publicidade
Política

Boulos repassa mais R$ 270 mil à produtora responsável por Hino Nacional em 'linguagem neutra'

Ao todo, empresa recebeu R$ 720 mil da campanha psolista

Comício de Boulos contava com a presença do presidente Lula | Foto: Divulgação/Psol
Comício de Boulos contava com a presença do presidente Lula | Foto: Foto: Divulgação/Psol

A campanha do candidato Guilherme Boulos (Psol) à Prefeitura de São Paulo declarou mais um pagamento para a produtora Zion Produções. A empresa foi responsável pelo comício no qual o Hino Nacional foi cantado em gênero neutro.

O novo repasse, de R$ 270 mil, foi feito antes do evento no qual a cantora Yurungai cantou “Des filhes deste solo és mãe gentil”, em agosto. No entanto, o pagamento só foi incluído nesta semana na prestação de contas de Boulos.

Receba nossas atualizações

+ Leia mais notícias de Política em Oeste

Segundo dados da Justiça Eleitoral, o pagamento se refere à “produção de comício e de dois eventos de campanha”. Além dos R$ 270 mil, a Zion recebeu outros R$ 450 mil da campanha de Boulos, totalizando R$ 720 mil.

Relembre o comício de Boulos

O evento aconteceu no dia 24 de agosto deste ano, quando Yurungai entoou o Hino Nacional em linguagem neutra. A cantora substituiu as palavras “filho” e “filhos” por “filhe” e “filhes”.

O comício ocorreu no final de agosto, no bairro do Campo Limpo, zona sul da capital paulista. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva estava presente no evento.

Leia também

Depois da repercussão negativa, a equipe de Boulos culpou a produtora. A campanha do psolista afirmou que não solicitou a alteração do hino e que a empresa foi a responsável por contratar a intérprete.

“Não foi, logicamente, uma decisão da minha campanha aquele absurdo que foi feito com o Hino Nacional”, disse Boulos a jornalistas. “Aquilo foi uma produtora, que, por sua vez, contratou uma cantora que levou àquele episódio.”

Boulos também anunciou que decidiu romper com a Zion. “A nossa campanha se posicionou de maneira clara, e a produtora não vai participar de outros eventos”. A equipe do psolista não informou, contudo, se os contratados devolveriam parte do dinheiro que já receberam.

Segundo o parágrafo 5° do art. 25 da Lei 5.700/1971, o Hino Nacional deve “ser executado integralmente e todos os presentes devem tomar atitude de respeito”. O art. 35 da mesma lei determina que qualquer violação do texto original “é considerada contravenção, sujeito o infrator à pena de multa”.

Leia também: “Não mexam nos símbolos nacionais”, reportagem de Silvio Navarro publicada na Edição 232 da Revista Oeste

3 comentários
  1. O BELFORROXENSE
    O BELFORROXENSE

    💩- Olá eu sou o BOULOS FECAIS – Todes paulistes que vão votar em mim, gostam dessa linguagem neutre e terei muito mais $$$ para defender o MST. e vamos invadires as propriedades dos fascistes…

  2. Thales Augusto
    Thales Augusto

    Não seria uma produtore? Ou na hora de meter a mão na grana tanto faz ? Nada mais são que picaretas, como toda a esquerda.

Canal Oeste
Nossos colunistas
Foto do autor J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Foto do autor Augusto Nunes
Augusto Nunes
Foto do autor Ana Paula Henkel
Ana Paula Henkel
Foto do autor Guilherme Fiuza
Guilherme Fiuza
Foto do autor Rodrigo Constantino
Rodrigo Constantino
Foto do autor Alexandre Garcia
Alexandre Garcia
Foto do autor Antonio Cabrera
Antonio Cabrera
Foto do autor Eugênio Esber
Eugênio Esber
Foto do autor Evaristo de Miranda
Evaristo de Miranda
Foto do autor Flávio Gordon
Flávio Gordon
Foto do autor Roberto Motta
Roberto Motta
Foto do autor Miriam Sanger
Miriam Sanger
Foto do autor Adalberto Piotto
Adalberto Piotto
Foto do autor Frank Furedi, da Spiked
Frank Furedi, da Spiked
Foto do autor Jeffrey A. Tucker.
Jeffrey A. Tucker.
Foto do autor Theodore Dalrymple
Theodore Dalrymple
Foto do autor Flavio Morgenstern
Flavio Morgenstern
Foto do autor Ubiratan Jorge Iorio
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
publicidade