publicidade
Política

Caso da embaixada da Hungria: Moraes arquiva ação contra Bolsonaro

Ministro concluiu que faltavam elementos concretos para acusações

Presidente da República, Jair Bolsonaro, cumprimenta o primeiro-ministro da Hungria, Viktor Mihály Orbán
Ex-presidente Jair Bolsonaro durante encontro com o primeiro-ministro da Hungria, Viktor Mihály Orbán - 17/02/2022 | Foto: Alan Santos/PR

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), constatou que não existem “elementos concretos” para afirmar que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) buscou asilo político ou ajuda para fugir do Brasil quando esteve na embaixada da Hungria. Enquanto relator, Moraes arquivou o processo.

+ Leia mais notícias do Brasil em Oeste

Receba nossas atualizações

Bolsonaro passou duas noites na embaixada húngara, entre 12 e 14 de fevereiro. Quatro dias antes de visitar a representação diplomática, o político teve seu passaporte retido pela Polícia Federal (PF), a mando do ministro da Corte.

Depois de analisar o caso, Moraes concluiu que “não há elementos concretos que indiquem — efetivamente — que o investigado pretendia a obtenção de asilo diplomático para evadir-se do país e, consequentemente, prejudicar a investigação criminal em andamento”.

O que diz a defesa de Bolsonaro

Ex-presidente Jair Bolsonaro na embaixada da Hungria
Bolsonaro estava acompanhado de seus seguranças durante o tempo na embaixada | Foto: Reprodução/The New York Times

À época da investigação, a defesa de Bolsonaro informou em comunicado que o ex-presidente esteve na Embaixada da Hungria “para manter contatos com autoridades do país amigo”. “Como é do conhecimento público, o ex-mandatário mantém um bom relacionamento com o premier húngaro”, diz trecho do documento. 

Depois desta decisão do STF, os advogados afirmaram que o ex-presidente “sempre manteve postura colaborativa” em relação às investigações.

+ Embaixada da Hungria demite funcionários depois do vazamento de imagens de Bolsonaro no local

“Não havia motivo para que se cogitasse a hipótese de busca por asilo político, uma vez que quatro dias antes da visita à embaixada húngara foram determinadas diversas ordens de prisão preventiva e cautelares, evidenciando, portanto, que a ausência de elementos mínimos para supor a iminência de uma imponderável ordem de prisão preventiva”, afirmam os advogados Paulo Cunha Bueno, Fabio Wajngarten e Daniel Tesser, que representam o ex-presidente.

+ Pacheco diz que ida de Bolsonaro à embaixada ‘precisa ser apurada’

Leia mais sobre:

2 comentários
  1. Tanit Figueiredo Souza Mario
    Tanit Figueiredo Souza Mario

    Tem mosquito da dengue sobrando no Brasil. Será que não tentarão mais uma ação ridícula e acusarão Bolsonaro de incentivar a reprodução do aedes aegypti?

  2. MNJM
    MNJM

    Não demora muito arranhar outra ação ridicula como essa, que só perde para a baleia.
    Judiciário desmoralizado.

Canal Oeste
Nossos colunistas
Foto do autor J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Foto do autor Augusto Nunes
Augusto Nunes
Foto do autor Ana Paula Henkel
Ana Paula Henkel
Foto do autor Guilherme Fiuza
Guilherme Fiuza
Foto do autor Rodrigo Constantino
Rodrigo Constantino
Foto do autor Alexandre Garcia
Alexandre Garcia
Foto do autor Antonio Cabrera
Antonio Cabrera
Foto do autor Eugênio Esber
Eugênio Esber
Foto do autor Evaristo de Miranda
Evaristo de Miranda
Foto do autor Flávio Gordon
Flávio Gordon
Foto do autor Roberto Motta
Roberto Motta
Foto do autor Miriam Sanger
Miriam Sanger
Foto do autor Adalberto Piotto
Adalberto Piotto
Foto do autor Frank Furedi, da Spiked
Frank Furedi, da Spiked
Foto do autor Jeffrey A. Tucker.
Jeffrey A. Tucker.
Foto do autor Theodore Dalrymple
Theodore Dalrymple
Foto do autor Flavio Morgenstern
Flavio Morgenstern
Foto do autor Ubiratan Jorge Iorio
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
publicidade