publicidade
Política

Eduardo Cunha usa o Twitter/X para relembrar impeachment de Dilma Rousseff

Ex-deputado, que acabaria preso por corrupção, posta mensagem em referência aos 9 anos do processo marcado pelas ‘pedaladas fiscais’ do governo petista

O relator do processo de impeachment Jovair Arantes (PTB/GO) e o presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (PMDB/RJ): ponto de partida para o impedimento de Dilma Rousseff | Foto: Reprodução/Redes sociais
O relator do processo de impeachment Jovair Arantes (PTB/GO) e presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (PMDB/RJ): ponto de partida para o impedimento de Dilma Rousseff | Foto: Reprodução/Redes sociais

O ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (Republicanos) relembrou nesta segunda-feira, 2, os nove anos do início do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). Às 13h01, Cunha postou a seguinte mensagem:

O impeachment da petista começou em 2 de dezembro de 2015. O ponto de partida foi principalmente a aceitação, por parte de Cunha, da denúncia por crime de responsabilidade fiscal. Os advogados Hélio Bicudo — um dos fundadores do PT e já falecido –, Janaína Paschoal e Miguel Reale Júnior foram os autores da denúncia. 

Lewandowski conduziu processo de impeachment

O processo de impeachment teve a condução, na época, do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski. Hoje, Lewandowski é ministro da Justiça do governo Lula da Silva, principal apoiador de Dilma na eleição que a levou ao poder em 2010 e na reeleição, em 2014.

Conforme a Lei do Impeachment, Lewandowski assumiu a condução do processo em 12 de maio depois de o Senado aprovar o prosseguimento da ação. A partir dali, a lei estabeleceu o afastamento de Dilma por 180 dias, cabendo ao vice-presidente Michel Temer (PMDB) assumir o posto de comando do Executivo.

Em 17 de abril de 2016, os deputados aprovaram a instauração do processo contra Dilma por 367 votos favoráveis e 137 contrários. Outros sete parlamentares se abstiveram e dois faltaram à sessão. 

No Senado, o afastamento da petista foi aprovado em 31 de agosto do mesmo ano por 60 votos a favor e 20 contra. Houve duas ausências. O então presidente do Senado à época era o senador Renan Calheiros (MDB-AL), que apoiou a decisão.

Pouco tempo de depois de Dilma perder o mandato em razão das 'pedaladas fiscais', Eduardo Cunha é preso pela Operação Lava Jato por envolvimento em corrupção | Foto: Reprodução/Redes sociais
Pouco tempo de depois de Dilma perder o mandato em razão das ‘pedaladas fiscais’, a Operação Lava Jato pediu a prisão de Cunha por corrupção | Foto: Reprodução/Redes sociais

Meses depois do impedimento de Dilma, a Justiça mandou prender Eduardo Cunha por corrupção. Quem pediu a prisão foi o então juiz federal e hoje senador Sergio Moro (União Brasil/PR), à época responsável pela Lava Jato em primeira instância, em Curitiba. A operação pediu a condenação de Cunha por improbidade administrativa.

+ Leia mais notícia de Política na Oeste

Leia mais sobre:

0 comentários
Nenhum comentário para este artigo, seja o primeiro.
Canal Oeste
Nossos colunistas
Foto do autor J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Foto do autor Augusto Nunes
Augusto Nunes
Foto do autor Ana Paula Henkel
Ana Paula Henkel
Foto do autor Guilherme Fiuza
Guilherme Fiuza
Foto do autor Rodrigo Constantino
Rodrigo Constantino
Foto do autor Alexandre Garcia
Alexandre Garcia
Foto do autor Antonio Cabrera
Antonio Cabrera
Foto do autor Eugênio Esber
Eugênio Esber
Foto do autor Evaristo de Miranda
Evaristo de Miranda
Foto do autor Flávio Gordon
Flávio Gordon
Foto do autor Roberto Motta
Roberto Motta
Foto do autor Miriam Sanger
Miriam Sanger
Foto do autor Adalberto Piotto
Adalberto Piotto
Foto do autor Frank Furedi, da Spiked
Frank Furedi, da Spiked
Foto do autor Jeffrey A. Tucker.
Jeffrey A. Tucker.
Foto do autor Theodore Dalrymple
Theodore Dalrymple
Foto do autor Flavio Morgenstern
Flavio Morgenstern
Foto do autor Ubiratan Jorge Iorio
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
publicidade