As mulheres ucranianas são fáceis porque são pobres, diz Arthur do Val

Declaração do deputado ocorre em meio à invasão russa em Kiev
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Arthur do Val é pré-candidato ao governo paulista
Arthur do Val é pré-candidato ao governo paulista | Foto: Reprodução/Instagram

O deputado estadual Arthur do Val (Podemos) chegou à Ucrânia nos últimos dias para acompanhar de perto o conflito no Leste Europeu. Mas mudou o foco da viagem, segundo áudios vazados nesta sexta-feira, 4. Em meio à tentativa russa de controlar Kiev, o pré-candidato ao governo paulista encontrou tempo para descrever suas impressões sobre as mulheres ucranianas.

“Detalhe, hein, mano: elas olham”, afirmou Arthur do Val, em mensagem enviada para um grupo de amigos no WhatsApp. “E vou te dizer: são fáceis, porque são pobres.”

Na sequência, o parlamentar diz ter contado a quantidade de mulheres bonitas que viu na alfândega do país. “Passei agora por quatro barreiras alfandegárias”, revelou. “Juro para você: são 12 policiais deusas. Mas deusas que você casa e faz tudo aquilo que ela quiser. Não tenho nem palavras para expressar.”

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E vai além. “Só vou falar uma coisa para vocês: acabei de cruzar a fronteira da Ucrânia com a Eslováquia”, contou o parlamentar. “Nunca vi nada parecido em termos de mina bonita. A fila das refugiadas… Imagine uma fila de 200 metros de deusas. É sem noção, cara. É inacreditável. É fora de série. Se você pegar a fila da melhor balada do Brasil, na melhor época do ano, não chega aos pés da fila de refugiados aqui. Tô triste, porque é inacreditável.”

Por fim, Arthur do Val deu dicas aos colegas sobre como se relacionar com as mulheres em viagens internacionais. Ele teria aprendido a lição com um dos coordenadores do Movimento Brasil Livre (MBL), Renan Santos. “O Renan faz uma viagem todos os anos, que ele chama de tour de blonde”, revelou. “O que ele faz? Viaja só para pegar loira. Só que ele tem técnicas, já está avançado. Para começar, fala sueco. Então, o cara é viciado nisso. E ele me deu algumas dicas. Você nunca pode ir para as cidades litorâneas. Deve ir para as cidades normais, porque você pega as minas do mercado, na padaria. Essas cidades mais pobres são as melhores. Realmente, é outro mundo.”

Leia também: “As mulheres precisam se recusar a viver com medo”, artigo de Ella Whelan publicado na Edição 56 da Revista Oeste

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