publicidade
Política

Governo federal cria classificação indicativa de 6 anos

A nova faixa etária vai ser atribuída a produtos audiovisuais e a aplicativos de celular

A classificação ficará entre 'Livre' e '10 anos' | Foto: Reprodução/Freepik
A classificação ficará entre 'Livre' e '10 anos' | Foto: Reprodução/Freepik

Uma nova regulamentação do governo de Luiz Inácio Lula da Silva amplia a classificação indicativa para aplicativos, incluindo agora a faixa etária de 6 anos. Antes, a classificação abrangia apenas categorias como “livre”, 10 anos, 12 anos, 14 anos, 16 anos e 18 anos.

Com a mudança, qualquer aplicativo poderá receber indicação de idade, e a nova faixa serve para sinalizar que o conteúdo não é apropriado para menores de 6 anos.

Receba nossas atualizações

O ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, declarou que a infância e a adolescência no país enfrentam desafios como a violência, também presente no ambiente digital. “O nosso objetivo é criar mecanismos que contribuam para criação de ambiente mais seguro e respeitoso para crianças brasileiras”, afirmou Lewandowski.

Aplicativos sob novas regras de classificação

As atuais faixas de classificação indicativa | Foto: Divulgação/Governo federal
As atuais faixas de classificação indicativa | Foto: Divulgação/Governo federal

A portaria amplia a regra anterior, que abrangia filmes, jogos e apps de conteúdo audiovisual, para incluir todos os tipos de aplicativos. Agora, pais e responsáveis terão mais informações sobre riscos potenciais ao baixar aplicativos, especialmente aqueles que facilitam contato entre menores e adultos desconhecidos ou interações com inteligência artificial.

As classificações serão exibidas nas lojas virtuais no momento do download, permitindo que os pais avaliem a adequação dos aplicativos para crianças e adolescentes. O tema ganhou destaque após denúncias de exploração infantil em ambientes digitais, motivando o debate sobre a chamada adultização de crianças.

Lei assinada por Lula também cria novas obrigações para plataformas digitais

A legislação aprovada determina que perfis de redes sociais de menores de 16 anos sejam vinculados a responsáveis legais, exige remoção imediata de conteúdos abusivos e estabelece multas entre R$ 10 por usuário cadastrado e R$ 50 milhões, conforme a infração.

A lei, sancionada por Luiz Inácio Lula da Silva em setembro de 2025, também prevê a suspensão das atividades de plataformas que descumprirem as regras, exigindo mecanismos confiáveis para verificação de idade e permitindo denúncias por vítimas, responsáveis e órgãos de defesa.

+ Leia mais notícias de Política em Oeste

Leia mais sobre:

0 comentários
Nenhum comentário para este artigo, seja o primeiro.
Canal Oeste
Nossos colunistas
Foto do autor J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Foto do autor Augusto Nunes
Augusto Nunes
Foto do autor Ana Paula Henkel
Ana Paula Henkel
Foto do autor Guilherme Fiuza
Guilherme Fiuza
Foto do autor Rodrigo Constantino
Rodrigo Constantino
Foto do autor Alexandre Garcia
Alexandre Garcia
Foto do autor Antonio Cabrera
Antonio Cabrera
Foto do autor Eugênio Esber
Eugênio Esber
Foto do autor Evaristo de Miranda
Evaristo de Miranda
Foto do autor Flávio Gordon
Flávio Gordon
Foto do autor Roberto Motta
Roberto Motta
Foto do autor Miriam Sanger
Miriam Sanger
Foto do autor Adalberto Piotto
Adalberto Piotto
Foto do autor Frank Furedi, da Spiked
Frank Furedi, da Spiked
Foto do autor Jeffrey A. Tucker.
Jeffrey A. Tucker.
Foto do autor Theodore Dalrymple
Theodore Dalrymple
Foto do autor Flavio Morgenstern
Flavio Morgenstern
Foto do autor Ubiratan Jorge Iorio
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
publicidade