Lewandowski leva ao plenário ação sobre prazo para Câmara avaliar impeachment de Bolsonaro

Segundo o gabinete do ministro, ‘a importância do tema demanda análise aprofundada em sessão presencial'
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Ricardo Lewandowski é ministro do Supremo Tribunal Federal
Ricardo Lewandowski é ministro do Supremo Tribunal Federal | Foto: Nelson Jr./SCO/STF

O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), pediu destaque e retirou do plenário virtual o julgamento de uma ação do deputado federal Kim Kataguiri (DEM-SP) que pretendia estabelecer prazos para a Câmara dos Deputados avaliar pedidos de impeachment protocolados contra o presidente da República, Jair Bolsonaro.

Em nota, o gabinete do magistrado explicou que Lewandowski pediu destaque porque “a importância do tema demanda análise mais aprofundada em sessão presencial, e não em julgamento virtual”. O ato do ministro interrompeu a discussão, iniciada à meia-noite desta sexta-feira, 10, e migrou para o julgamento de sessões presenciais, transmitidas pela TV Justiça.

Com isso, o processo será reiniciado. Ainda não há data para o julgamento ser retomado.

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Leia também: “O Supremo está atuando em um contexto político”, entrevista com Rodrigo Chemim, procurador de Justiça do Ministério Público do Paraná

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5 comentários

  1. Olha aí KIM, saindo entre os dedos qualquer intenção golpista sua, esquerdopata imbecil.
    Política e estratégia de guerra andam para e passo. Sai disto KIM, você blefa infeliz.
    Estará muido você e sua trupe em 3 meses.
    O povo nas ruas sem quebra-quebra, conforme viu o MUNDO, e o presidente que não rouba, apenas arrota alto, é tudo de bom garoto.
    Vá se achar

  2. POBRE KIM. TÃO JOVEM E TÃO CEGO!!! ALIÁS, A CEGUEIRA DA OPOSIÇÃO VAI
    FAZER COM QUE BOLSONARO SEJA ELEITO JÁ NO PRIMEIRO TURNO. ISSO SE
    AS ELEIÇÕES FOREM LIMPAS, É ÓBVIO.

  3. Embora muitos não se dêem conta, esse polaco é o ministreco mais cretino que tem no STF, e, eu diria, o mais despreparado deles, uma vez que ao dar respaldo a ações desse tipo, abre a mesma possibilidade para que o senado aprecie os pedidos de impeachment engavetados contra eles.

  4. Por quê o STF não volta para o quadradinho dele e apenas julgue processos de última instância, assim como a constitucionalidade das coisas, deixando o país seguir adiante?
    A mesma pergunta faço para a Câmara dos Deputados, para que não resolvam suas questões na sua casa, não se recorrendo a outro poder com o mesmo intento?
    Erram tanto o STF em aceitar tais demandas, assim como os congressistas em provocar em provocá-lo.
    Por fim, fica mais que evidente que a constituição tenha um poder moderador, que ponha fim na interferência de um poder no outro, uma vez que ninguém sabe o seu limite.

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