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Justiça arquiva inquérito contra Fernando Pimentel

Ex-ministro era investigado por lavagem de dinheiro e desvio de recursos públicos
O ex-governador mineiro Fernando Pimentel | Foto: JOSÉ CRUZ/AGÊNCIA BRASIL
O ex-governador mineiro Fernando Pimentel | Foto: JOSÉ CRUZ/AGÊNCIA BRASIL | fernando pimentel - justiça federal

Ex-ministro era investigado por lavagem de dinheiro e desvio de recursos públicos

fernando pimentel - justiça federal
O ex-governador de Minas Fernando Pimentel | Foto: JOSÉ CRUZ/AGÊNCIA BRASIL

O processo que corria contra o petista Fernando Pimentel na Justiça Federal foi arquivado nesta terça-feira, 28. Ministro da extinta pasta de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior no decorrer de parte do governo Dilma Rousseff, ele era investigado por dois crimes: lavagem de dinheiro e desvio de recursos públicos.

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De acordo com a Justiça Federal, não houve provas suficientes para a condenação de Pimentel, que também é ex-governador de Minas Gerais. Com esse entendimento, o Judiciário seguiu o parecer do Ministério Público. Afinal, procuradores haviam indicado o arquivamento do processo contra o político do PT.

“Uma medida correta”

Advogado de Pimentel, Paulo Emílio Catta Preta comemorou a decisão vinda da Justiça. “O arquivamento foi uma medida correta”, disse, conforme noticiado pelo site do jornal O Tempo. “O próprio MPF reconheceu que as suspeitas que havia em relação a esse caso, na verdade, não se confirmaram. Era algo que a gente esperava e achamos justo e correto”, prosseguiu o advogado.

Operação Acrônimo

Governador de Minas Gerais que não conseguiu nem chegar ao segundo turno na tentativa de se reeleger ao cargo, em 2018, Fernando Pimentel era investigado desde 2015. Na ocasião, a Polícia Federal deflagrou a Operação Acrônimo. Agentes chegaram a cumprir mandados de busca e apreensão na casa de Carolina Oliveira, então primeira-dama do Estado.

Nem só de vitórias no Judiciário, contudo, tem sido a rotina do ex-governador mineiro. Isso porque em novembro de 2019 ele foi condenado a dez anos de prisão pela Justiça Eleitoral. Pôde, contudo, recorrer em liberdade.

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6 comentários

  1. Arquivamento correto: por excesso de provas ou falta de declaração de próprio punho e firma reconhecida”, afirmando os delitos.

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