Martha Graeff, ex-noiva do banqueiro Daniel Vorcaro, afirmou na sexta-feira 27 que soube pela imprensa das acusações contra o controlador do Banco Master. Em nota pública, ela negou ter conhecimento prévio de irregularidades e rejeitou a versão de que tenha sido beneficiada por transferências patrimoniais.
“Não, EU NÃO SABIA”, escreveu Martha. “Soube exatamente como a maioria dos brasileiros: pela imprensa. E, não, eu não desconfiava, assim como também não sabiam e não desconfiavam os órgãos reguladores e autoridades, parceiros de negócio, clientes e tantos outros.”
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Segundo ela, não havia “qualquer investigação conhecida” contra Vorcaro, nem motivo para desconfiar de sua atuação. A empresária também disse nunca ter participado dos negócios do ex-companheiro.
Na manifestação, Martha negou a criação de um trust em seu favor, assim como o recebimento de imóveis, carros ou embarcações. Ela afirmou que todo o seu patrimônio foi construído com recursos próprios e está devidamente declarado.
Martha também disse ter sido “linchada, cancelada e vulgarizada” depois do vazamento de conversas privadas. Segundo ela, a exposição atingiu não apenas sua imagem, mas também sua filha de 6 anos e outros familiares.
Mensagens de Vorcaro contrariam versão de ex-noiva

As mensagens entregues à CPI do INSS, no entanto, contrariam parte dessa versão. O material mostra que Martha e Vorcaro conversavam sobre reportagens e indagações envolvendo a atuação profissional do banqueiro, que ele atribuía a ataques de concorrentes.
As conversas também tratam da criação de um trust em nome de Martha, com a transferência de uma mansão para essa estrutura e o aporte de US$ 10 milhões em sua empresa, a Happy Aging.
Em outra frente, os diálogos mostram o casal articulando medidas para evitar a exposição de viagens, festas e bens de alto valor. Em uma das mensagens, Vorcaro relata ter negado a um repórter da Folha de S.Paulo a existência do iate “Martha”, para impedir a divulgação do patrimônio.
Na nota, Martha afirma que vive o “pior momento” de sua vida e diz que tenta atravessar a crise “de cabeça erguida”, como mulher, mãe e profissional.
Confire a íntegra da nota
Aos meus familiares, amigos, parceiros de trabalho e voluntariado, às pessoas que me acompanham no dia a dia e a todos os cidadãos de bem interessados em entender o que está acontecendo em nosso país — e não apenas em julgar e punir injustamente — esclareço informações inverídicas e caluniosas que circulam a meu respeito.
Em primeiro lugar, sobre tudo que veio à tona nas últimas semanas: Não, EU NÃO SABIA. Soube exatamente como a maioria dos brasileiros: pela imprensa. E, não, eu não desconfiava, assim como também não sabiam e não desconfiavam os órgãos reguladores e autoridades, parceiros de negócio, clientes e tantos outros. Não havia contra ele qualquer investigação conhecida, sequer acusações. Além disso, ele atuava em uma área fiscalizada, regulada, eu simplesmente não tinha qualquer razão para não acreditar.
As últimas semanas têm sido as piores da minha vida — e não atinge só a mim, mas também à minha filha, uma menina de 6 anos, e a meus familiares. Minha vida privada foi invadida, conversas íntimas, que nada têm a ver com as investigações em curso, vazaram e foram expostas de maneira criminosa — e conveniente. Fui linchada, cancelada e vulgarizada. A quem interessa tudo isso?
Eu me apaixonei por um homem que era especial não apenas comigo, mas também com a minha família e com os meus amigos. Um pai e um empresário bem-sucedido, respeitado por pessoas respeitáveis, não apenas no Brasil, mas no exterior. Nosso relacionamento de cerca de 1 ano e oito meses sempre foi a distância, eu morando nos Estados Unidos, ele no Brasil. Por isso, falávamos muito por mensagens.
Sobre as acusações de ter sido beneficiada pela transferência de bens para o meu nome, também não são verdadeiras. Nunca me envolvi em negócios do meu ex-namorado, nem sabia de detalhes de sua atuação. Não faço parte de nenhum trust, nem recebi imóveis, carros ou barco, como estão dizendo irresponsavelmente. Trabalho desde os meus 14 anos, portanto, há 26 anos, dos quais, moro fora do Brasil há mais de 20 anos. Todo meu patrimônio foi construído por mim e está devidamente declarado.
Me sinto quebrada por dentro e por fora, mas não escrevo essa manifestação como vítima. Estou aqui como mulher, como mãe e como profissional, tentando superar essa imensa dor. E com o mesmo esforço, foco e determinação que sempre tive até aqui, pretendo passar por esse momento de cabeça erguida.
Martha Graeff, em 27 de março de 2026
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Dormia com ele, convivia com ele e não sabia dos presentes que recebeu, vai ser cara de pau e burra nos quintos do inferno.
Todo canalha tem o mesmo papo.
Sou inocente, sou vítima de maldades, blá blá blá.
Vá ser cara de pau assim, lá no raio que a parta….
Que moça mais ingênua: “coitadinha” – kkkkk