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Política

Flávio responsabiliza Lula por possível tarifa de 25% dos EUA

Senador afirmou que o tarifaço norte-americano seria consequência da política externa adotada pelo governo petista

Flávio Bolsonaro
Flávio Bolsonaro reagiu depois de Lula chamá-lo de 'traidor da pátria' | Foto: Andressa Anholete/Agência Senado

O senador e candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), afirmou nesta terça-feira, 2, que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é o responsável pela possível nova taxação de 25% dos Estados Unidos sobre produtos brasileiros.

A declaração ocorreu depois de Lula chamar o parlamentar de “traidor da pátria” ao comentar a recomendação feita pelo Departamento de Comércio norte-americano.

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Flávio reage a críticas de Lula

Em publicação nas redes sociais, Flávio afirmou que o tarifaço norte-americano seria consequência da política externa adotada pelo governo petista.

“A realidade é que essa tarifa é do Lula”, escreveu o senador. “Pelo seu tom agressivo com os Estados Unidos, seu discurso antiamericano e por defender que o dólar deixe de ser a moeda padrão nas relações internacionais.”

Flávio também afirmou que, durante visita à Casa Branca na semana passada, pediu diretamente aos EUA que não taxassem as empresas brasileiras.

Na postagem, o parlamentar disse ainda que “ninguém mais acredita no Lula”.

“Ele faz uma reunião com Trump, assume compromissos e não cumpre”, afirmou Flávio. “Foi assim em relação ao aperto contra o PCC e o CV.”

Na semana passada, o governo norte-americano classificou o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas. Políticos conservadores comemoraram a medida, que acabou criticada por integrantes do governo federal.

Lula chamou senador de “traidor”

Mais cedo, Lula associou o avanço da investigação comercial norte-americana à atuação de integrantes da família Bolsonaro junto ao governo do presidente dos EUA, Donald Trump.

O petista afirmou que Flávio teria atuado contra os interesses brasileiros ao buscar apoio de autoridades norte-americanas durante a crise diplomática.

A tensão entre os dois países aumentou depois que o Escritório do Representante de Comércio dos EUA abriu uma investigação contra o Brasil com base na Seção 301 da legislação comercial norte-americana. O documento cita decisões do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, e críticas às políticas brasileiras para plataformas digitais.

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