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Política

Justiça mantém arquivamento de ação contra Dilma Rousseff

Ex-presidente era acusada de 'pedalada fiscal', fraude que levou ao seu impeachment

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Dilma Rousseff teve o mandato cassado em 31 de agosto de 2016 pelas 'pedaladas fiscais' | Foto: Wilson Dias/Agência Brasil

O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) manteve a decisão que arquivou uma ação de improbidade contra a ex-presidente Dilma Rousseff (PT) sobre o caso das “pedaladas fiscais”, fraude que resultou no impeachment da ex-presidente, em 2016.

A decisão também beneficia o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega, o ex-presidente do Banco do Brasil Aldemir Bendine, o ex-secretário do Tesouro Arno Augustin e o ex-presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) Luciano Coutinho.

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Em decisão unânime proferida na segunda-feira 22, a 10ª Turma do TRF-1, com sede em Brasília, rejeitou uma apelação do Ministério Público Federal (MPF) contra a decisão de primeira instância que, no ano passado, arquivou a ação contra os acusados.

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De acordo com a denúncia do MPF, Dilma e os demais integrantes de seu governo cometeram improbidade ao usar bancos públicos para “maquiar o resultado fiscal”, como atraso de repasse de recursos ao Banco do Brasil e ao BNDES. A suposta fraude ficou conhecida como “pedalada fiscal”.

Em primeira instância, na 4ª Vara Federal em Brasília, Dilma e Mantega foram excluídos do rol de acusados. Em seguida, a Justiça também arquivou a ação contra os demais envolvidos. O motivo foi a falta de justa causa para a configuração do ato de improbidade administrativa.

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‘Ministério Público não comprovou improbidade de Dilma’

Lula e Dilma Rousseff em Xangai, China (13/4/2023) | Foto: Ricardo Stuckert/PR

O advogado da ex-presidente, Eduardo Lasmar, na sessão da segunda-feira reafirmou que Dilma não participou das operações dos bancos. “O Ministério Público não conseguiu imputar uma conduta à [então] presidente da República. Muito pelo contrário. Ora, diz que não sabia, diz que sabia, diz que ela deveria saber, que deveria ter confrontado seus ministros. Não há nenhuma descrição de dolo”, disse o advogado, segundo a Agência Brasil.

Indicada por Lula, Dilma é a presidente do Novo Banco de Desenvolvimento (NBD), também conhecido como “banco do Brics”. Ela tomou posse em abril, em Xangai, onde o banco está sediado.

Os três desembargadores da 10ª Turma votaram pelo arquivamento da denúncia: o relator, juiz Saulo Casali Bahia, o juiz Marllon Souza e o desembargador Marcos Vinícius Reis Bastos.

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8 comentários
  1. Herbert Gomes Barca
    Herbert Gomes Barca

    justiça !?? onde ?? bandidos estão em alta nesse desgoverno

  2. Christian
    Christian

    Será que vão chamá-la de volta à presidência ?
    Não duvido…

  3. KATIA CHRISTINA LIMA SOARES
    KATIA CHRISTINA LIMA SOARES

    O BRASIL NÃO É PARA AMADORES. VERGONHA MUNDIAL

  4. Julio José Pinto Eira Velha
    Julio José Pinto Eira Velha

    Está mais que comprovado, no Brasil o crime compensa, e muito, pois aqui não existe justiça, só poder judiciário totalmente aparelhado, e quem sabe corrompido.

  5. Eduardo Gomes Correia
    Eduardo Gomes Correia

    TRIBUNAL do amor.( Antigo STF).
    DEMOCRACIA do amor.( Antiga DEMOCRACIA DEFENSIVA)
    PERVERSIDADES do amor.( Antigo Alexandre de moraes).

  6. Eduardo Gomes Correia
    Eduardo Gomes Correia

    Estamos no país onde o AMOR VENCEU O ÓDIO.
    Então que venham:
    Bolsa do amor ( antiga bolsa família).
    Vale do amor ( antigo vale gás).
    Orçamento do amor.( Antigo orçamento secreto).
    Milícia do amor.( Antiga Polícia Federal).

  7. Eduardo Gomes Correia
    Eduardo Gomes Correia

    FORAM PEDALADAS DO AMOR.
    ENTÃO, NÃO PUNAM A ” BICHINHA”.

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