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Política

Bolsonaro: ‘Da minha parte, nunca houve discussão de golpe’

Ex-presidente afirma ser alvo de acusações ‘terríveis’ de um ‘processo viciado’

bolsonaro
Jair Bolsonaro fez coletiva de imprensa ao voltar de Alagoas para o Distrito Federal | Foto: Sarah Peres/Revista Oeste

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) definiu como uma “situação extremamente grave” o seu indiciamento pela Polícia Federal (PF) por suposta abolição violenta do estado democrático de direito, golpe de Estado e organização criminosa.

Além de Bolsonaro, outras 36 pessoas foram indiciadas pelos supostos crimes. Em coletiva de imprensa na noite desta segunda-feira, 25, o presidente de honra do PL afirmou que “as acusações realmente são terríveis”. 

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“Nada justifica denunciar de forma leviana como está sendo feito”, declarou o ex-chefe do Executivo. “Inclusive tem o grau de sigilo mais alto possível, e será alterado a maneira que convém ao encarregado do inquérito. Nem preciso falar para vocês que o inquérito não tem a participação do Ministério Público, a mesma pessoa faz tudo.”

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Bolsonaro afirmou que uma acusação de golpe de Estado “é uma coisa séria”. “E como disse o presidente Michel Temer, tem que estar envolvido todas as Forças Armadas, senão não existe golpe”. 

“Ninguém vai dar golpe com o general da reserva e mais meia dúzia de oficiais. É um processo viciado”, sinalizou.

“Da minha parte, da minha parte, nunca houve discussão de golpe. A palavra golpe nunca esteve no meu dicionário. Desde quando eu assumi a Presidência, em 2019, eu vinha sendo acusado de querer dar um golpe. Não convoquei ninguém e não assinei nenhum papel.”

Defesa de Bolsonaro vê indiciamento com “preocupação”

O advogado de defesa de Bolsonaro, Paulo Amador, disse ver “com muita preocupação o que está se passando hoje em relação a esse inquérito” e destacou o perigo de se manter os processos em sigilo. 

“Essa é uma situação gravíssima, considerando que o indiciamento é o fruto de uma falsa acusação”, afirmou. “O sigilo ainda impede que o indivíduo possa se defender da narrativa que se constrói contra ele.”

Paulo Amador destacou que os fatos, “como são colocados”, apresentados em fragmentos pela imprensa, demonstra “evidentemente, que é construída uma narrativa”.

“O presidente Bolsonaro jamais soube, aqueceu ou participou de qualquer trama golpista para derrubar o estado democrático de direito ou impedir a posse do presidente eleito. Que fique claro isso e lembro a todos”, declarou. 

3 comentários
  1. Luiz Antônio Alves
    Luiz Antônio Alves

    O processo contra elele nas críticas as urnas, não deu em nada. O caso das jóias, idem. O 8 de janeiro não apresenta provas contra ele. Agora, para suplantar as narrativas anteriores criam a narrativa de suposto atentado com vítimas fatais. Queriam a inelegibilidade dele. Não conseguem destruir a imagem dele, como disse o Guzzo. Dá para pensar a hipótese de que a turma da ditadura do judiciário quer mesma a morte do Bolsonaro, pois só assim a democracia seria salva. Deus que me perdoe. O gabinete do ódio está no STF quando deveria ter um gabinete da Paz.

  2. Raul Fernando Iserhard
    Raul Fernando Iserhard

    Urdidura as tquitetada nos porões da Alvorada que está mais para ocaso. Transgredidos inúmeros preceitos da acusação, indiciamento, provas, relatório coadunado com os fatos reais. O que dizer, então, da agressão homicida sofrida pelo então candidato na cidade de Juiz de Fora (uma notável coincidência de nomes) E tudo ficou por isso mesmo, “cara é meio louco” foi o texto vendido. E o destino do inquérito foi entregue às às calendas gregas. Mas agora, o sub&deus resolveu resolver o que já estava resolvido e apressou o fim da comédia judicial avocando-se ser o único responsável pela investigação , do indiciamento até a prisão se este for o caso. E o Direito aquietado no seu cantinho. E assim, chega ao fim e por hoje terminou…

  3. Raul Fernando Iserhard
    Raul Fernando Iserhard

    Urdidura as tquitetada nos porões da Alvorada que está mais para ocaso. Transgredidos inúmeros preceitos da acusação, indiciamento, provas, relatório coadunado com os fatos reais. O que dizer, então, da agressão homicida sofrida pelo então candidato na cidade de Juiz de Fora (uma notável coincidência de nomes) E tudo ficou por isso mesmo, “cara é meio louco” foi o texto vendido. E o destino do inquérito foi entregue às às calendas gregas. Mas agora, o sub&deus resolveu resolver o que já estava resolvido e apressou o fim da comédia judicial avocando-se ser o único responsável pela investigação , do indiciamento até a prisão se este for o caso. E o Direito aquietado no seu cantinho. E assim, chega ao fim e por hoje terminou…

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