Flávio Bolsonaro e Rogério Marinho também vão se filiar ao PL amanhã

Futuramente, outros ministros podem se filiar ao partido, como Onyx Lorenzoni e Tarcísio Gomes de Freitas
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Presidente da República, Jair Bolsonaro | Foto: Alan Santos/PR
Presidente da República, Jair Bolsonaro | Foto: Alan Santos/PR

O movimento de aliados do presidente Jair Bolsonaro em direção ao Partido Liberal (PL) já começou. A expectativa é que o partido receba nos próximos meses ministros e parlamentares aliados ao presidente.

Na terça-feira 28, além de Bolsonaro, vão se filiar à legenda o ministro Rogério Marinho, do Desenvolvimento Regional, e o senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ).

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Futuramente, outros ministros do presidente Jair Bolsonaro podem se filiar ao PL, como Onyx Lorenzoni, do Trabalho, e Tarcísio Gomes de Freitas, da Infraestrutura.

Nesta segunda-feira, 29, no plenário da Câmara, o deputado e presidente do PL no Rio Grande do Sul, Giovani Cherini, disse que Lorenzoni se filiará ao partido para concorrer às eleições para governador do Estado.

“Eu também quero dar as boas-vindas ao ministro Onyx Lorenzoni, que estará entrando em breve no Partido Liberal do Rio Grande do Sul para ser o nosso candidato a governador”, disse Cherini.

A filiação de Bolsonaro está marcada para manhã às 10 horas em Brasília. A ida ao PL abre caminho para o presidente disputar a reeleição em 2022.

A data foi confirmada em 23 de novembro. O anúncio ocorre depois de, em 14 de novembro, ter sido anunciado o cancelamento da cerimônia de filiação de Bolsonaro, que estava marcada para o dia 22.

Na ocasião, o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou que “após intensa troca de mensagens” com Bolsonaro, foi decidido, de comum acordo, “pelo adiamento da anunciada cerimônia de filiação”.

Durante agenda oficial no Oriente Médio, Bolsonaro disse que tinha “muito a conversar” com o presidente do PL antes de entrar no partido.

Na época da declaração, o presidente disse que, entre as pendências, estava acertar o discurso sobre temas como a pauta conservadora e relações exteriores.

Ele também disse que deveria ser melhor discutida a questão das coligações estaduais: “A gente não vai aceitar, por exemplo, São Paulo apoiar alguém do PSDB”, o que já teria sido resolvido.

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