Gilmar Mendes nega troca no comando da CPMI das ‘fake news’

Gilmar Mendes rejeita pedido de deputados para afastar comando da CPMI das fake news
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Deputada Lídice da Mata é relatora e o senador Ângelo Coronel preside a CPI do Congresso | Foto: Roque de Sá/Agência Senado
Deputada Lídice da Mata é relatora e o senador Ângelo Coronel preside a CPI do Congresso | Foto: Roque de Sá/Agência Senado | CPMI

Deputados do PSL alegam que o presidente da CPMI, senador Ângelo Coronel (PSD-BA), e a relatora, deputada Lídice da Mata (PSB-BA), não são isentos

CPMI
Deputada Lídice da Mata é relatora e o senador Ângelo Coronel preside a CPMI no Congresso
Foto: Roque de Sá/Agência Senado
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O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou um pedido feito por deputados do PSL para afastar o comando da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito do Congresso Nacional (CPMI) das fake news.

De acordo com os autores do pedido, o presidente da CPI, senador Ângelo Coronel (PSD-BA), e a relatora, deputada Lídice da Mata (PSB-BA), não são isentos. Entre os deputados que assinaram o pedido, estão Carlos Jordy, Carla Zambelli e Bia Kicis.

Em sua decisão, o ministro afirmou que o Congresso Nacional possui mecanismos institucionais próprios para lidar com eventuais desvios comportamentais de um parlamentar. Ou seja, eventuais irregularidades praticadas no comando da CPI poderiam ser enfrentadas pelo próprio Congresso.

Além disso, Mendes disse que é preciso registrar que os fatos apurados pela CPMI assumem a mais alta relevância. “Não à toa, há uma crescente preocupação mundial com os impactos que a disseminação de estratégias de desinformação e de notícias falsas tem provocado sobre os processos eleitorais”, afirmou.

 

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5 comentários

  1. Esta CPI só importa para pessoas mal intencionadas, que desejam prejudicar o governo. É tão inútil quando o próprio Gilmar Mendes. Mas juridicamente está correto, não tem que resolver isso no judiciário, tem que aguardar o momento político de eliminar elementos como Angelo Coronel e Maia principalmente.

    1. Essa CPI foi instalada para intimidar apoiadores do governo e desgastar a imagem do Presidente Bolsonaro, visto que o governo conservador desagrada o establishment. Diariamente os jornais publicam fake news e a grande mídia as reverbera, porém passa batido na CPI pois não lhes interessa.
      O guru da CPI, Luciano Ayan, que foi condenado por disseminação de fake news, e que está sob investigação por corrupção e outros crimes pesados, formulou a base de acusação de Frota e Joyce na CPI q motivou as ações ditatoriais de Alexandre de Moraes. Ayan desmoralizou a própria CPI e o inquérito das fake news no STF.

      O STF é composto por ativistas de esquerda, exceto Marco Aurélio, q ñ aceitam o governo conservador e que estão alinhados com esse lixo da CPI para criar uma narrativa q alimente o processo de cassação da chapa Bolsonaro/Mourão no TSE. Nesse contexto, não se poderia esperar de
      Gilmar Mendes atitude diferente da que tomou.

      Mas não dará certo essa conspiração, o povão já viu isso e em 2022 Bolsonaro será reeleito e junto com ele uma grande bancada conservadora. Aí sim, com congresso renovado o STF entrará nos eixos e vários ministros perderam suas cabeças.

  2. Não me interessa quem é i responsável no comando desta comissão. Como um desabafo digo , em referência a fala de Alexandre de Moraes, que não aceito a estupidez dele nos chamar de ditadores da maioria. Não faz sentido esta estupidez pois se é da maioria , é democracia. Da mesma maneira como ele teve o direito de nos chamar desta forma e os outros membros do STF falam que os apoiadores de Bolsonaro são nazistas e outras coisas mais, tenho o direito de externar que se há uma ditadura aqui no Brasil está sendo implantada pelos membros desta nobre instituição. Prender pessoas por crime de opinião é ação ditatorial. Foi a frase mais estúpida e atentatória à dignidade da maioria que já li e ouvi em toda a minha vida. Não aceito a expressão deste Alexandre e ele deveria se retratar. A frase também supõe que cabe ao STF tutelar quem pensa diferente. Não cabe não. Podem ter a caneta e o.poder de prisão mas não terão a verdade e nem a dignidade para respeitar a maioria, ainda que essa maioria não concorde com o que pensa os.membros do STF.

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