanha “Democracia Inabalada”, criada em “resposta aos atos golpistas” do 8 de janeiro, com objetivo de lembrar os três anos das manifestações e celebrar o “fortalecimento da democracia simbolizado pela restauração e reabertura do prédio, concluídas em prazo recorde”.





































De um lado um mentiroso e gatuno pagando para os “ militantes “aparecerem um imbecil conhecido no mundo fará discurso estupido do outro os sem votos sem visto e sem vergonha contarão invencionices numa instituição completamente desacreditada e desprezada pelo povo brasileiro e
Querem criar uma data histórica a fórceps, mas tá difícil de colar heim?