Bruno Araújo deixa comando do PSDB

Em carta, presidente do partido disse que é preciso 'aprender com os erros'
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Bruno Araújo, presidente do PSDB, foi deputado federal e ministro das Cidades
Bruno Araújo, presidente do PSDB, foi deputado federal e ministro das Cidades | Foto: Reprodução

O presidente do PSDB, Bruno Araújo, anunciou nesta terça-feira, 24, o fim do seu mandato na executiva nacional do partido. A informação foi divulgada por meio de uma portaria, que antecipou o fim da gestão de Araújo e foi compartilhada nas redes sociais.

“O partido será entregue a novas e promissoras lideranças”, escreveu Araújo, em referência ao governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, que vai assumir a presidência da legenda a partir de 2 de fevereiro.

Na carta direcionada à militância, Araújo ressaltou que é importante aprender com os erros cometidos, e afirma que a legenda manterá oposição ao governo.

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“As divergências entre nós têm sido inúmeras, desde a fundação, em 1988. É o preço de sermos de um partido onde nunca houve um chefe, mas de iguais que debatem e lutam por cada ponto, cada vírgula, talvez até demais. Precisamos também aprender com nossos erros.”

Nova campanha do PSDB

Hoje, o partido começou a veicular uma campanha na tentativa de vender as “novas lideranças” do PSDB eleitas em 2022. A principal intenção é se posicionar como uma alternativa aos brasileiros. Atualmente, a sigla amarga um de seus piores momentos. Elegeu apenas 13 deputados federais em 2022.

Na peça publicitária, o partido coloca os três governadores eleitos para pregar que é “hora de diálogo” na política. “Não é arrastando para nenhum dos lados que os desafios do Brasil irão desaparecer. É preciso liderança, gestão e compromisso com a democracia”, afirmou o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite.

Também aparecem na campanha a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, e o governador Eduardo Riedel, de Mato Grosso do Sul. “A hora é de diálogo, para resolver os problemas mais urgentes das famílias brasileiras”, observou Lyra.

Leia também: “O melancólico fim da terceira via”, reportagem de Silvio Navarro publicada na Edição 103 da Revista Oeste

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1 comentário Ver comentários

  1. O partido de Mario Covas, Franco Montoro, Fernando Henrique Cardoso, José Serra e Geraldo Alckmin (cansei-me se ser enganado por eles) já não existe faz tempo e nem Bruno Araújo, Eduardo Leite ou João Dória tiveram a visão de mundo ou as mesmas convicções do antigo PSDB – caminha para a irrelevância.

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