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Política

Instagram censura enquete de Luiz Bacci sobre Nikolas Ferreira

Rede alega que publicação promove 'itens banidos por governos'

Nikolas Ferreira (PL/MG), nas redes sociais: 'O que aconteceria o sigilo bancário de Lula, Pacheco e Moraes fosse aberto?' | Foto: Reprodução/Twitter/X
Nikolas Ferreira (PL/MG), nas redes sociais: 'O que aconteceria se o sigilo bancário de Lula, Pacheco e Moraes fosse aberto?' | Foto: Reprodução/Twitter/X

Uma enquete publicada pelo jornalista Luiz Bacci, apresentador do programa policial Cidade Alerta, da Record TV, foi censurada pela plataforma Instagram nesta quarta-feira, 15. A postagem pedia a opinião dos mais de 24 milhões de seguidores do âncora sobre o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG).

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A plataforma revisou o caso horas depois e manteve a exclusão da postagem, sob a alegação de que a foto promove “a compra, a venda ou a troca de itens que foram restringidos ou banidos por governos”. A plataforma também observou que a publicação infringe as regras do Instagram “sobre armas, medicamentos e outros produtos restritos”.

Enquetes sobre personalidades e temas atuais são comuns no perfil de Luiz Bacci, que nunca teve quaisquer problemas com práticas do gênero. Desta vez, no entanto, a publicação foi excluída em menos de cinco minutos pela plataforma.

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Nikolas em alta nas redes

Nikolas Ferreira bateu um recorde nas redes sociais com um vídeo em que critica as novas regras do Pix, publicado nesta terça-feira, 14. Em menos de 24 horas, o vídeo acumulou mais de 150 milhões de visualizações. Até o fechamento desta reportagem, a peça já soma 297 milhões de views apenas no Instagram.

Nikolas criticou a iniciativa do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de monitorar transações acima de R$ 5 mil. “O governo quer saber como você ganha R$ 5 mil e paga R$ 10 mil de cartão, mas não quer saber como uma pessoa que ganha um salário mínimo faz para sobreviver”, declarou Nikolas.

O deputado desmentiu rumores sobre uma possível taxação do Pix, mas alertou sobre a maior fiscalização de trabalhadores informais, como motoristas e entregadores. Nikolas afirmou que essas categorias terão suas movimentações financeiras vigiadas como se fossem grandes sonegadores.

Leia também: “O Brasil quis taxar o mundo inteiro”, reportagem de Carlo Cauti publicada na Edição 227 da Revista Oeste

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