CPI da Covid ouve hoje médicos que defendem o tratamento precoce

O colegiado também vota requerimentos e anuncia novos investigados
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Reportagens publicadas na Revista <b>Oeste</b> mostraram que o atendimento imediato funcionou para algumas pessoas
Reportagens publicadas na Revista Oeste mostraram que o atendimento imediato funcionou para algumas pessoas | Foto: Gabriela Biló/Estadão Conteúdo

Votação de 40 requerimentos, oitiva com dois médicos que apoiam o uso da hidroxicloroquina (HCQ) contra o coronavírus e o anúncio de 12 novos investigados. São esses os trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito da Covid-19 nesta sexta-feira, 18. O foco, porém, será a audiência pública com Ricardo Ariel Zimerman e Francisco Cardoso Alves, profissionais da saúde defensores do tratamento precoce. A presença de ambos foi requerida por governistas.

Reportagens publicadas na Revista Oeste mostraram que o atendimento imediato funcionou para algumas pessoas. Infectados pelo vírus chinês alegaram recuperação depois do uso de medicamentos, como a HCQ, a azitromicina, entre outros. A terapêutica é defendida por especialistas renomados, como a imunologista e oncologista Nise Yamaguchi. Segundo ela, os remédios têm de ser administrados no segundo dia do aparecimento dos sintomas da doença provocada pelo patógeno.

Leia também: “A solução que venceu a ideologia”, reportagem publicada na Edição 3 da Revista Oeste

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1 comentário

  1. Uma pequena correção. O tratamento precoce não funcionou para algumas pessoas, ele funcionou para milhares de pessoas. Para constatar basta acompanhar o trabalho de alguns médicos(a)s como Raíssa Soares/Porto Seguro, Cássio Prado/Porto Feliz, Albert Disckson/Natal, Roberta Lacerda/Natal, Edimilson Migowski/RJ, Marina Bucard/Madrid, Marcos Falcão/Maceió, Kyvia Bezerra Mota/Natal.
    São mais de 10 mil médicos pelo Brasil afora praticando o tratamento precoce.
    A negação desse tratamento é crime. Muita gente morreu por isso.

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