Gilmar Mendes mantém quebra de sigilo da produtora Brasil Paralelo

Decisão foi determinada pela CPI da Covid
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Ministro Gilmar Mendes durante sessão da 2ª turma do STF | Foto: Nelson Jr./SCO/STF
Ministro Gilmar Mendes durante sessão da 2ª turma do STF | Foto: Nelson Jr./SCO/STF

O ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes manteve a quebra dos sigilos telefônico e telemático da produtora de vídeos Brasil Paralelo. A quebra foi determinada pela CPI da Covid sob o argumento de que existiriam indícios de ligação da empresa com a divulgação de notícias falsas desde a campanha presidencial de 2018.

A Brasil Paralelo pediu que o Supremo anulasse a quebra de sigilo por falta de fundamentação e destacou que é um veículo de comunicação e, portanto, está protegida pela liberdade de imprensa. Segundo a produtora, a CPI não diz quais informações pretende obter com a quebra de sigilo, além de ter indicado informações genéricas que não têm relação com a atuação da empresa.

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Gilmar Mendes acatou parcialmente o pedido da defesa da produtora e determinou que as quebras só abarquem o período posterior a 20 de março de 2020, quando oficialmente foi declarado o estado de emergência devido à covid-19, sem abranger datas anteriores. A decisão é de segunda-feira 9.

O ministro também determinou que as informações obtidas pela CPI sejam mantidas sob a guarda do presidente da comissão, Omar Aziz (PSD-AM), e compartilhadas com o colegiado somente “em reunião secreta e quando pertinentes ao objeto da apuração”.

Brasil Paralelo já se pronunciou

No início de agosto, a produtora publicou um vídeo sobre o tema. “Pagamos milhões de reais de impostos para financiar essa estrutura estatal, que, em função de suas disputas político-partidárias, usa informações explicitamente falsas para tentar prejudicar a nossa empresa”, afirmou.

“Até hoje, todos que tentaram usar a estratégia de difamação contra a Brasil Paralelo, ainda que conseguissem manchetes de jornais, perderam na Justiça”, finalizou.

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12 comentários

  1. A ditadura da CPI com apoio de uma outra ditadura: a do STF. Essas duas ditaduras cínicas e descaradas, por várias vezes, já rasgaram e jogaram no lixo a nossa Constituição.

  2. Esperar o que de um canalha do quilate de um Gilmar Mendes. A nossa “corte suprema”está infestada por esse tipo de gente. Essa é a linha do Gilmar, persegue quem atua segundo princípios éticos, e solta bandidos. Mil vezes, CANALHA!

  3. Essa decisão representa a vingança sobre o documentário “Os 11 Supremos”. Certamente eles não devem ter gostado e chegou a hora de dar o troco. Estamos vivendo os momentos iniciais de como é viver sob o domínio de uma ditadura. Só não enxerga quem não quer.

  4. O que temos são corruptos com o poder absoluto nas mãos.
    Impossível alterar essa situação com diálogos francos e pacíficos.
    É evidente que num embate entre mocinho e bandido, os dois não poderão, simultaneamente, sair bem caso se faça justiça!
    Essa comissão foi arquitetada para ser genérica, ampla e irrestrita com a finalidade de eliminar Bolsonaro da Presidência e, enquanto o peso das forças estiver a favor dos corruptos, os cidadãos de bem continuarão a serem lesados!

  5. Bom pelo menos tudo isto esta servindo pra gente acordar de vez e ver o quão forte é a militancia, já vivemos em uma ditadura a da toga puxadinho da esquerda que alias faz parte do plano de perpetuação no poder deles, a maioria lá 11 foi colocado lá pelo PT, 3 pessoas presas sem ter cometido crime, em fim a lista de absurdo e com aval da midiazinha podre é grande, este ai é um que a hora que isto tudo aqui ruir e virarmos uma Venezuela ou Cuba é o primeiro a fugir pra Portugal né kkkkkk

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