Conservadores barram ofensiva abortista nas redes sociais

STF decidirá no dia 24 de abril se gestantes infectadas pelo zika vírus poderão interromper a gravidez
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Movimento pró-vida | Foto: FABIO POZZEBOM/AGÊNCIA BRASIL
Movimento pró-vida | Foto: FABIO POZZEBOM/AGÊNCIA BRASIL

STF decidirá em 24 de abril se gestantes infectadas pelo zika vírus poderão interromper a gravidez

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Na última terça-feira, dia 14, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu marcar para 24 de abril o julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) n° 5581. Se a medida for aprovada pela Corte, gestantes infectadas pelo zika vírus poderão fazer aborto. A Associação Nacional de Defensores Públicos assina a ADI e a relatora é a ministra Cármen Lúcia.

Nas redes sociais, um batalhão pró-vida, capitaneado pela deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP), levantou ontem no Twitter a hashtag “AbortoNao”. Monitoramento de Oeste identificou que o assunto adquiriu musculatura ontem na parte da tarde e, entre 18 e 22 horas, ocupou o primeiro lugar, ao obter mais de 117 mil engajamentos.

Confira alguns tuítes

A página oficial da deputada no Facebook também esquentou. Uma postagem acerca do tema conseguiu 9,8 mil reações, mil comentários e 6,3 mil compartilhamentos, tendo superado a mesma publicação no Twitter. Todavia, o Instagram como um todo teve baixa adesão da hashtag, apresentando pouco mais de 100 publicações.

No Google, os termos mais pesquisados no Brasil relativos ao tema na terça-feira passada foram, na ordem: “Aborto”, “Ação direta de inconstitucionalidade”, “stf aborto” e “carla zambelli”. Todos os Estados demonstraram interesse, tendo sobressaído Roraima, Distrito Federal, Tocantins e Rio Grande do Sul.

#AbortoSim

Oeste observou que, do outro lado do campo de batalha, a esquerda também mobilizou uma tropa de choque, com a hashtag no Twitter “AbortoSim”. Contudo, reuniu apenas 23 mil engajamentos e ocupou o  segundo lugar dos assuntos mais comentados por uma hora. Na sequência, passou para a terceira posição e vem perdendo força.

https://twitter.com/starrypalett/status/1250594396975910912

A campanha, ademais, foi ínfima no Instagram e no Facebook.

Repercussão na mídia

No que diz respeito às notícias, apenas veículos alternativos noticiaram a decisão do STF de pautar para o dia 24 a ADI, que foi inicialmente apresentada no ano passado — na ocasião, a Frente Parlamentar pela Vida pressionou os ministros, que retiraram o tema de pauta.

Dessa maneira, prevaleceram as versões pró-vida sobre a ADI 5581. As projeções futuras de informações nesse sentido, incluindo o nome da deputada Carla Zambelli, foram não só as mais engajadas, como também as que obtiveram grandes projeções futuras.

Em suma, mais pessoas acessarão aquelas informações relacionadas.

O que é uma ADI

É a ação que tem por finalidade declarar que uma lei ou parte dela é inconstitucional — contraria, portanto, a Constituição Federal. A ADI é um dos instrumentos de controle concentrado de constitucionalidade das leis. Sendo assim, é a contestação direta da própria norma em tese.

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1 comment

  1. A legalização do crime sempre foi uma pauta das esquerdas, falam em interesse próprio, mas se o STF aderir torna-se cúmplice. É o fim do mundo, mas no Brasil tudo é possível

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