‘Devemos lutar contra o vírus, e não contra o presidente’, diz Bolsonaro

Chefe do Executivo voltou a afirmar que alguns governadores adotaram 'estado de sítio' no Brasil
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O presidente da República, Jair Bolsonaro | Foto: Marcos Corrêa/PR
O presidente da República, Jair Bolsonaro | Foto: Marcos Corrêa/PR

O combate à covid-19 não pode ser politizado, defende o presidente Jair Bolsonaro. Ele disse ser necessário preocupar-se tanto com vidas quanto com empregos. “Devemos lutar é contra o vírus, e não contra o presidente”, afirmou o chefe do Executivo.

“Se ficar em lockdown 30 dias e acabar com o vírus, eu topo, mas sabemos que não vai acabar”, disse Bolsonaro nesta segunda-feira, 22, em evento no Palácio do Planalto.

Leia mais: “‘Estamos dando certo’, apesar da pandemia, afirma Bolsonaro”

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O presidente voltou a comparar medidas restritivas determinadas por prefeitos e governadores a “estado de sítio” e afirmou que, de acordo com pesquisas sérias nos Estados Unidos, “a maior parte da população contrai o vírus em casa”.

Lockdown

Bolsonaro disse que alguns setores da sociedade querem que ele decrete lockdown nacional ou regional. Colocando-se contra a proposta, citou um integrante da OMS que afirmou que o fechamento da economia está tornando as pessoas pobres ainda mais pobres.

“Respeite a ciência, não deu certo. Não estou afrontando ninguém, estou seguindo a OMS. Não podemos transformar os pobres em mais pobres”, afirmou o presidente.

Vacinação

O presidente lembrou que, em valores absolutos, o Brasil é o quinto país que mais vacina contra a covid-19. Ele disse que queria mais imunizantes, mas, levando em consideração a disponibilidade no mundo, o governo fez um trabalho “excepcional”.

Bolsonaro também elogiou o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, e disse estar otimista com a futura gestão de Marcelo Queiroga. Segundo ele, em breve o país será exportador de imunizantes contra o novo coronavírus.

Paulo Guedes

Bolsonaro elogiou Paulo Guedes, dizendo que o ministro da Economia aplica na hora certa os remédios para que o país mantenha os sinais vitais da atividade econômica. Ele comemorou a criação de empregos no ano da pandemia e afirmou que o auxílio emergencial foi o maior projeto social do mundo.

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1 comentário

  1. Tô farto dessa “resistência” imunda.
    Dessa imprensa que não quer ser independente do Estado.
    Do funcionalismo público inumano, com exemplos até dentro de nossos lares.
    Dessa agenda globalista e genocida
    Se homens como Bolsonaro, Guedes, Augusto Heleno, Mourão, Braga Neto, Weintraub, Osmar Terra, Damares, Zema, Rodrigo Pacheco, dentre outros como o Lacombe, o Fiuza, o Alexandre Garcia, o Pujol podem trair a sua Pátria, jamais jogarei a primeira pedra.
    Não são homens de se sucumbirem!!!
    E aí nesta turma eu confio.

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