Leio que, num ato da mais pura deslealdade, o SBT resolveu endossar a perseguição política movida pelo deputado Erika Hilton contra o apresentador Ratinho. “O SBT repudia qualquer tipo de discriminação e preconceito, que são o oposto dos valores e princípios da empresa” — declarou a emissora.
E por que o apresentador foi acusado por seus empregadores de cometer “discriminação” e “preconceito”? Primeiro, por não concordar com a nomeação de Erika Hilton para a presidência da Comissão da Mulher da Câmara dos Deputados. E, segundo, por justificar sua opinião pelo fato de que Erika Hilton não é uma mulher, mas sim uma “mulher trans” — ou seja, um homem que se identifica como mulher.
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Talvez o SBT não conheça bem o sentido dos termos que usou contra Ratinho. Quanto à “discriminação”, é impossível repudiar “qualquer” de suas formas, uma vez que discriminar é sinônimo de classificar e organizar, duas atividades sem as quais a vida humana se torna simplesmente impensável. É preciso discriminar entre pessoas doentes e pessoas saudáveis, para admitir as primeiras num leito de hospital. É preciso discriminar entre pessoas habilitadas e não-habilitadas para admitir as primeiras na cabine de um avião de passageiros. Na praça, é preciso discriminar entre as pessoas com menos e as pessoas com mais de 4 anos para admitir as primeiras — e apenas elas — no balancinho.
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Ao estabelecer que a fala de Ratinho contrariou os seus valores e princípios, o próprio SBT, obviamente, praticou o ato de discriminar entre aquilo que é aceitável e aquilo que é inaceitável dentro da empresa. No SBT, há claramente uma discriminação contra pessoas que dizem a verdade, e o apresentador Ratinho foi discriminado precisamente por tê-lo feito. Então, não. O SBT não repudia “qualquer tipo de discriminação”. Há, no mínimo, uma forma de discriminação que o SBT autoriza: a discriminação contra pessoas que de algum modo incomodem o lobby transgenderista.
Sobre o “preconceito” de Ratinho
Quanto ao “preconceito”, ele não aparece em nenhum lugar da fala de Ratinho. Uma opinião pessoal sobre um fato público referente a uma decisão parlamentar não configura, obviamente, um pré-conceito. Afinal, o apresentador considerou o fato e reagiu após a sua ocorrência, não antes. Por outro lado, afirmar que um homem não é uma mulher — não obstante sua vontade de o ser — é evidentemente um conceito estabelecido, não um “preconceito”. Foi simplesmente o que fez Ratinho.
Por trás do palavrório açucarado contra o “preconceito” e a “discriminação”, de toda a ostentação corporativa de tolerância, o que motiva o SBT seja pura e simplesmente o pânico do assédio político-judicial movido por Erika Hilton
Mas a postura do SBT é um sinal da covardia destes tempos, em que dizer as coisas como são torna-se um pecado mortal, e o pecador é linchado por todo um ambiente social cultor da mentira. Como eu demonstrei em coluna anterior, o Brasil hoje é visto por parte da imprensa internacional como um país que “criminaliza a dissidência em relação ao transgenderismo”, um país no qual “impera a tirania trans”. Daí que, por trás do palavrório açucarado contra o “preconceito” e a “discriminação”, de toda a ostentação corporativa de tolerância, o que motiva o SBT seja pura e simplesmente o pânico do assédio político-judicial movido por Erika Hilton e demais radicais do movimento transativista. É medo, não força. É pusilanimidade, não tolerância.
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O Ratinho falou o óbvio. Não há preconceito em sua fala. Mas para a turma da esquerda, tudo o que ela não concorda, vira preconceito que deve ser combatido, inclusive com repressão estatal.
Ratinho na Record ou Band em 3, 2, 1…
Ou em canal próprio na internet.
Esperar O QUÊ de uma herdeira que se apaixonou por seu sequestrador!?!
Kkkkkkk seres humanos são muito crédulos mesmo viu,
Vivemos tempos estranhos. Seremos sempre “culpados” por “descriminar” ou “discriminar”. Não importa qual seja o objeto. Tempos de “discriminizacao inversa”
Em primeiro lugar é importante dizer que a maioria das pessoas respeita a diversidade e a opção “sexual” de pessoas que convivem na sociedade. Os artistas, via de regra, são os mais representativos e que geralmente tiram proveito de sua visibilidade. Políticos também fazem parte deste universo, uns com vida mais pacata e que não gostam de publididade de sua vida paticular, outros adentram na rota woke de se mostrar na mídia, ignorando se é bom ou ruim sua atuação pública. No caso em questão, sem “acesso aos autos”, é possível imaginar que Érika tem algum trauma em não ainda se conformar com sua própria situação. Uma hipótese seria de que o personagem assumisse sua condição de trans publicamente, sem impor a ideia de que seja biológicamente homem ou mulher, É trans e seria mais lógico assumir esta condição para não gerar conflitos que Érika considera preconceito. Se rumasse para este caminho, ser trans declarado, sem badalações, teria mais respeito e não geraria fofocas e piadas. O SBT tem mudado nos últimos tempos e perdido audiência. A Praça é Nossa e o program do Ratinho ainda seguram em seus horários um pouco de audiência. A empresa traiu o Ratinho, pois poderia agir de outra forma. Érika poderia fazer parte de uma comissão em defesa dos trans, gays, travestis e drag-queens, mas duvidoso numa que defende a mulher biológica. Estamos numa época de muita confusão, principalmente com o desejo de personagens que destroem conceitos milenares, científicos e de fraternidade. A censura contra opiniões é um fardo que está pesando sobre nossa democracia doente e despreparada para confrontos de idéiais, muito vulnerável e cisões onde a minoria avança não com lógica e amadjurecimento e sim com ódio a incomprrensões.
ERIKA não passa de um travestí e a sua designação para a presidência da Comissão da Mulher é algo INACEITÁVEL, ABOMINAVEL para qualquer ser humano com dois neurônios ativos. Simplesmente NÃO É MUILHER. Não passa de um TRAVESTI. O difícil é entender quem o elegeu.
Guedes, é fácil entender sim, quem o elegeu é mais burro do que o próprio deputado que acha que é mulher.