‘Campo progressista’ quer aproveitar para virar a mesa

Diante da crise gerada pelo coronavírus bradam os ativistas de esquerda: "Não queremos reformas, queremos uma nova sociedade"
-Publicidade-
Foto: Gerd Altmann/Pixabay
Foto: Gerd Altmann/Pixabay

Diante da crise gerada pelo coronavírus bradam os ativistas de esquerda: “Não queremos reformas, queremos uma nova sociedade”

Celular
Foto: Gerd Altmann/Pixabay

Enquanto pragmáticos focam programas imediatos para reativar a economia, e pensadores da inovação propõem reformas estruturantes para tirar partido da transformação digital, o autodenominado “campo progressista” quer aproveitar para virar a mesa. Tenta resgatar surradas utopias para solapar o modelo do capitalismo liberal consagrado no Ocidente desde o pós-guerra.

-Publicidade-

Por trás desta onda contestatória, segundo diversos institutos de pesquisa respeitados, estaria, por exemplo, a crescente adesão da juventude norte-americana ao socialismo. Por mais surpreendente que pareça, considerando-se o confortável padrão de qualidade de vida da imensa maioria da população local, conquistado justamente graças ao sistema capitalista.

A colunista de Oeste Selma Santa Cruz se aprofunda no tema na 14ª edição da Revista Oeste.

LEIA AGORA: O QUE NOS ESPERA DEPOIS DA PANDEMIA?

-Publicidade-
Conteúdo exclusivo para assinantes.

Seja nosso assinante!
Tenha acesso ilimitado a todo conteúdo por apenas R$ 19,90 mensais.

Revista OESTE, a primeira plataforma de conteúdo cem por cento
comprometida com a defesa do capitalismo e do livre mercado.

Meios de pagamento
Site seguro
Seja nosso assinante!

Reportagens e artigos exclusivos produzidos pela melhor equipe de jornalistas do Brasil.