Disparo de WhatsApp em massa não foi determinante nas eleições de 2018

Documentos anexados nas prestações de contas dos candidatos apontam que disparo de WhatsApp em massa não tem o poder de decidir uma eleição
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O petista Fernando Haddad | Foto:  REPRODUÇÃO/BLASTING NEWS
O petista Fernando Haddad | Foto: REPRODUÇÃO/BLASTING NEWS | fernando haddad - derrota tse - bolsonaro

Documentos anexados nas prestações de contas dos candidatos apontam que disparo de WhatsApp em massa não tem o poder de decidir uma eleição

Meirelles contratou 25 milhões de mensagens. Teve pouco mais de 1 milhão de votos | Foto: Divulgação
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Documentos anexados às prestações de contas presidenciais do PT, do MDB, do PSL junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) revelam que o disparo de mensagens em massa por meio de aplicativos como WhatsApp ou impulsionamento de conteúdo nas redes sociais não foram fatores determinantes para o resultado das eleições de 2018. Nem em disputas majoritárias (presidente ou governador), nem em disputas proporcionais (Câmara, Assembleias Legislativas ou Senado).

De 19 candidatos que encomendaram serviços de disparo em massa de WhatsApp de quatro empresas que estão sob investigação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) acusadas de terem cometido fraude eleitoral, apenas sete foram eleitos. A conclusão toma como base análise da Revista Oeste sobretudo em notas físicas e contratos dos candidatos que usaram serviços das agências de publicidade Yacows, Kiplix, AM4 Marketing e Deep Marketing. Essas empresas são alvo de ações no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), acusadas de efetuar disparos ilegais de mensagens em massa durante as eleições presidenciais de 2018.

Por exemplo, o ex-ministro da Fazenda de Michel Temer (2016–2018) e ex-presidente do Banco Central durante o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2010) Henrique Meirelles gastou R$ 2 milhões com os disparos. A Deep Marketing gerenciou a operação. Meirelles, hoje secretário da Fazenda do governo de São Paulo, encomendou 25 milhões de mensagens para um período de 45 dias. Contudo, no final das contas, teve pouco mais de 1 milhão de votos. Menos até que o Cabo Daciolo (Patriota).

A reportagem na íntegra está na revista Oeste desta semana.

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2 comentários

  1. Por quê a jornalista da Folha de SP, aquela do furo, que foi rejeitada por Hans River ainda não está presa?? Comentou uma série de delitos e NADA. Uma vergonha essa INJUSTIÇA brasileira cheia de canhotos.

  2. Os supremos juízes agem como Maria Antonieta. Não pertencem ‘a mesma raça do povo brasileiro. Estão acima do Bem e do Mal. Julgam-se superiores. Intocáveis. O resto do povo não passa de resto. Como esses ministros não tem vergonha?

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