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Política

General da reserva alvo da 18ª Operação Lesa Pátria depõe na PF

Ridauto Lúcio Fernandes afirma não ter 'nada a temer'

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Ridauto Lúcio Fernandes: mais um militar alvo de ações da Polícia Federal | Foto: Reprodução/ Rede sociais

Depois de quase três horas de depoimento, o general da reserva Ridauto Lúcio Fernandes afirmou, ao sair da sede da Polícia Federal (PF), que não tem “nada a temer”. Na manhã desta sexta-feira, 29, Fernandes foi alvo de busca e apreensão e teve seus bens bloqueados pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

18ª fase da Operação Lesa Pátria

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Polícia Federal | Foto: Reprodução/Redes sociais

A Polícia Federal cumpriu na manhã desta sexta um mandado de busca e apreensão contra Ridauto Lúcio Fernandes, suspeito de envolvimento nos eventos ocorridos em 8 de janeiro, em Brasília. O STF também emitiu uma ordem de bloqueio de bens do investigado. A PF divulgou em nota que “está apurando danos ao patrimônio público que podem chegar à cifra de R$ 40 milhões”.

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A operação desta sexta-feira foi a 18ª fase da Operação Lesa Pátria. Os fatos investigados constituem, em tese, os crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, associação criminosa, incitação ao crime e destruição e deterioração ou inutilização de bem especialmente protegido.

Operação da Polícia Federal sobre 8 de janeiro

A Operação Lesa Pátria, da Polícia Federal, tem como objetivo identificar quem depredou, financiou ou incentivou os atos de 8 de janeiro. Com a invasão dos prédios da Praça dos Três Poderes, a Polícia Federal tornou “permanente” as investigações e operações, sempre autorizadas pelo ministro Alexandre de Moraes, relator dos inquéritos do 8 de janeiro.

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“As investigações continuam em curso e a Operação Lesa Pátria se torna permanente”, afirma a corporação, em nota. Dessa forma, a ação conta com “atualizações periódicas acerca do número de mandados judiciais expedidos, pessoas capturadas e foragidas”.

Leia também: “Fachin vota para obrigar Estado a indenizar por mortes em operações policiais”

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1 comentário
  1. Rosely M G Goeckler
    Rosely M G Goeckler

    A Justiça Militar se cala?

    Cadê a Justiça militar!??????

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