A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro afirmou que os exames médicos necessários depois da queda sofrida durante a madrugada não podem ser realizados nas dependências da Polícia Federal (PF). A manifestação foi feita pelo advogado Paulo Cunha Bueno, que divulgou nota para detalhar o quadro clínico de seu cliente.
Na madrugada desta terça-feira, 6, Bolsonaro sofreu uma queda que resultou em um traumatismo craniano. De acordo com o texto, embora o trauma seja descrito como “aparentemente leve”, o corpo médico recomendou a realização de exames mais aprofundados. Entre eles estão tomografia e ressonância magnética do crânio, além de eletroencefalograma. A defesa informou que os procedimentos seriam realizados no Hospital DF Star, em Brasília, unidade onde o ex-presidente já esteve internado em outras ocasiões.
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No comunicado, o advogado afirma que um trauma no crânio “demanda investigação laboratorial, não sendo prudente limitar-se à investigação clínica nas dependências da PF”. A defesa sustenta que esses exames não podem ser feitos no local onde Bolsonaro se encontra sob custódia.
A nota também contesta o indeferimento do pedido de internação e ressalta a idade do ex-presidente, bem como seus problemas de saúde. O comunicado afirma que negar a internação “viola direitos fundamentais do cidadão”.
Moraes negou pedido de Bolsonaro
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou o pedido da defesa para a realização dos exames em um hospital. Depois da decisão, o magistrado solicitou que os advogados detalhassem quais exames seriam necessários, a fim de avaliar se poderiam ser feitos no próprio sistema penitenciário.
Depois dessa solicitação, a defesa apresentou a lista de exames e reiterou o pedido para que os procedimentos fossem realizados imediatamente em um hospital particular. O pedido foi fundamentado em um relatório médico que descreve sintomas como traumatismo craniano, desmaio, crise convulsiva, perda temporária de memória e ferimento na cabeça.
A PF informou que prestou atendimento médico depois da queda, ocorrida na cela onde Bolsonaro cumpre pena, mas não o encaminhou ao hospital. A princípio, a corporação chegou a afirmar que faria o traslado ao DF Star, mas posteriormente condicionou a medida à autorização do STF. A PF declarou não considerar o caso como emergência.
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Este sem cabelo esta procurando uma cadeira de rodas. E ai familia Bolsonaro vai ficar assim msm. Depois dele morto, não adianta mais. Ja dizia de tanto jogar enyre 4 linhas vai parar enyre 3 parede e uma grade. É onde esta hoje.
Quanto vitimismo barato por causa de um corte no rosto.