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Política

Carlos Bolsonaro presta depoimento na Polícia Federal

A presença do vereador carioca na Superintendência da PF não tem relação com a operação realizada contra ele na segunda-feira 29

Carlos Bolsonaro
Carro com o vereador Carlos Bolsonaro chega à sede da Polícia Federal no Rio de Janeiro | Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

O vereador carioca Carlos Bolsonaro (PL) prestou depoimento na Superintendência da Polícia Federal (PF), localizada no centro do Rio de Janeiro, na manhã desta terça-feira, 30. Ele chegou por volta das 10h e permaneceu por 45 minutos no local.

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Conforme Oeste noticiou, o depoimento de hoje não está vinculado à operação realizada na segunda-feira 29. Na ocasião, o filho do ex-presidente da República foi alvo de mandados de busca e apreensão como parte da investigação sobre a suposta existência de uma divisão “paralela” da Agência Brasileira de Inteligência (Abin).

Leia também: “Carlos Bolsonaro mostra casa revirada depois de ação da PF; veja o vídeo”

O vereador prestou depoimento sobre uma crítica feita à PF em uma publicação nas redes sociais, em 27 de agosto de 2023. Na postagem, ele comenta uma imagem que fazia alusão à morte do ex-presidente da República.

Leia mais: “Valdemar defende Carlos Bolsonaro depois de operação da PF”

“Zero busca e apreensão, zero inquérito, zero perfis bloqueados, zero reportagem em repúdio, pessoas presas: zero”, escreveu Carlos, na ocasião. A PF quer saber se ele atacou a honra do diretor-geral da corporação, Andrei Rodrigues, que está no cargo desde o início do governo Lula

Carlos Bolsonaro foi alvo da Operação Vigilância Aproximada

Carlos Bolsonaro operação PF
O vereador carioca Carlos Bolsonaro prestou depoimento sobre uma crítica feita à PF em uma publicação nas redes sociais em 27 de agosto de 2023 | Foto: Reprodução/YouTube/Jair Bolsonaro

A ação de busca e apreensão em que Carlos Bolsonaro foi alvo faz parte da Operação Vigilância Aproximada. A execução foi autorizada tanto para a residência quanto para o gabinete do vereador, na Câmara Municipal do Rio de Janeiro. 

Leia mais: Print que fundamentou decisão de Moraes contra Carlos Bolsonaro é de 2022, quando Ramagem não estava mais na Abin”

Na última quinta-feira, 25, o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes afirmou que Alexandre Ramagem, diretor da Abin no governo Bolsonaro, usou o órgão para fazer espionagem ilegal a favor da família do ex-presidente. 

Leia mais: “‘Querem me esculachar’, diz Bolsonaro, sobre operação da PF”

De acordo com a PF, a agência teria sido “instrumentalizada” para monitorar ilegalmente uma série de autoridades e pessoas em investigações, e também desafetos de Bolsonaro. Ramagem nega as acusações. 

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