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Política

Governo italiano inicia análise de extradição de Carla Zambelli

O embaixador do Brasil em Roma, Renato Mosca, encaminhou o pedido nesta quinta-feira, 12

carla zambelli arma
A deputada Carla Zambelli (PL-SP) saiu do Brasil depois | Foto: | Foto: Michel Jesus/Câmara dos Deputados

O governo da Itália iniciou formalmente a análise do pedido de extradição da deputada federal licenciada Carla Zambelli (PL-SP). O requerimento foi entregue pessoalmente pelo embaixador do Brasil em Roma, Renato Mosca, ao Ministério dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação Internacional da Itália.

Conforme apurou Oeste, o pedido de extradição de Zambelli chegou à Embaixada do Brasil em Roma ainda na madrugada desta quinta-feira. Pela manhã, foi entregue ao ministério.

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“Uma vez recebido pelo governo da Itália, cabe às autoridades judiciais italianas e ao Poder Executivo do país decidirem sobre sua concessão, nos termos do Tratado de Extradição firmado entre a República Federativa do Brasil e a República Italiana”, informou a embaixada.

Zambelli deixa o Brasil

Em 3 de junho, Carla Zambelli anunciou publicamente que estava fora do Brasil e que havia solicitado licença do mandato parlamentar. Segundo a deputada, a saída do país teve como objetivo denunciar supostos abusos do Judiciário brasileiro e fazer “apelos por liberdade”.

Horas depois do anúncio, a Procuradoria-Geral da República (PGR) entrou com um pedido formal para incluir o nome de Zambelli na lista vermelha da Interpol, além de requerer sua prisão preventiva.

O pedido foi acatado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou não apenas a prisão, mas também o bloqueio dos bens da parlamentar e sua inclusão na lista internacional de procurados da Interpol.

Condenação

Zambelli foi condenada por 13 invasões aos sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e por 16 inserções de documentos falsos, incluindo mandados de prisão falsificados, um deles em nome de um ministro do STF. As ações foram executadas em parceria com o hacker Walter Delgatti Neto, também condenado a oito anos e três meses de prisão.

A parlamentar é considerada foragida desde que deixou o país para evitar a aplicação da pena.

3 comentários
  1. Marcus Magalhães
    Marcus Magalhães

    Se for realmente que ela poderá ser presa no país onde também tem cidadania , será demonstração que tudo está corrompido o Brasil não tem mais jeito será cada um por si. Plantar só a conta de comer, produzir só o que precisar, imposto não pagar!

  2. Marcus Magalhães
    Marcus Magalhães

    Qual verbo devemos usar para descondenação do verme carniça ? Da roubalheira do INSS até com participação do irmão ? Seu merda

  3. Ronaldo Pina Cristo
    Ronaldo Pina Cristo

    Ela saiu antes de ser condenada, vagabundo apoiador de ladrão.

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