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Política

Líder do desenvolvimento e fabricação da urna eletrônica defende redução de poder do TSE

Engenheiro afirma que a autoridade eleitoral não pode continuar a dominar o processo democrático

TSE
Fachada do TSE | Foto: Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Carlos Rocha, engenheiro formado no Instituto Tecnológico de Aeronáutica e CEO da Samurai Digital Transformation, defende a descentralização de poderes do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Segundo ele, a democracia brasileira não pode continuar a depender de um pequeno grupo de técnicos do TSE, que têm o controle absoluto sobre o sistema eletrônico de votação, de todos os códigos e chaves de criptografia.

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Leia mais sobre o assunto em “É proibido modernizar a urna eletrônica?”, reportagem publicada na Edição 68 da Revista Oeste

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9 comentários
  1. Júlio Rodrigues Neto
    Júlio Rodrigues Neto

    Acredito no voto eletrônico. Também acredito nos milagres mostrados na TV pelos canais religiosos. Acredito no Papa, na cegonha e em Papai Noel.

  2. Osvaldo Nogueira
    Osvaldo Nogueira

    A maioria dos parlamentares tem processos no stf (por ter for privilegiado) e portanto
    são devidamente “influenciados” pelos urubus de toga

  3. Ricardo Luiz Rocha Cubas
    Ricardo Luiz Rocha Cubas

    Existe proposta alternativa ao voto impresso que, não só é melhor, como não depende de PEC para ser aprovada. O detalhamento está nesse vídeo do Canal OBTJ do YouTube e consiste em realizar votação paralela, no dia da eleição, em 2% das urnas e que garante 95% de confiabilidade ao resultado das eleições. Duvida? Vejao detalhamento da proposta no vídeo… https://youtu.be/ebVV0EldkOY

  4. Frederic Couto
    Frederic Couto

    Carlos Rocha, o Rochinha como é conhecido no setor de tecnologia é um técnico muito experiente e sabe o que fala. Não há ninguém no TSE com suas qualificações. O debate atual beira a insanidade com juízes que nada entendem de tecnologia afirmando serem a garantia do processo quase rudimentar que temos hoje.

  5. FATIMA
    FATIMA

    Essa pauta chegou a um nível absurdo de total suspeição do Barroso, do STF e de quase todo parlamento. São gângsters e não servidores públicos, infiltrados no estado para tirar do país a oportunidade, como qq outro país civilizado e democrático, de ter um mecanismo lícito de transparência do voto que beneficia a todos. Fica a certeza cada vez mais forte que esses meliantes querem o país na obscuridade para que volte a ser comandado pelo pior mecanismo de corrupção e domínio que sempre reinou e que dele se aproprie para sempre. É um caso estarrecedor de militância dos poderes judiciário e legislativo que prejudica todo o país, e que já se tornou obrigatório ser investigado pela PF o que está por trás do movimento liderado pelo Barroso e toda sua quadrilha contra o voto auditável.

  6. PCC
    PCC

    E a pergunta que não quer calar. Por quê o STF, Barroso e cia são contras o voto auditável?

  7. Rogério
    Rogério

    O TSE, melhor dizendo Barroso, quer controlar somente as eleições do ano vem, isso porque ele só precisa controlar quem vai ser eleito no senado, câmara e presidência, passando essa fase, os políticos eleitos por Barroso vão implantar o semi-presidencialismo, nesse modelo o presidente passa a ser escolhido pelo congresso eleito com as urnas atuais, ou seja, Em 2023 o congresso vai estar alinhado com os pensamentos do STF e poderá fazer as alterações necessárias para que o “status quo” permaneça intocável dali para frente. Mais do que nunca precisamos ir as ruas no dia 1º, o futuro da nação está em jogo.

  8. Marco Polo Gerard Bondim
    Marco Polo Gerard Bondim

    =>”Segundo ele, a democracia brasileira não pode continuar a depender de um pequeno grupo de técnicos do TSE, que têm o controle absoluto sobre o sistema eletrônico de votação, de todos os códigos e chaves de criptografia.”<=. Perfeito!
    Por que será que não querem permitir a possibilidade de auditoria pública (pelo povo) dos votos?

  9. Lucio Sattamini
    Lucio Sattamini

    Segregação de funções: esse deve ser o objetivo final do projeto “voto impresso”.

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