Após pedido de Bolsonaro, Contran proíbe radares escondidos

Trechos monitorados e a localização dos radares também deverão ser divulgados na internet
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Radar eletrônico | Foto: Gabriela Biló/Estadão Conteúdo
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Trechos monitorados e a localização dos radares também deverão ser divulgados na internet

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O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) proibiu nesta quarta-feira, 9, os radares ocultos no Brasil. Agora, todas as vias monitoradas deverão ter placas indicando a velocidade máxima permitida, com medidores sempre visíveis.

Os trechos monitorados e a localização dos radares também deverão ser divulgados na internet. A regra entra em vigor a partir do dia 1º de novembro deste ano.

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As mudanças atendem a um pedido do presidente Jair Bolsonaro. No ano passado, ele solicitou as novas regras ao Ministério da Infraestrutura e defendeu que radares em estradas fossem apenas “educativos”, e não punitivos.

O presidente também já havia determinado a suspensão de radares móveis em rodovias federais, mas a Justiça suspendeu de determinação.

Pelas novas regras, também fica proibido o uso de equipamentos sem registrador de imagem e haverá restrições à instalação de radares do tipo fixo redutor, conhecido popularmente como “lombada eletrônica”.

Esses equipamentos deverão ser utilizados apenas em locais considerados críticos – inclui trechos de maior vulnerabilidade para os usuários da via, como pedestres, ciclistas e veículos não motorizados.

Outra determinação diz respeito aos locais onde houver redução gradual de velocidade. Nesses pontos, será obrigatório haver sinalização. A medida visa eliminar radares instalados em locais onde haja oscilação do limite de velocidade.

Com informações do Estadão Conteúdo.

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