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Política

Grupo da Câmara recomenda semipresidencialismo no Brasil

Novo sistema de governo entraria em vigor a partir de 2030

Semipresidencialismo
Foto: Reprodução/Câmara dos Deputados

O grupo de trabalho da Câmara dos Deputados que analisa possíveis mudanças no sistema de governo brasileiro aprovou, nesta terça-feira, 18, o relatório do deputado Samuel Moreira (PSDB-SP) que recomenda a adoção do semipresidencialismo a partir de 2030.

No novo sistema, de acordo com o texto, o cargo de presidente da República seria mantido normalmente, escolhido em eleições diretas. No entanto, será criado o posto de primeiro-ministro, indicado pelo presidente e aprovado pelo Congresso Nacional.

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O presidente seria responsável pela chefia de Estado, exercendo atividades como as relações diplomáticas com outros países e o aperfeiçoamento das instituições políticas nacionais. Já o primeiro-ministro estaria com a chefia de governo, exercendo as funções executivas e dirigindo a administração pública. O premiê ficaria no cargo enquanto tivesse o apoio da maioria do Parlamento.

O grupo foi criado em março deste ano, por ideia do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). O objetivo é propor uma mudança para o semipresidencialismo em 2030, sem prejuízo das eleições de 2022 e 2026.

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Para a implementação da medida, seria proposto um plebiscito, em que o eleitor seria chamado a responder à seguinte pergunta: “O Brasil deve adotar o sistema de governo semipresidencialista, em que o presidente da República é eleito diretamente pelo povo e indica o nome de um primeiro-ministro para a aprovação do Congresso Nacional?”

De acordo com Moreira, seu relatório resume sete meses de trabalho e dez reuniões com especialistas. “Também ficou referendado no relatório que a mudança de sistema de governo não é cláusula pétrea e que cabe o Parlamento decidir sobre isso”, afirmou. “Não é obrigatório um plebiscito, mas sugerimos, sim, a possibilidade de fazê-lo.”

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13 comentários
  1. Andre C.
    Andre C.

    Advogado do PT o Toffoli do STF já disse em palestras que já estamos em um semi-presidencialismo e que eles sao os mediadores/moderadores, aprovar isso assim como aprovar a policia propria do STF(stasi nazista) deveria ser considerado ameaça a soberania e as liberdades da população pois varios STF nem moram no Brasil mas sim em Portugal, são apenas colonizadores e escravocratas que adoram dar palestra só nos Estados Unidos.

  2. Santilho
    Santilho

    POR QUE NÃO PARTIMOS DIRETO PARA UM SISTEMA PARLAMENTARISTA? EVITARÍAMOS MUITAS DISTORÇÕES E MANDONISMOS. COMEÇANDO POR UM SISTEMA POLÍTICO-PARTIDÁRIO QUE CONTEMPLE 3 PARTIDOS AO INVÉS DE 33.

  3. Santilho
    Santilho

    ORA, ORA, SENHORES, COMO É QUE SE PRETENDE UMA TRANSFORMAÇÃO TÃO RADICAL E NÃO HÁ PREOCUPAÇÃO ALGUMA EM OUVIR A SOCIEDADE, OS BRASILEIROS, E TUDO É DISCUTIDO EM CÍRCULOS FECHADOS, DE PESSOAS QUE SE ACHAM ILUMINADAS. POR QUE NÃO HÁ UM PLEBISCITO PARA OUVIR O POVO?

  4. Yuri Nunes Silva
    Yuri Nunes Silva

    Precisamos junto com isso mudar para voto distrital no caso dos deputados, ai sim faz sentido. Do contrário será mais motivo para briga por dinheiro e poder

    1. Marcilio Rodrigues Machado
      Marcilio Rodrigues Machado

      O parlamentarismo já foi rejeitado pela população no passado. O nível dos políticos brasileiros é muito ruim. A maioria só defende interesses próprios. Semi-presidencialismo? Sem chance de dar certo pelo mesmo motivo.

  5. Paulo Kubota
    Paulo Kubota

    Acho uma bobagem esse negócio de semiprsidencialismo… vamos dar o nome correto que é parlamentarismo como é praticado em muito países europeus e pelo mundo a fora…

    1. Yuri Nunes Silva
      Yuri Nunes Silva

      É para isso que existe história. Estamos cada vez mais nos aproximando do eramos no Brazil Império. O Semipresiencialismo o primeiro ministro é indicado pelo presidente. Já no parlamentarismo é indicado pelo congresso. Entre outras diferenças

  6. Luiz
    Luiz

    Nada disso poderá ser implementado se Lula voltar ao poder. Se o PT voltar ao poder teremos uma ditadura, que aliás já se encontra em andamento através do STF e do TSE.

  7. Caçador
    Caçador

    Já existe isso, é o líder do presidente na câmara. Canalhas, estão percebendo que ñ pegarão as chaves do cofre tão cedo e estão se remexendo.

  8. Bernardo Kral
    Bernardo Kral

    Nesse caso seria melhor partir logo para o parlamentarismo, mas com uma bela reforma política:
    – no máximo uns 8 partidos, distribuídos igualmente pelo espectro ideológico
    – representantes por estado por critério proporcional
    – fim do senado e redução para max. 400 congressistas
    – voto distrital puro com recall de mandato
    – fim do fundo eleitoral
    – progressão da carreira política (max. dois mandatos para todos)
    – qualificação mínima com concurso prévio à candidatura
    – nomeações ao judiciário superior via progressão de carreira e mandato fixo
    – fim do foro privilegiado
    – fim dos assessores nomeados (seriam funcionários fixos sorteados por congressista)
    – fim dos privilégios fora da CLT

    Neste caso, seria totalmente à favor. De fato, os regimes parlamentaristas sérios proporcionam melhor governabilidade pois requerem a maioria do congresso. Mas há de se ter qualidade para tal. No Brasil atual, sem chance!!!

  9. Moisés Tadeu Cantelmo ibrahim
    Moisés Tadeu Cantelmo ibrahim

    Não!!! Não!!! Não!!!! Não !!!! Não!!!! Não!!!! Não!!! Não!!!

  10. José Camargo
    José Camargo

    “O Brasil deve adotar o sistema de governo semipresidencialista, em que o presidente da República é eleito diretamente pelo povo e indica o nome de um primeiro-ministro para a aprovação do Congresso Nacional?”
    Não.

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