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Política

Ednaldo Rodrigues desiste de voltar à presidência da CBF

Dirigente abriu mão de ter analisado recurso apresentado ao Supremo Tribunal Federal

A defesa de Ednaldo Rodrigues encaminhou ao ministro Gilmar Mendes, relator do caso, um ofício em que formaliza a desistência | Foto: Joédson Alves/Agência Brasil
A defesa de Ednaldo Rodrigues encaminhou ao ministro Gilmar Mendes, relator do caso, um ofício em que formaliza a desistência | Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

Depois de ser destituído do comando da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) por decisão da Justiça, Ednaldo Rodrigues desistiu de recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) para voltar ao cargo.

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O ex-presidente da entidade havia apresentado dois recursos ao Supremo contra a determinação do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, que resultou no afastamento. A Corte determinou a nomeação de um interventor e a convocação de novas eleições para o comando da CBF.

Nesta segunda-feira, 19, a defesa de Ednaldo Rodrigues encaminhou ao ministro Gilmar Mendes, relator do caso, um ofício em que formaliza a desistência.

Leia mais: “Outro 7 a 1”, reportagem de Augusto Nunes e Eugenio Goussinsky publicada na Edição 269 da Revista Oeste

“O gesto sereno e consciente representa o esforço do peticionário em deixar para trás o último ato do litígio”, diz o documento enviado ao STF. “Rejeitar narrativas que ferem sua honra e a de sua família. Também reafirmar, diante dessa Suprema Corte, como sempre fez, seu compromisso com o respeito à Justiça.”

O que diz Ednaldo Rodrigues

O ex-dirigente da CBF justificou a decisão como um gesto para “restaurar a paz no futebol brasileiro e, sobretudo, a serenidade da própria vida familiar”.

Gilmar Mendes critica suposta interferência do Congresso na condução dos processos sobre o 8 de janeiro | Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
Gilmar Mendes é o relator do caso que envolve Ednaldo Rodrigues | Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Em nota, Ednaldo afirma que a escolha foi motivada pelo “momento delicado vivenciado pela CBF, em razão da sobreposição de disputas judiciais que têm colocado em risco a estabilidade da gestão esportiva”.

Ele também declarou que não pretende disputar nem apoiar candidatos na próxima eleição da entidade. O objetivo, de acordo com o ex-presidente da CBF, é “contribuir para a estabilidade da instituição”.

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2 comentários
  1. Janio Borges
    Janio Borges

    Pra mim, essa ação é o resultado conversas bastidores para não expor o onipotente, mas uma coisa é certa o cala boca deve ter sido perto dos bilhões

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