A Fundação Perseu Abramo, ligada ao Partido dos Trabalhadores (PT), divulgou cartilha que propõe criar uma “Guarda Nacional Civil” para substituir gradualmente as Forças Armadas em operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO). O material, voltado a filiados, também defende recriar o Ministério da Segurança Pública, hoje integrado ao Ministério da Justiça.
A cartilha foi apresentada na abertura de um seminário do PT no Rio de Janeiro, com presença do presidente nacional do partido, Edinho Silva. O texto sugere que a nova Guarda Nacional, de caráter permanente e civil, exigiria uma Proposta de Emenda à Constituição e difere da Força Nacional atual, formada temporariamente por policiais estaduais.
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No início de 2023, Flávio Dino, então à frente do Ministério da Justiça, chegou a propor uma guarda similar para proteger prédios públicos em Brasília, depois dos atos do 8 de janeiro, mas o projeto não avançou. O documento da Fundação Perseu Abramo afirma que a nova força teria estrutura, corregedoria e atuação nacional, especialmente em fronteiras e na Amazônia. Com isso, operações de GLO deixariam de exigir militares.
Detalhes da cartilha do PT

O documento da Fundação Perseu Abramo pode servir de base para o programa do PT em 2026. A cartilha afirma que a Força Nacional ainda é apenas um programa, sem estrutura hierárquica, código de conduta nem corregedoria, e formada por policiais dos Estados e do Distrito Federal.
A nova Guarda Nacional seria criada por meio de uma PEC e funcionaria como instituição policial da União, com foco em fronteiras e na Amazônia. Segundo o texto, a força substituiria gradualmente o uso das Forças Armadas em operações de GLO.
“Até hoje a Força Nacional é um programa, não tem estrutura hierárquica adequada, código de conduta, órgão corregedor e é formada por policiais dos Estados e do DF”, diz o documento da fundação ligada ao PT. “A criação da Guarda Nacional Permanente de Caráter Civil, uniformizada, portanto, ostensiva, (…) seria a ampliação dos órgãos que compõem a segurança pública, com a criação de uma nova instituição policial da União para atuar em todo o território nacional, em especial nas fronteiras e na Amazônia Legal. Com a Guarda Nacional, gradativamente não será mais necessário o emprego das Forças Armadas por meio das operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO).”
A cartilha também defende recriar o Ministério da Segurança Pública. A pasta reuniria Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Ferroviária Federal, Polícia Penal, Força Nacional e a Secretaria Nacional de Segurança Pública.
O texto também destaca que recriar um ministério específico para segurança foi compromisso da campanha de Luiz Inácio Lula da Silva em 2022. A ideia ganhou força depois da megaoperação do Rio de Janero, em outubro, que deixou 121 mortos e reacendeu debates internos para 2026. Aliados defendem uma medida provisória para criar a pasta ou, alternativamente, uma secretaria com status ministerial. Seria o 39º ministério do Poder Executivo federal.
Segundo Paulo Okamotto, presidente da Fundação Perseu Abramo, a cartilha foi um pedido de Gleisi Hoffmann, ex-presidente do PT e atual ministra das Relações Institucionais da Presidência da República, para atualizar a política de segurança do PT. Ele afirmou que o partido rejeita mortes de policiais e inocentes, mas defende maior punição ao crime: “A impunidade muitas vezes é motivação para cometer delitos”.
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Os amigos ditadores têm a guarda bolivariana e o infeliz corrupto e seus aliados querem a GUARDA BRASILIANA. Tudo como Olavo de Carvalho previu e nos avisou. Quem o desprezou agora tem esconder a cara ou vai ser preso.
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Em outras palavras, criar a Gestapo.
O PT quer uma polícia para chamar de sua. No passado não muito distante outros líderes mundiais muito conhecidos também tinham polícias próprias.
Polícia Bolivariana aos moldes do carniceiro Maduro.
Eles concerteza vão Combater o crime de porte de biblia e orações em porta de quartel, já crimes de trafico de drogas nao iriam combater pq querem descriminalizar pros EMPRESARIOS ocultos que sqo politicos e membros em tribunais em brasilia possam formalizar seu negocio
Querem criar uma milícia comunista sob o pretexto de combater o crime.