O presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou à Casa Branca nesta quinta-feira, 7, para reunião com o presidente Donald Trump. O encontro ocorre em meio às recentes tensões diplomáticas e comerciais entre Brasil e Estados Unidos.
+ Leia mais notícias de Política em Oeste
Receba nossas atualizações
Na reunião, os dois líderes devem discutir temas ligados a economia, segurança pública e geopolítica. Esse é o segundo encontro entre Lula e Trump desde o retorno do republicano à Presidência dos EUA.
Tensões comerciais
As conversas ocorrem depois de atritos que envolvem tarifas comerciais, investigações conduzidas pelos Estados Unidos sobre o sistema de pagamentos Pix e debates relacionados à exploração de minerais críticos e terras raras.
Antes da reunião presencial, Lula e Trump conversaram por telefone na sexta-feira 1º. Segundo o governo brasileiro, a conversa foi “amistosa”.
Agenda oficial
A Casa Branca divulgou a programação do encontro, classificado como uma reunião de trabalho — formato menos formal do que uma reunião bilateral tradicional.
- 12h00 — Trump participa de um cumprimento oficial com Lula na Casa Branca.
- 12h15 — Os presidentes participam de uma reunião bilateral no Salão Oval.
- 12h45 — Lula e Trump participam de um almoço bilateral na Sala do Gabinete da Casa Branca.
Nas redes sociais, usuários compartilharam imagens do momento em que o presidente brasileiro é recebido e cumprimentado por Donald Trump.
Jornalistas devem acompanhar parte do encontro no Salão Oval.
AVISO TRUMP!!!
Paciência tem limites viu.
SE pegar Leve com esse meliante ou se ficar com piadinhas jocosas no trato com esse ladrão faccionado e ferramenta de BANQUEIROS GOLPISTAS FRAUDADORES DE PROCESSO ELEITORAL…
você vai se queimar!
MERCANTILISMO com COMUNISTAS e NArco Traficantes não termina bem, tanto para o Brasil, quanto futuramente para os EUA, por terem feito negociatas/compadrio com notórios marginais.
Não cabe negociar com notórios mentirosos e meliantes!
Não jogue FORA o projeto MAGA por causa de lixo humano!
O Brasil está muito mal representado
O PIX tem salvado o comércio nacional. Falo isso de maneira genérica. O PIX é também um desafeto do Lulu porque remete diretamente a uma ótima sacada do governo Bolsonaro, ao qual o ladrão fica no chinelo. Mas, como diz Lulu, o “império” dos EUA estão chiando por causa dos cartões de crédito.
Lulu, você não vai conseguir.
Abdique.
Sobre o bom e nosso PIX (visão criada por IA):
A partir de meados de 2025 e intensificando-se em 2026, o governo dos Estados Unidos, sob a administração do presidente Donald Trump, iniciou investigações comerciais focadas no sistema Pix brasileiro, caracterizando-o como uma possível barreira comercial desleal e uma ameaça aos interesses das empresas financeiras norte-americanas.As principais investigações e argumentos conduzidos pelos EUA incluem:Investigação por “Práticas Desleais” (Seção 301): O Escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR) abriu uma investigação baseada na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974. O argumento principal é que o Pix, ao ser um sistema gratuito ou de baixíssimo custo, favorece o mercado nacional e empresas brasileiras, prejudicando a competitividade de gigantes norte-americanas de serviços de pagamento eletrônico, como Visa e Mastercard.
#Críticas à Obrigatoriedade e Regulação: Os EUA questionam a determinação do Banco Central brasileiro que obriga bancos e fintechs com mais de 500 mil contas a oferecerem o Pix, alegando que isso cria um ambiente competitivo desequilibrado, favorecendo um sistema “estatal” em detrimento do setor privado.
#Riscos de Segurança e Lavagem de Dinheiro: Documentos americanos apontam preocupações com a velocidade das transações do Pix, que facilitaria o uso por organizações criminosas para lavagem de dinheiro, alegando fragilidades na rastreabilidade dos recursos em comparação a outros métodos.
#Ameaça ao Dólar e Pix Internacional: Há um monitoramento sobre o desenvolvimento do Pix Internacional e a busca do Brasil e Brics por alternativas ao sistema SWIFT, o que é visto como um desafio à hegemonia do dólar.
O meliante senil em defesa das organizações criminosas