Uma briga marcou o início do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no Supremo Tribunal Federal (STF), nesta terça-feira, 2. O incidente ocorreu nos arredores do condomínio onde ele reside, na região do Jardim Botânico, em Brasília.
O clima de tensão foi agravado por manifestações contrárias e favoráveis ao ex-chefe do Executivo. O conflito se intensificou quando manifestantes exibiram uma faixa com os dizeres “Bolsonaro na cadeia” e inflaram um boneco do ex-presidente com uniforme de presidiário.
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Um morador do condomínio, identificado pela camiseta do Fluminense, tentou romper a faixa e discutiu com membros do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MTST), provocando tumulto na entrada do Solar de Brasília.
No momento seguinte, apoiadores de Bolsonaro e integrantes do MTST se envolveram em empurrões e troca de xingamentos. A Polícia Militar, presente no local, interveio rapidamente e conseguiu dispersar os ânimos.
Posteriormente, integrantes da União Nacional dos Estudantes buscaram inflar outro boneco semelhante, mas foram impedidos pela polícia e seguiram para a Torre de TV, no Eixo Monumental.
O julgamento de Bolsonaro

A 1ª Turma do STF iniciou o julgamento de Jair Bolsonaro e mais sete acusados por uma suposta tentativa de golpe de Estado. O processo, que pode se estender até o dia 12, é relatado pelo ministro Alexandre de Moraes e tem entre os integrantes Flávio Dino, Cristiano Zanin (presidente da turma), Cármen Lúcia e Luiz Fux.
Bolsonaro é representado por nove advogados, com destaque para Celso Villardi, Paulo Cunha Bueno e Daniel Tesser. Os outros membros da defesa estão ligados aos escritórios contratados para o caso. Entre os réus estão Alexandre Ramagem, Almir Garnier, Anderson Torres, Augusto Heleno, Mauro Cid, Paulo Sérgio Nogueira e Walter Braga Netto.
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A Procuradoria-Geral da República acusa o primeiro núcleo do grupo de cinco crimes: organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado democrático de Direito, tentativa de golpe de Estado, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.
Em caso de condenação, a pena mínima prevista para Jair Bolsonaro é de 12 anos de prisão, podendo alcançar até 43 anos. Se houver decisão condenatória, cada pena será estabelecida conforme a participação de cada réu e só terá execução após o trânsito em julgado, não havendo mais recursos possíveis.
Sendo ex-presidente, Jair Bolsonaro, em caso de condenação definitiva, deverá cumprir pena em cela especial, localizada no presídio da Papuda ou na Superintendência da Polícia Federal, ambos em Brasília.
*O PORÃO*
Não, definitivamente não… não queríamos passar por isso, adiamos o quanto foi possível, até demais, mas quando soa o relógio sagrado do tempo das coisas, não há muito o que fazer. Chegou a hora da *faxina no porão*.
Descendo as escadas, ao se abrir a porta e deixar o primeiro raio de luz entrar, é assustador ver tanta poeira, teias de aranha, ratos e baratas fazendo a festa.
“Luz começando a invadir a sombra”: é exatamente este momento nacional que estamos vivendo. Analisando desta perspectiva constatamos que não teria o menor cabimento a reeleição do Bolsonaro. Também não faria sentido aplicar o Art. 136 ou 142 da CF, para evitar o desastre que a passos largos se aproxima.
Obedecendo à inexorável e perfeita cronologia do Universo e da Vida, teríamos sim que passar por tudo isso e um pouco mais. Precisaríamos descer ao porão da pátria amada, para que *TODOS* constatassem com seus próprios olhos a absoluta sujeira entranhada na turma que está, com afinco e rapidez, se esforçando para destruir a nossa nação.
É óbvio demais, mas todos, como São Tomé, precisaríamos *ver* (incapacidade, corrupção, conchavos, escárnio, censura e abuso) *para crer* que bandidos e criminosos não se regeneram com o passar do tempo, apenas ficam mais velhos… e mais nocivos.
Do ponto de vista de um processo de limpeza, tudo o que está ocorrendo de trágico está absolutamente correto. Provavelmente a imundície terá que ficar ainda mais visível e deverá produzir mais alergias, incômodos, doenças ou até óbitos.
*P.:* Quanto tempo levará essa bagunça?
*R.:* O tempo necessário para a maioria do povo entender que, de bandidos, só podemos esperar mentiras, crimes, roubos e assassinatos.
A visão do porão imundo e pestilento não poderia ficar restrita a alguns. Para evitar controvérsias, para atenuar a discórdia que tem separado familiares, amigos e irmãos, para que o povo possa alcançar a paz, seria imperioso acontecer o que está acontecendo, a sujeira precisaria ser esfregada na cara de *TODOS*.
Por ora, rendamos graças a *DEUS* que, no comando de todas as coisas, está proporcionando ao povo brasileiro a oportunidade abençoada de olhar a verdade nua e crua. É impossível começar uma faxina sem que primeiramente tenhamos a exata noção do que precisa ser limpo.
Desconheço a autoria.
“Homens fortes criam tempos fáceis e tempos fáceis geram homens fracos, mas homens fracos criam tempos difíceis e tempos difíceis geram homens fortes”.
Segundo as legendas, dos 513 deputados que estão na Câmara, apenas 28 se elegeram com os próprios votos. Os demais se beneficiaram com os votos dos puxadores de seus partidos ou federações.
Gstei!!! O nosso povo precisa aprender a lutar ela mesma para resolver a bagunça. Por enquanto estamos vivendo uma inconfidência mineira e a nossa independência só foi proclamado pelo futuro rei de Portugal uns 32 anos depois. Talvez agora chegou a hora de proclamar a independência do Brasil capitaneada por um brasileiro de verdade que ama seu pais.