O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) afirmou nesta terça-feira, 17, que “não há motivos” para o alerta de greve de caminhoneiros diante da alta do diesel. Em conversa com jornalistas durante evento de aniversário do ex-ministro José Dirceu (PT), Alckmin disse que o governo Lula da Silva adotou medidas para amortecer os efeitos da guerra no Oriente Médio sobre os combustíveis.
Segundo ele, foram zerados tributos federais, como PIS e Cofins, sobre o diesel, além da concessão de subsídios para reduzir o impacto do aumento de preços. “Você não tem o condão de parar a guerra. O que você pode fazer é minimizar o impacto.”
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Alckmin: alvo de insatisfação
O vice-presidente destacou ainda que o objetivo do governo é garantir o abastecimento e reduzir os efeitos do conflito que envolve Estados Unidos, Israel e Irã sobre a economia brasileira.
Apesar disso, caminhoneiros de diferentes regiões do país voltaram a sinalizar a possibilidade de paralisação nacional. A insatisfação está ligada à escalada do preço do diesel e à avaliação de que as medidas adotadas até agora não foram suficientes.
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Na segunda-feira 16, lideranças do setor aprovaram a mobilização depois de assembleia realizada no Porto de Santos. Ainda não há data definida para o início do movimento, mas parte da categoria defende a ideia de que a greve possa começar ainda nesta semana.
A possibilidade de paralisação de caminhoneiros afetou o mercado brasileiro nos minutos finais do pregão desta terça-feira, 17, reforçando o quadro de instabilidade às vésperas da decisão dos juros pelo Comitê de Política Monetária do Banco Central.
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Estamos esperando esse traidor descarado vir fazer caminhada com o Taxxad para enche- lo de ovos podres
A matéria ressalta dois pointos interessantes. Primeiro, o Alckmin meteu mesmo o pé na jaca. Estava no aniversário de um ex-aprendiz de guerrilheiro corrupto e falou abobrinhas. Segundo, como sempre os tais de caminhoneiros só se mexem quando a coisa bate nos traseiros deles afetando seu lucro. São uma categoria profissional como qualquer outra cuja importância lhes permite chantagear qualquer governo.