Em cerimônia na Cidade do Panamá, nesta quarta-feira, 28, o presidente Lula afirmou que o Brasil apoia “integralmente” a soberania panamenha sobre o Canal do Panamá.
Segundo o chefe de Estado brasileiro, defender a neutralidade do canal é “defender um comércio internacional justo, equilibrado e baseado em regras multilaterais”. Ele disse ainda estar impressionado com os avanços estruturais e tecnológicos promovidos na via, que visitou pela primeira vez desde 2012.
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“Há quase três décadas, o Panamá administra de forma eficiente, segura e não-discriminatória essa via fundamental para a economia mundial”, disse Lula. “Na visita desta tarde, me impressionei com o salto estrutural, tecnológico e operacional dado desde 2012, quando vi as eclusas pela última vez.”
O presidente também aproveitou a oportunidade para anunciar que enviou ao Congresso Nacional a proposta de adesão formal do Brasil ao “Protocolo de Neutralidade do Canal do Panamá”.
O acordo que Lula assinou com o Panamá
Lula discursou ao lado do presidente panamenho, José Raúl Mulino. Pouco antes, os chefes de Estado haviam assinado um acordo de facilitação de investimentos, com o intuito “dinamizar” o fluxo de comércio e capital com o Panamá, maior parceiro comercial do Brasil na América Central.
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“O Panamá é o principal parceiro comercial do Brasil na América Central”, afirmou o presidente brasileiro. “Em 2025, tivemos um crescimento de 78% no intercâmbio bilateral. Mas podemos alcançar patamares muito maiores, e estamos dispostos a importar mais produtos panamenhos.”
O petista também reforçou avanços feitos nas áreas de turismo, gestão portuária, serviços aéreos e no procedimento sanitário de importação de proteínas animais.
Lula viajou ao país para participar do Fórum Econômico Internacional da América Latina e Caribe, que acontece nesta semana na capital do Panamá.
Leia também: “Questões éticas dos EUA na Venezuela”, reportagem publicada na Edição 301 da Revista Oeste




































Qual a importância da opinião desse pinguço, o bobo da corte internacional? Ninguém o leva a sério!!!