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Política

Bolsonaro presta homenagem ao papa Francisco, morto aos 88 anos

Ex-presidente do Brasil afirmou que a partida do pontífice remete à força da espiritualidade como guia em tempos de incerteza; confira

À esquerda, ex-presidente Jair Bolsonaro; à direita, papa Francisco
À esquerda, ex-presidente Jair Bolsonaro; à direita, papa Francisco | Foto: Reprodução/Wikimedia Commons

Na manhã desta segunda-feira, 21, o ex-presidente Jair Bolsonaro prestou homenagens ao papa Francisco, que morreu aos 88 anos. Em uma publicação nas redes sociais, o político destacou que a partida do pontífice remete à força da espiritualidade como guia em tempos de incerteza.

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“O mundo e os católicos se despedem daquele que ocupava uma das figuras mais simbólicas da fé cristã: o papa”, escreveu. “Mais que um líder religioso, o papado representa a continuidade de uma tradição milenar, guardiã de valores espirituais que moldaram civilizações. Para o Brasil e o mundo, a figura do papa sempre foi sinal de unidade, esperança e orientação moral. Sua partida nos convida à reflexão e à renovação da fé, lembrando-nos da força da espiritualidade como guia para tempos de incerteza.”

Para Bolsonaro, Francisco não era apenas um líder religioso, mas uma figura central da tradição cristã, que promove unidade e esperança no mundo. O ex-presidente sublinhou a importância do papado como símbolo de orientação moral e espiritual para o Brasil e o mundo.

O anúncio da morte do papa Francisco

Papa Francisco ficou próximo da morte e tratamento quase foi interrompido
Líder da Igreja Católica, papa Francisco fez a primeira aparição pública depois de 38 dias internado, em 23 de março de 2025 | Foto: Reprodução/Vatican News

O anúncio da morte do papa foi responsabilidade do cardeal Kevin Farrell, camerlengo do Vaticano, que expressou profunda tristeza pela perda do Santo Padre. Depois de cinco semanas de tratamento de complicações de uma pneumonia, o papa havia recebido alta da internação em 23 de março. Nesta segunda, contudo, ele não resistiu.

“Queridos irmãos e irmãs, é com profunda tristeza que comunico a morte do nosso Santo Padre Francisco”, disse Farrell, que destacou a dedicação do papa à Igreja e aos valores do Evangelho.

Farrell destacou que Francisco viveu de acordo com os ensinamentos do Evangelho, sempre com fidelidade e coragem, e demonstrou amor universal, especialmente em favor dos mais pobres e marginalizados.

Leia também: “Há 1,7 mil anos, o poder da conciliação”, artigo de Evaristo de Miranda publicado na Edição 265 da Revista Oeste

Ele afirmou que a vida do pontífice foi dedicada ao serviço do Senhor e que sua liderança espiritual continuará a influenciar muitos. “Com imensa gratidão por seu exemplo como verdadeiro discípulo do Senhor Jesus, recomendamos a alma do papa Francisco ao infinito amor misericordioso do Deus Trino”, concluiu Farrell.

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4 comentários
  1. Vitor Hugo Stepansky
    Vitor Hugo Stepansky

    Para chegar a Papa além do sacerdócio o candidato deve ter uma grande bagagem política. O Papa recebeu um crucifixo do Morales em forma de foice e martelo. Depois abençoou Fidel Castro . Ficou indiferente aos abusos aos católicos na Nicarágua. PAPA foi o Karol Wojtyla João Paulo II que junto com Reagan e Lech Walesa tentaram terminar com o comunismo no mundo. Espero que ele se encontre com Stalin que assassinou 70 milhões de pessoas com Mao Tse Tung e Pol Por que devem estar no inferno com seus cadáveres e seus crimes. Que Deus ilumine os cardeais para escolherem um novo Papa com caráter semelhante do Karol Wojtyla. Na zdrowie

  2. Lucia campos
    Lucia campos

    Concordo plenamente com o leitor acima .
    Afora outros deslizes ocorridos , que foram vistos e ditos !
    Não estamos buscando aprovação de um mundo perfeito , mas o bem é bom !

  3. Osmar Martins Silvestre
    Osmar Martins Silvestre

    Na minha opinião Bolsonaro se saiu muito bem desta vez. Manifestou-se ressaltando a figura do papado, e dos papas em geral, sem praticamente se referir ao Bergoglio. Concordo. Como eu e muitos católicos, o papa que agora partiu não era uma unanimidade. Um papa que aceita um crucifixo com a foice e o martelo e que declara que lula sofreu uma injustiça ao ser preso e que o recebeu, literalmente com beijos e abraços, não pode ser uma unanimidade.

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