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Política

Em meio a polêmicas, Toffoli determina investigações no caso do Master

Juiz do STF chegou a dividir um voo de jato particular com advogado que atua para um dos diretores do banco envolvido em escândalo

O ministro Dias Toffoli, em julgamento da descriminalização do porte de maconha para consumo pessoal - 20/6/2024 | Foto: Ton Molina/FotoArena/Estadão Conteúdo
O ministro Dias Toffoli, em julgamento da descriminalização do porte de maconha para consumo pessoal - 20/6/2024 | Foto: Ton Molina/FotoArena/Estadão Conteúdo

Nesta segunda-feira, 15, o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou investigações no caso do Master.

O ato veio depois das polêmicas no entorno do escândalo que envolve o banco. Em uma delas, tornou-se pública a viagem de jatinho particular entre o juiz do STF e Augusto de Arruda Botelho, advogado de um dos diretores do Master.

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Posteriormente, Toffoli proferiu uma decisão que trouxe para o STF a competência para julgar o caso, que estava na 1ª instância.

No ato de hoje, Toffoli afirmou que documentos e informações encaminhados ao STF por diversos órgãos estatais e pelo Poder Judiciário devem ser devidamente custodiados.

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Conforme o relator, a análise preliminar do material revelou a “absoluta necessidade” da adoção de atos investigativos urgentes, tanto para o êxito das investigações quanto como medida de proteção ao Sistema Financeiro Nacional e a seus usuários.

Entre as providências estão as oitivas dos investigados pela Polícia Federal. De acordo com a decisão, os investigados deverão prestar esclarecimentos detalhados sobre as denúncias em apuração, com a apresentação dos respectivos documentos.

Toffoli e caso Master

Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, é preso pela Polícia Federal | Foto: Montagem Revista Oeste
Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, chegou a ser preso pela Polícia Federal | Foto: Montagem Revista Oeste

No começo de dezembro, Toffoli decidiu puxar para o STF qualquer decisão que envolve o caso do Master e determinou que todas as decisões e diligências relacionadas ao caso passassem a ser tomadas exclusivamente pelo STF.

Na prática, os procedimentos investigatórios foram paralisados nas instâncias inferiores.

A decisão ocorreu poucos dias depois do Tribunal Regional Federal da 1ª Região ter revogado a prisão preventiva de Daniel Vorcaro, controlador do banco, e de outros investigados na Operação Compliance Zero. O banqueiro é suspeito de comandar uma fraude de R$ 12 bilhões.

Leia também: “Ligações perigosas”, artigo publicado na Edição 300 da Revista Oeste

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1 comentário
  1. COLETTO ASSESSORIA EM SEGURANÇA DO TRABALHO LTDA
    COLETTO ASSESSORIA EM SEGURANÇA DO TRABALHO LTDA

    AMIGOS, EXSTE DUVIDAS DE QUE EXISTEM AMIGOS NO PROCESSO OU ATÉ COMPONENTES DO STF – ESTYAS AÇÕERS VÃO SOMENTE ATÉ SA FEIRA RSRSRSRS

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