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Política

Barroso dá bronca em assistente do STF: ‘Está trabalhando?’

Ministro e 'capinha' riram durante o ocorrido nesta quarta-feira, 12

Luís Roberto Barroso e o 'capinha' Gleydson Perry Costa Silva | Foto: TV Justiça/Reprodução
Luís Roberto Barroso e o 'capinha' Gleydson Perry Costa Silva | Foto: TV Justiça/Reprodução

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, deu uma pequena bronca em Gleydson Perry Costa Silva, assistente da Corte, durante a sessão plenária desta quarta-feira, 12.

Enquanto organizava a ordem dos votos e sustentações orais com os ministros, para que pudessem fazer uma pausa e comparecer à posse da nova ministra do Superior Tribunal Militar, Maria Elizabeth, Barroso virou-se para trás e chamou o assistente Gleydson, que estava na galeria do plenário.

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O ministro brincou: “Gleydson, está trabalhando?” e riu em seguida. O auxiliar rapidamente se levantou e correu até o presidente do STF para ajudá-lo a localizar documentos relacionados à Ação Direta de Inconstitucionalidade 5911, analisada pelo plenário na ocasião.

O episódio foi comentado pelo próprio assistente em seu perfil no Instagram. “Pelo vídeo, deu pra perceber que eu estava atento e no meu local de trabalho”, ressaltou. “Cheguei em tempo hábil! Intimidade na relação de trabalho e momentos de descontração é preciso para torná-lo mais saudável”, escreveu Gleydson.

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Conheça os “capinhas” que assessoram Barroso

Ele é um dos chamados “capinhas” do STF, termo usado para se referir aos assistentes que prestam apoio direto aos ministros durante as sessões plenárias. Cada um desses auxiliares recebe um salário mensal de R$ 6,4 mil. No entanto, talvez não seja o caso de Gleydson, que aparece como funcionário terceirizado nos registros da Corte.

Os 11 assistentes de plenário — um para cada ministro — são responsáveis por atender às demandas dos magistrados durante os julgamentos, como servir café, ajustar suas togas e organizar documentos. Nos dias sem sessões, esses servidores também arquivam memoriais e providenciam cópias de documentos.

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Assim como os ministros, eles também possuem uma vestimenta regimental. Os 11 assistentes usam terno, gravata e uma capa de cetim preto. Diferente da toga dos magistrados, as peças cobrem até metade das costas. Por isso, eles são conhecidos informalmente dentro da mais alta Corte do País como “capinhas”.

Leia também: “O clima esquentou em Brasília”, reportagem de Carlo Cauti publicado na Edição 221 da Revista Oeste

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3 comentários
  1. Renato Perim
    Renato Perim

    Quando a gente pensa que um frouxo chegou ao seu limite, lê uma coisa dessas. Que vergonha do pai devem ter os filhos desse capinha.

  2. Inteligencia Artificial
    Inteligencia Artificial

    Nao vamos confundir Capinha com Preservativo. KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

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