Câmara de vereadores de SP aprova auxílio emergencial de R$ 100

Sob acusações de 'estelionato eleitoral', apenas dois vereadores votaram contra projeto do alterado do ex-prefeito petista Fernando Haddad e que deve ser encaminhado às pressas.
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Eduardo Suplicy 'remendou' projeto de lei do ex-prefeito de seu partido, o petista Fernando Haddad para criar o <i>coronavoucher</i> à paulistana | Senado Federal/Wikimedia Commons
Eduardo Suplicy 'remendou' projeto de lei do ex-prefeito de seu partido, o petista Fernando Haddad para criar o coronavoucher à paulistana | Senado Federal/Wikimedia Commons | coronavoucher, são paulo, câmara municipal de são paulo, prefeitura de são paulo, eleições 2020, bruno covas, eduardo suplicy, auxílio emergencial, estelionato eleitoral

Sob acusações de ‘estelionato eleitoral’, apenas dois vereadores votaram contra projeto do alterado do ex-prefeito petista Fernando Haddad e que deve ser encaminhado às pressas

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Eduardo Suplicy ‘remendou’ projeto de lei do ex-prefeito de seu partido, o petista Fernando Haddad, para criar o coronavoucher à paulistana | Senado Federal/Wikimedia Commons

A capital paulista já tem um coronavoucher para chamar de seu. Estranhamente, ele surge às vésperas das eleições municipais, quando boa parte da Câmara de Vereadores tenta se reeleger.

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Com 39 votos a favor e apenas dois contra – dos vereadores Fernando Holiday (Patriota) e Rodrigo Fonseca (Novo), a Casa aprovou um projeto de lei (PL) alterado do ex-prefeito petista Fernando Haddad e oferecerá um auxílio emergencial de R$ 100 por três meses a até 1,5 milhão de pessoas, beneficiários do Bolsa Família, vendedores ambulantes e paulistanos que estão no CadÚnico para receber o auxílio emergencial do governo federal.

O projeto, na verdade, chamado de Renda Básica Emergencial, partiu do vereador Eduardo Suplicy (PT), mas, como criava gastos para o município, não podia partir de um parlamentar. Por isso, a artimanha de “remendar” um PL já existente.

Toda a base do prefeito e candidato à reeleição Bruno Covas (PSDB) e boa parte da oposição se uniram pela ideia, mesmo que, faltando menos de um mês para as eleições, alguns tenham visto o projeto como “estelionato eleitoral”.

A gestão de Covas quer pagar a primeira parcela, aliás, ainda em outubro, antes do primeiro turno. Para isso, a segunda rodada de votação do projeto deve ser apressada para ocorrer ainda nessa quinta-feira, 22. Assim, o prefeito já pode sancionar (e pagar) o benefício antes do mês terminar.

Os R$ 300 milhões para bancar o 1,3 milhão de beneficiados inicialmente sairão do Tesouro Municipal.

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