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Política

Feira do MST tem simulação de cela para ‘bolsonaristas’

Grupo invasor de propriedades exibiu a ‘Papuda de Brasília’ em sua feira nacional

MST
A 'cela' construída pelo MST | Foto: Reprodução/Redes sociais

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) construiu uma “cela” para pessoas com roupas verdes e amarelas, representando apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O grupo invasor de propriedades exibiu a “Papuda de Brasília” no sábado 13, durante sua feira nacional.

A iniciativa fez parte de uma “apresentação teatral interativa”, que também incluiu um estande de tiro, uma urna de voto impresso, um mural com fake news, um altar de pneus com velas e um púlpito para que o público pudesse discursar.

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Ministros do MST

O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Geraldo Alckmin, e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, viraram “garotos-propaganda” da feira nacional.

“Tenho orgulho de ter participado da campanha publicitária destes produtos”, afirmou Haddad, que não compareceu ao evento. Nas redes sociais, contudo, elogiou os objetos produzidos pelos sem-terra.

Já Alckmin foi saudado como “guerreiro do povo brasileiro”. Ele participou do evento, que ocorre no Parque da Água Branca, região oeste de São Paulo.

O ministro do Desenvolvimento Agrário, Paulo Teixeira, também participou da feira e afirmou que a pasta está com um plano emergencial para retornar com assentamentos a partir de maio.

O indicado de Luiz Inácio Lula da Silva para assumir a diretoria de Políticas Monetárias do Banco Central, o secretário-executivo da Fazenda, Gabriel Galípolo, já havia visitado o evento.

O “culto” do MST

Mas não para aí. Circula nas redes sociais um vídeo em que integrantes do MST cantam o hino do grupo e gesticulam de maneira sincronizada. A estética da cerimônia é similar à verificada em eventos de grupos políticos e em cultos de algumas denominações religiosas.

Chama a tenção a letra do hino. Há referências diretas à ideologia esquerdista e aos símbolos do marxismo, por exemplo.

“Vem, lutemos punho erguido

Nossa força nos faz a edificar

Nossa pátria livre e forte

Construída pelo poder popular”

Leia mais: “Sem terra e sem lei”, reportagem de Artur Piva e Joice Maffezzolli publicada na Edição 156 da Revista Oeste

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9 comentários
  1. Leonardo Semolini
    Leonardo Semolini

    Sim e tem quem defenda que o movimento é legítimo e pacífico… Frágeis argumentos como sempre.

  2. Fabio
    Fabio

    Lavagem cerebral de pagadores de impostos, como qualquer outro, mas que perderam as esperanças de lutarem por uma vida melhor, e se sentem mais confortáveis em “lutar” com mais gente, sem consciência que estão sendo usados por grupo político para interesses escusos.

  3. Arthur André Leto Barreto
    Arthur André Leto Barreto

    A
    O conceito das religiões politicas de Eric Voegelin já havia acontecido na década de 30 e agora volta a desabrochar aqui em Banânia. O perdão, uma virtude, unge o encantador de jumentos, e seus seguidores ….bem.

  4. Marisa
    Marisa

    Até o indicado do Jaiminho participou do evento esquerdista?

  5. Noone
    Noone

    Alckmin, aquele q era “de direita” admirado pelo mbl… tá certo..

  6. Hugo Monteiro
    Hugo Monteiro

    Meu Jesus Cristinho! Que video deprimente… Que angú de caroço! Mais parece uma manada de zumbis cantando, mas realmente num estado catatônico…

  7. Paulo Renato Versiani Velloso
    Paulo Renato Versiani Velloso

    Onde estão os produtos da terra dos “sem terra”? Mostram em primeiro plano uma simulação de uma cela para os Bolsonaristas e ao fundo um galpão, onde se supõe estejam expostos os produtos do seu trabalho no campo. Porém para minha surpresa, na foto abaixo, mostra o interior deste galpão onde se reúnem os imbecís a cantar um hino com tanto entusiasmo que até dá sono, parecem uns zumbís. Então, continuo a perguntar: Onde estão os produtos, resultado do trabalho no campo? Nenhuma abóbora, pelo menos?

    1. Arthur André Leto Barreto
      Arthur André Leto Barreto

      O conceito das religiões politicas de Eric Voegelin já havia acontecido na década de 30 e agora volta a desabrochar aqui em Banânia. O perdão, uma virtude, unge o encantador de jumentos, e seus seguidores ….bem

  8. Christian
    Christian

    Só puseram 4 na Jaula. Pouco né ?
    Mas esquecem que tem 48,5 milhões para enjaular… Fora aqueles que fizeram o “L” e que hoje se arrependeram.
    Vai dar trabalho…

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